domingo, 25 de fevereiro de 2018

DOIS FUTUROS CLÁSSICOS DA SESSÃO DA TARDE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

A Creche do Papai (Daddy Day Care).
Produção estadunidense de 2003.

Direção: Steve Carr.

Elenco: Eddie Murphy, Jeff Garlin, Steve Zahn, Regina King, Kevin Nealon, Jonathan Katz, Siobhan Fallon Hogan, Lisa Edelstein, Lacey Chabert, Laura Kightlinger, Leila Arcieri, Anjelica Huston, Elle Fanning, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e online (Netflix).

Cotação

Nota: 7,8.

Sinopse: Os amigos Charlie (Murphy) e Phil (Garlin) acabam de ser demitidos. Na pindaíba, eles são obrigado a retirarem seus respectivos filhos da creche e cuidarem deles em casa. É quando a dupla tem a brilhante ideia de transformar a casa de Charlie numa creche, que eles nomeiam como Creche do Papai, e que acaba fazendo um sucesso, atraindo novos clientes. Quem não gosta nadinha é a rigorosa dondoca Senhorita Gwyneth Harridan, proprietária de uma renomada creche da cidade, que fará de tudo para eliminar a inusitada concorrência.

Comentários: Com vários clássicos inesquecíveis dos saudosos bons tempos em que a Sessão da Tarde da Globo exibiam ótimos filmes, e não as atuais tranqueiras tapa-buraco na programação, Eddie Murphy tem exibições frequentes de alguns filmes atuais, que daqui alguns também serão seus novos clássicos, o que não significa dizer que sejam bons filmes. Um que já está com uma mão nesse rótulo é este divertido filme, que está mais uma vez sob a batuta do diretor Steve Carr, que debutou na função justamente num filme estrelado por Murphy, Dr. Dolittle 2. Lembrando ligeiramente o clássico oitentista Um Tira no Jardim de Infância, A Creche do Papai é uma típica comédia para toda família, com um roteiro simples e satisfatória, que traz uma historinha boba, com inevitáveis, mas, muito divertida e engraçadinha, cumprindo bem essa dupla função, sendo um dos raros filmes atuais de Murphy que são bons e merecem ser lembrados e se tornarem clássicos.

Merecidamente, A Creche do Papai fez um enorme sucesso de bilheterias, e em 2007, ganhou uma continuação com elenco totalmente reformuladom O Acampamento do Papai, com o oscarizado ,Cuba Gooding Jr. assumindo o papel de Murphy (curiosamente, os dois contracenaram no mesmo ano, no malhadíssimo Norbit), não obtendo o mesmo êxito de bilheterias que o filme original. Em outra oportunidade, quando rever o filme, postarei os comentários.


As Mil Palavras (A Thousand Words).
Produção estadunidense de 2012.

Direção: Brian Robbins.

Elenco: Eddie Murphy, Kerry Washington, Cliff Curtis, Clark Duke, Ruby Dee, Allison Janney, Ariel Winter, Alain Chabat, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 24 de fevereiro de 2018.

Cotação

Nota: 6,8.


Sinopse: Jack McCall (Murphy) é um requisitado agente literário falastrão, egocêntrico, que confia na própria lábia de convencer qualquer pessoa a fazer sua vontade. Ele procura o guru espiritual Dr. Sinja (Curtis), para que este feche um negócio de lançar um livro pela editora que trabalha. Porém, Jack inventa de dar sua palavra para o cara, por algo que não irá cumprir. O que acontece é uma curiosa mandinga, onde uma árvore nasce no seu quintal, que a caca palavra que Jack disser, uma folha cairá, aproximando de partir desta para uma melhor.

Comentários: Um filme rodado em 2008, mas lançado quatro anos depois já é o suficiente para não esperar grande coisa de As Mil Palavras, que naufragou nas bilheterias, foi malhadíssimo pela crítica, mas que sempre marca presença na sessão vespertina de filmes tapa-buraco da poderosa emissora carioca. Apesar de ridícula e boba, a premissa até que é interessante, afinal, trata-se de colocar o quase sempre falastrão Murphy e colocá-lo calado. Somado a detonação por parte da crítica, encarei o filme como seu fosse uma tremenda bomba, e acabei sendo surpreendido, já que é um filme com um roteiro regular, porém, eficiente em trazer uma historinha boba e surreal. Não fica entre os melhores filmes do astro, mas, também não é dos piores. Legalzinho e divertidinho, um filme bobo e mediano que até vale a conferida.

      

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

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