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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

SHAKESPEARE ESCULHAMBADO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Anônimo (Anonymus).
Produção britânica, alemã e estadunidense de 2011.

Direção: Roland Emmerich.

Elenco: Rhys Ifans, Vanessa Redgrave, Joely Richardson, David Thewlis, Xavier Samuel, Sebastian Armesto, Rafe Spall, Edward Hogg, Sam Reid, Jamie Campbell Bower, Trystan Gravelle, Helen Baxendale, Mark Rylance, Derek Jacobi, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (HBO Max) em 03 de fevereiro de 2022.

Sinopse
: Na Inglaterra da Era Elisabetana, o nobre Earl de Oxford (Ifans) procura um talentoso dramaturgo (Armesto) para que monte espetáculos dos seus teatrais, mas, sem mencionar que são deles. O que eles não esperavam era que em umas das apresentações, o ator canastrão William Shakespeare (Spall) 

Comentários
: Não só de blockbusters com tramas que colocam nosso planeta em perigo como Independence Day, O Dia Depois do Amanhã, 2012 e o novíssimo Moonfall, que estreia hoje nos nossos cinemas, vive o diretor Roland Emmerich. O cara se dar o direito a fazer trabalhos mais autorais, boa parte deles que acaba sendo ignorada por público, como é o caso de Anônimo, filme que traz a torna a teoria de que William Shakespeare na verdade não tinha escrito nenhuma de suas célebres obras. E nesse caso, ao menos para mim, é merecido, já que o filme não é simplesmente ruim, é insuportável. Apesar da parte técnica caprichada e boas atuações de um elenco esforçado, o grande problema está no péssimo roteiro, que traz uma trama chatíssima e arrastada, que provoca em nós um puta tédio. A mão pesada do diretor não ajuda e só reforça que Anônimo é um dos piores trabalhos. 
Cotação: / Nota: 0,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


sábado, 5 de outubro de 2013

TOP 10 - STALLONE E SCHWARZENEGGER.

Na próxima sexta, estreia nos cinemas brasileiros, espantosamente, sem muito alarde e expectativa Rota de Fuga, estrelado pelos ícones do cinema de ação Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. É bem verdade que os tempos são outros, e muitos da nova geração não sabem a grande contribuição que os dois brucutus deram ao gênero de ação. Se esta união nas telonas tivesse ocorrido no ápice dos saudosos anos 80, com certeza Rota de Fuga seria um blockbuster provavelmente, o maior dos blocksbusters, arrebentaria nas bilheterias, com direito a divulgação pesadíssima, contagem regressiva, ansiedade do público a flor da pele e pré-estreia a meia-noite, como ocorre com as franquias teens Harry Potter e A Saga Crepúsculo e os filmes dos heróis da Marvel, todos estes, em comum terem o mérito de reunir uma legião de fãs. Stallone e Schwarzenegger também tem sua legião de fãs. Só que hoje, a grande maioria são pais de família, adultos, por isso mesmo, ao meu ver, a falta de interesse tanto dos produtores, distribuidores e exibidores quanto do público em assistir o primeiro filme estrelado pelos ícones, que estão mais preocupados em agradar o público jovem.

É bem verdade também que o encontro veio tardio demais, sem falar que as participações do ex-governador da Califórnia nos dois Os Mercenários também contribuíram para que Rota de Fuga não causasse tanto impacto assim. Uma pena, já que os dois simplesmente são duas lendas vivas da sétima arte, os reis dos filmes de ação, que rivalizavam nas telonas (e só nelas, até que se prove o contrário) uma divertida briga de bilheterias, naqueles saudosos anos 80. A dupla, cada um no seu quadrado, com seus filmes fodásticos, estruturaram e ditaram regras no gênero de ação que, até então, era um sub-gênero da aventura. 

Portanto, resgatando a memória e tentando conscientizar a importância dos dois ícones para a história do cinema, faço minha lista Top 10 com os filmes estrelados pelos brucutus em destaque que fará você entender a importância deles para a história da sétima arte. Quem puder, passe na locadora ou baixe aqui na internet os filmes citados nesta lista e tire suas próprias conclusões. Quero salientar que a ordem da lista não obedece a uma ordem dos melhores filmes dos atores ou de minha preferência, mas, simplesmente, pela relevância que cada filme citado tem na sétima arte, em especial, no gênero da ação. Enfim, mais rápido que a metralhadora do Rambo e do exterminador T-800, vamos a nossa lista.


TOP 10 - STALLONE E SCHWARZENEGGER.


10. Os Mercenários (2010)  e  Os Mercenários 2 (2012).

Começo a lista  abrindo uma exceção e comentando uma franquia recente. Para boa parte do público, a franquia idealizada por Sylvester Stallone nada mais é do que divertida, hilária,  e nada mais do que isso. Porém, os fãs do cinema de ação, principalmente os que passaram dos vinte e poucos, sabe que Os Mercenários, não é apenas isso, mas, trata-se de uma reunião de astros do gênero, uma verdadeira festa de arromba, em tom de auto-paródia e ao mesmo tempo uma justíssima homenagem aos ícones que fizeram e ainda fazem do gênero de ação um dos melhores. E a festa continua, com mais convidados de peso no terceiro filme: Harrison Ford, Mel Gibson e Wesley Snipes são apenas uns deles. Haja coração para tanta ansiedade em ver no mesmo campo de batalha, Rambo, Conan, Indiana Jones, Mad Max, Blade...!

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09. Inferno Vermelho (1988).

É bem verdade que, um ano antes, Mel Gibson e Danny Glover tinham dado uma nova roupagem aos filmes centrados em dupla policial lançando moda e imitadíssima até hoje, no primeiro Máquina Mortífera. Mas, o filme dirigido por Walter Hill, que traz Arnoldão pela primeira vez dividindo o protagonismo com outro cara, no caso o figuraça James Belushi, foi mais além, sendo propaganda de um momento histórico que estava acontecendo, ou seja, a queda do socialismo, principalmente, na União Soviética. Enquanto  no mesmo ano seu rival de telas estava detonando os soviéticos em Rambo III, o então futuro ex-governador da Califórnia, intencionalmente ou não, dava um apoio a política de Mikhail Gorbachev. Política e momento histórico a parte, o fato é que Inferno Vermelho é um filmaço divertidíssimo com ação do começo ao fim e, simplesmente, um dos melhores filmes policiais de todos os tempos.

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08. Conan, O Bárbaro (1982).

Arnoldão já tinha papado um monte de títulos de Mister Universo e Olympia quando se arriscou nas telonas. Após pouco mais de uma década participando de filminhos sem destaque, o brucutu austríaco ganha sua chance de ouro neste Conan, O Bárbaro. O filme não somente serviu para impulsionar a carreira hollywoodiana do bombadão, como também serviu de cartilha para outros bárbaros brucutus pintarem nas telonas e telinhas e, principalmente, foi um dos responsáveis para os produtores hollywoodianos abrirem os olhos e perceberem que vale a pena investir em adaptações de quadrinhos para as telonas. Dois anos depois, o filme ganhou uma continuação fraquinha, Conan, O Destruidor, mas, bastante cultuada, principalmente no Brasil, onde foi exaustivamente exibida nos bons e saudosos tempos da sessões globais Temperatura Máxima e Sessão da Tarde, e, mais recentemente, ganhou um remake razoável com Jason Momoa interpretando o personagem bem mais fiel a sua fonte original, mas, sem conseguir superar o brucutu austríaco na pele do bárbaro.



07. Comando para Matar (1985).

O que seria das divertidas verdades sobre Chuck Norris se o astro não tivesse feito Braddock e tanto outros filmes pela Cannon, onde detonou exércitos sozinho? Ou de Bruce Willis, e sua carreira promissora, sem seu personagem mais célebre, John McClane? Mas, Norris, Willis e tanto outros que deram e até hoje dão vida a heróis fodões que sozinhos mandam para a terra do pé-junto milhares de banidões apenas seguiram o caminho aberto por Stallone nos dois primeiros filmes do Rambo. No caso do brucutu austríaco já tinha estourado, com dois Conan e o primeiro O Exterminador do Futuro, quando resolveu seguir os passos do amigo, estrelando este filmaço divertido que ditou regras para boa parte de sua filmografia (cenas mirabolantes e absurdas, tiradas hilárias), onde interpreta John Matrix, um pai, puto da vida porque os bandidões sequestram sua filha e o obrigam a matar um ditador de uma merdinha de república latino-americana. Comando para Matar não somente foi percursor, junto com os dois primeiros Rambo do estilo exército de um homem só, mas, também foi o ponta-pé inicial para a rivalidade nas telonas dos ícones. Braddock, John McClane e tanto outros só têm agradecer aos John, Rambo e Matrix.

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06. O Vingador do Futuro (1990).

Quem curte hoje Avatar e a nova roupagem de Star Trek, por exemplo, não sabe, mas, ficção científica nem sempre foi sinônimo de ação (exceto a franquia Star Wars). Arnoldão, sem sombra de dúvida, é o cara que quebrou essa regra de uma vez por todas. O cara, em parceria com James Cameron já havia quebrado essa regra no primeiro O Exterminador do Futuro, mas, foi sob a batuta de outro mestre, Paul Verhoven, que a regra foi enterrada de vez em O Vingador do Futuro. O ótimo e inteligente roteiro que poderia gerar uma ficção chatíssima, com muito blá, blá, blá... e confusa, acabou sendo um filmaço divertido, com ação do começo ao fim, e de quebra, ainda lançou ao estrelato Sharon Stone, que no trabalho seguinte do diretor, Instinto Selvagem, entrou para a história do cinema com uma inesquecível cruzada de pernas. Recentemente, o filme ganhou um remake muito bom, mas, o original continua sendo um marco divisório do gênero.

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05. O Predador (1987).

Parecia ser mais um filme de ação como outro da época. Arnoldão e meia-dúzia de avulsos, entre eles o eterno Apolo Creed dos quatro primeiros Rocky, Carl Weathers, se embrenhando no meio do mato para salvar alguns reféns e mandar para a terra do pé junto um exército de guerrilheiros. Até que um figura misteriosa de outro mundo, cruza o caminho deles e a porra fica realmente séria. O Predador é muito mais do que um filmaço de ação mesclado com ficção, estrelado pelo brucutu, mas, principalmente, foi responsável por lançar um vilão ícone que até hoje estrela filmes, jogos, quadrinhos. O filme ganhou duas continuações e uma franquia paralela com dois filmes, Alien x Predador, todos sem Arnoldão e sem o mesmo brilho e impacto do filme original.

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04. Stallone Cobra (1986) e Falcão - O Campeão dos Campeões (1987).

Depois de passar os primeiros anos da década de 1980 alternando entre as franquias Rocky e Rambo, e levando tromba nas duas tentativas de se inovar (dirigindo John Travolta em Os Embalos de Sábado Continuam e estrelando com a peituda Dolly Parton a comédia musical Rhinestone - Um Brilho na Noite) Stallone, finalmente, consegue se dar bem se "inovando", seguindo a cartilha das suas duas franquias de sucesso, com dois filmes produzidos pela dupla israelense Menahem Golan e Yoran Globus, responsáveis pelo estúdio classe C, Cannon. O primeiro, Stallone Cobra, feito em parceria com a Warner, traz o brucutu como um policial que faz na cidade o que o Rambo faz no meio do mato, ou seja, detona a bandidagem sozinho, sem dó, nem piedade. Curiosamente, o filme foi bastante malhado na época do seu lançamento, por ser um filme extremamente violento, que no Brasil, sofreu até cortes (parece piada hoje em dia para uma geração que assiste filmes como a franquia  Jogos Mortais). Totalmente oposto é o segundo filme, Falcão - O Campeão dos  Campeões, clássico dos bons e saudosos tempos da Sessão da Tarde e Temperatura Máxima, que traz o astro como um caminhoneiro fodido na vida a la Rocky Balboa que só quer ganhar o amor do seu filho e um caminhão novo no braço. Tudo bem que a inovação na verdade se resume apenas a dois novos personagens ícones na carreira de Stallone, mas, é inegável, que simplesmente, trata-se de dois clássicos fodásticos, insuperáveis, que até hoje marcaram e ditam regras no gênero.

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03. Rocky III - O Desafio Supremo (1982) e Rocky IV (1985).

Rocky - Um Lutador já havia feito história e aberto portas para que outros dramas esportivos, principalmente tendo o boxe como pano de fundo, fossem produzidos. Também abriu de forma brilhante uma rentável franquia com seis filmes, todos (exceto o quinto), ao meu ver, tão bons quanto o original ,mas, nenhum superando-o. Destes, dois filmes se destacam por terem sido retratos fiéis de uma época (leia-se os anos 80), com visual e trilha de videoclipe, exaustivamente exibidos nos bons e saudosos tempos da Sessão da Tarde e Temperatura Máxima. Enquanto Rocky III, além de lançar o ícone televisivo Mr. T, lançou a clássica música Eye of Tiger, que até hoje é tocada em anúncios de lutas, em Rocky IV, Stallone leva ao extremo a política da Era Reagan, colocando como mocinhos os Estados Unidos e o sistema capitalista, representados pelo seu herói bandeirado Rocky Balboa, encarado o vilão mundial, a União Soviética e o sistema socialista, representados pelo gigante anabolizado e também bandeirado Ivan Drago, personagem ícone que lançou Dolph Lundgren ao estrelato. Dois filmes simples, nem mesmo são os melhores da franquia, mas, que retratam bem uma época e fizeram e fazem escolas até hoje.

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02. O Exterminador do Futuro (1984) e O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final (1991).

Seguindo a regra do nosso saudoso Glauber Rocha, uma ideia na cabeça e uma câmera na mão, o mestre James Cameron deu uma reviravolta na história do cinema com o primeiro O Exterminador do Futuro. Como se não bastasse, anos depois, Cameron revolucionou a indústria, com efeitos especiais caprichadíssimos, área hoje ele domina e reina absoluto, justamente com a continuação daquela produção medíocre financeiramente, mas, com um roteiro excepcional, um verdadeiro clássico da sétima arte, O Exterminador do Futuro 2. Quem se deu bem foi Arnoldão, que, além de encher o rabo de dinheiro, emplacou seu personagem na lista dos personagens inesquecíveis da sétima arte e ainda com uma frase que não se cansa de dizer: "Eu voltarei!". 

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01. Rambo - Programado para Matar (1982) e Rambo II - A Missão (1985).

Hoje é comum chegarmos a uma locadora e encontrarmos na capinha dos filmes, astros da ação como Jason Statham, Vin Diesel, Van Damme, Steve Austin e tanto outros, do primeiro ao décimo quinto escalão hollywoodiano, fazendo cara de mau, em filmes cujo os personagens sozinhos detonam uma legião de bandidos. Isso acontece graças, principalmente a Rambo, personagem ícone imortalizado por Sylvester Stallone na quadrilogia título. Os dois primeiros filmes, fizeram escola. Enquanto Rambo - Programado para Matar é um filmaço que, não por acaso, figura na lista de muitos críticos como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos, Rambo II - A Missão, assim como Rocky IV, é uma propaganda da Era Reagan e também lança um estilo de herói, com poucas palavras, uma fitinha na cabeça e muitas armas para ganhar sozinho uma guerra que um país inteiro. Tanto o primeiro como o segundo até hoje são imitados e insuperáveis, grandes marcos do cinemão de ação que conhecemos hoje.

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http://blogdorickpinheiro.blogspot.com.br/2012/07/recordar-e-rever-rambo-quadrilogia.html.

Depois desta lista que nos faz recordar os bons e velhos tempos dos filmaços de ação, só nos resta esperar e aguardar os próximos trabalhos dos brucutus que ainda estão em plena forma, mesmo tendo passado dos 60 anos de idade. Stallone pintará nas telonas em mais três trabalhos, um deles, ao lado de Robert De Niro, e Schwarzenegger, voltará às telonas também no mesmo número de trabalhos. Além de Rota de Fuga, os dois voltarão a se encontrar num documentários sobre o diretor John Millius e no aguardadíssimo Os Mercenários 3. Lembrando que Rota de Fuga estreia na próxima sexta, dia 11 (torcendo, orando, rezando, para que chegue por aqui pelo menos em uma sessão no idioma original, com legendas), e além  dos dois ícones contará com elenco de peso que inclui o Jesus de Mel Gibson, Jim Caviezel, o rap 50 Cent, Vinnie Jones e o astro do primeiro e terceiro Jurassic Park, Sam Neil. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O MELHOR E O PIOR DE 2012.

 
 
Mais um ano está chegando ao fim. E como sempre faço desde que me tornei blogueiro há mais de dois anos, reservo a última postagem do ano para elencar os melhores e também os piores filmes lançados em terras brasileiras. Evidente que muitos filmes eu deixei assistir, principalmente, pela incompetência dos gerentes das salas de cinema locais que ainda não aprenderam como funciona o mercado por aqui. Mesmo assim, e também com a ajuda virtual dos sites que postam filmes online (locadora esse ano não dei as caras), conseguir assistir um bom número de lançamentos. Irônicamente, justamente no ano que comecei a dar notas aos filmes, pipocaram nas telonas produções excepcionais, o que me deu trabalho até as últimas horas do ano. Os piores do ano também pintaram em grande número, mas, deu menos trabalho, mesmo com um empate entre os primeiros colocados. Sem perder tempo, pois daqui a pouquinho é um novo ano, vamos aos melhores e aos piores filmes de 2012 na opinião não de um crítico especializado ou cinéfilo com alto nível de preferência, mas, de um cinéfilo do povão, que julga os filmes apenas movido pelo amor a sétima arte e não as critérios técnicos, artísticos e sei lá mais como os especialistas julgam.
 
 
 
A SÉTIMA ARTE HOMENAGEANDO A PRÓPRIA SÉTIMA ARTE.
 
 
Desde que inaugurei este blog não tivemos um ano tão produtivo nas telonas. Não faltaram filmaços excecpcionais, para todos os gostos, desde de super-heróis estreando, encerrando e se renovando nas telonas, passando por encontro histórico e até então inimaginável de grandes astros do gênero de ação, a obras-primas que deram aula como se deve usar o recurso 3D. Mas, nada se compara quando o cinema presta homenagem a si próprio. Caso do excepcional e emocionante O Artista, que, merecidamente, ganhou o Oscar de Melhor Filme deste ano. Quem diria que eu e a Academia iriamos está de acordo a ponto do melhor filme eleito por eles, ser na opinão deste blogueiro ignorante o melhor filme do ano.  Outro filme que rende uma linda homenagem a sétima arte, A Invenção de Hugo Cabret, que também não saiu de mãos abanando da festa do Oscar, é também outro filmaço deste ano que se encerra e entra na lista deste blogueiro. E olhe que o filme é dirigido por Martin Scorcese, um cara que particularmente não simpatizo, mas, não nego que tenha realizado obras-primas excepcionais, como essa sua estreia brilhante no formato 3D.
 
O Artista, comentários em:
A Invenção de Hugo Cabret, comentários em: 
 
O ANO DOS SUPER-HERÓIS.
 
 
Depois de um 2011 que as adaptações de super-heróis para as telonas deixou um pouco a desejar, 2012, foi definitivamente o ano dos heróis. A começar pelo fodástico Os Vingadores - The Avengers, que não fez feio e realizou a proeza heroíca de superar expectativas, e só não é o melhor filme do ano, se não fosse o belíssimo vencedor do Oscar. Quem também surpreendeu e superou expectativas foi o homem-morcego em Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que encerra com chave de ouro a excepcional trilogia que elevou os filmes de super-heróis a obras-primas. O Espetacular Homem-Aranha e Dredd assinam embaixo que 2012 foi o ano dos super-heróis.
 
Os Vingadores, comentários em:
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, comentários em:
 
O ANO DE BRENO SILVEIRA.
 
 
 
Enquanto Walter Salles e Fernando Meirelles, na minha opinião, cagaram feio esse ano com duas merdas gringas, quem honrou a pátria amada Brasil foi Breno Silveira. O cara que tem uma filmografia curtíssima, incluindo um mega-sucesso, Dois Filhos de Francisco, arrebentou com dois filmaços emocionantes. O primeiro foi o comovente À Beira do Caminho, que, infelizmente, não teve, pelo menos aqui em Maceió, a atenção do público que merecia. O que não aconteceu com a emocionante e surpreendente cinebiografia Gonzaga - De Pai para Filho. Disparado, na minha opinião, Breno Silveira é o diretor do ano.
 
À Beira do Caminho, comentários em:
Gonzaga - De Pai para Filho, comentários em:
 
E O OSCAR IRÁ PARA...
 
 
 
Bem, se permanecer o bom senso dos membros da Academia, 2013 promete ser mais um ano de indicações justas. A começar pela aposta certa de ser indicada, Argo, um thirlley eletrizante estrelado e dirigido por Ben Afleck, que, vem surpreendendo deixando a canastrice de outrora e tornando-se não somente um ótimo ator, como também um diretor competente. Não vi ainda ninguém comentando, mas, na minha opinião, As Aventuras de Pi, é outro filmaço que merece ser indicado como Melhor Filme e nas categorias técnicas. O imprevisível Ang Lee aproveitou o ótimo material que tinha em mãos, e usando a mais moderna tecnologia, incluindo o 3D, realizou uma verdadeira obra-prima do cinema. Somente se a injustiça e a falta de bom senso dos membros da Academia para não reconhecer um filmaço tão envolvente  e emocionante.
 
 
O CARA É CRAIG, DANIEL CRAIG.
 
 
Foram só dois filmes, lançados no começo e no final do ano. Mas, o suficiente para Daniel Craig ser o astro do ano. O cara simplesmente atuou em dois filmaços excecpionais que estão entre os melhores do ano, não somente na opinião de cinéfilos com gosto bem simples e populares como eu, mas, também da crítica. Em janeiro, Craig pintou nas telonas no fodástico Millenium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, apesar de ser ofuscado pela atuação excepcional de Rooney Mara, indicada ao Oscar. Mas, em novembro, Craig, finalmente, se firmou como o agente secreto mais famoso do mundo e arrebentou no também fodástico 007 - Operação Skyfall, simplesmente um dos melhores filmes da franquia.
 
Millenium - Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, comentários em:
007 - Operação Skyfall, comentários em:
 
A VOLTA DOS QUE FORAM.
 
 
2012 foi o ano de despedidas de algumas franquias (Batman, A Saga de Crepúsculo), mas, também da volta de velhos conhecidos nossos, repaginados. A começar pela princesa dos contos de fadas Branca de Neve, que apareceu em dose dupla nas telonas no bobinho e descartável Espelho, Espelho Meu e no fodástico  Branca de Neve e o Caçador, uma versão moderníssima e muito criativa do famoso conto dos irmãos Grimm. Nem mesmo o escandâlo do chifre que a eterna Bella, Kristen Stewart, colocou no eterno Edward, Robert Pattinson, tira o brilho de um filmaço tão excepcional. Agradável surpresa, mas que infelizmente passou partida por aqui, foi a engraçadíssima voltar do saudoso trio Os Três Patetas, dirigido pelos mestres do humor politicamente incorreto os irmãos Farrely, contando com um trio de protagonistas inspiradíssimo que captou nos mínimos detalhes as caretas e mungangas do saudoso trio. Mesmo tendo sido exibido exaustivamente nas telinhas, Titanic voltou de forma triunfal as telonas, com um 3D explêndido, que nos leva para dentro do filmaço que é bem mais que o romance trágico entre os pombinhos Jack e Rose. Outra volta triunfal também em 3D, mas, inédita, foi a do diretor Peter Jackson na Terra Média em O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, outro filmaço que merece ser indicado ao Oscar. 
 
Particularmente, quem me supreendeu bastante foi O Espetacular Homem-Aranha, já que não levava muita fé, achando que seria uma merda. Ainda bem que estava errado, já que o cabeça de teia reinicia sua saga nas telonas em grande estilo. Outro herói dos quadrinhos que também ganhou uma segunda chance e surpreendeu foi o juiz futurista Dredd, num filmaço fodástico que de cara, na minha opinão, é uma das melhores adaptações dos quadrinhos de todos os tempos. A festança de arromba dos astros de ação Os Mercenários 2 completa a lista.
 
Branca de Neve e o Caçador, comentários em:
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Dredd, comentários em:
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ESTREANDO COM CHAVE DE OURO.
 
 
Se uns saem, outros voltam repaginados, um filmaço em especial inaugura com chave de ouro uma nova franquia. Trata-se do fodástico Jogos Vorazes, uma nova franquia teen modinha que, ao contrário das recém-extintas (graças a Deus) Harry Potter e A Saga Crepúsculo, tem conteúdo. Inteligente, criativo, mas, sem deixar de ser envolvente e criativo, está inaugurada nas telonas uma franquia que merece arrebentar nas bilheterias e atrair a garotada. O divertidíssimo Anjos da Lei foi outra franquia aberta com chave de ouro neste ano que daqui a pouco se encerra.
 
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Anjos da Lei, comentários em:
 
MENÇÃO HONROSA.
 
 
Nem sempre a opinião da crítica especializada e dos cinéfilos com gosto refinados são idênticas a de um cinéfilo do povão como eu. Mas, até que este ano, esse fato quase raro aconteceu com mais frequência. Destaque para a comédia dramática indicada ao Oscar Os Descendentes, estrelada por George Clooney, provando mais uma vez, que não é apenas um galã hollywoodiano, mas, também um excelente ator.
 
Os Descendentes, comentários em:
 
OS INJUSTIÇADOS.
 
 
 
Todo ano sempre tem um filmaço que passa batido pelo público. Este ano, além do Os Três Patetas, a injustiça também foi cometida contra o criativo musical Rock of Ages - O Filme, uma obra-prima excepcional que merece ser descoberta e reconhecida com tal. Pena mesmo que o filme tenha passado tão batido, ao menos aqui em Maceió. Espero que a injustiça seja cometida quando for lançado em home vídeo.
Quem também foi injustiçado, mas, pela crítica e pelos invejosos que fazem o Trofeu Framboesa foi Adam Sandler na divertida comédia Cada Um Tem a Gêmea Que Merece, o recordista em premiação do ex-divertido Framboesa que a cada ano está sem graça e aparentemente o que era uma brincadeira, acabou se tornando um marcação cerrada e de péssimo gosto contra alguns artistas. Outra malhado injustamente pela crítica e, provavelmente, marcando presença no lixo do Framboesa do próximo ano foi Os Mercenários 2. Mas, quer saber de uma coisa: Vão se fuder a crítica, os cinéfilos intelectuais e os caras que fazem o framboesa. Gosto não se discute, se curte! E a inveja mata!
 
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Cada Um Tem a Gêmea que Merece, comentários em:
 
A VOLTA POR CIMA DO NOSSO CINEMA.
 
 
Depois de anos preocupantes de filmes, 2012 nosso cinema deu mais uma volta por cima com filmaços excepcionais. Além das duas emocionantes obras-primas de Breno Silveira, a criatividade rolou solta no eletrizante 2 Coelhos, filmaço de ação em ritmo frenético, que coloca milhares de filmes gringos do gênero no chinelo. É bem verdade que a comédia continuou atraindo o público. As estrondosas bilheterias de E Aí... Comeu?, Até Que a Sorte Nos Separe e Os Penetras (para mim, o melhor do gênero este ano) só comprovam isso.
 
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O MELHOR EM 3-D.
 
 
 
Sem sombra de dúvida, 2012 foi o ano do 3-D. Nunca se utilizou tão bem o recurso, um salto e tanto em qualidade. O resultado foi empate técnico entre A Invenção de Hugo Cabret, As Aventuras de Pi e O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Coladinhos com eles estão Os Vingadores e Titanic. O Espetacular Homem-Aranha, As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne e a volta às telonas da animação A Bela e a Fera também não ficam atrás e só ajudaram a elevar o alto nível do 3-D. Pelos citados, percebeu que gastei muitos neurônios nesta categoria. 
 
As Aventuras de Tintm - O Segredo de Licorne, comentários em:
A Bela e a Fera, comentários em:
 
O FILME MAIS FODÁSTICO DO ANO.
 
 
Outra categoria que foi dificil a escolha. Afinal, o que não faltou foram filmes fodásticos. Mas, o vencedor nesta categoria venceu por um pequeno, mas considerável detalhe: Ele, o fodão da internet, Chuck Norris. Parece uma das verdades sobre ele difundidas na grande rede, mas, não é. De fato, Norris fez a diferença em Os Mercenários 2, filme que tinha tudo para ser o melhor do ano, afinal, era a reunião dos maiores astros de ação de todos os tempos, mas, frustrou um pouquinho, principalmente, por excluir logo de cara o talentoso Jet Li, que já tinha sido injustiçado no primeiro filme. Mas, a pequena, inesquecível e hilária participação de Norris, tornaram o filme o mais fodástico do ano. A união do trio de reis do gênero, Stallone, Schwarzenegger e Wills, a hilária participação de Dolph Lundgren e o confronto entre os eternos Rocky Balboa (Stallone) e Frank Duxx (Van Damme) só confimam o filme como o mais fodástico do ano.
 
 
Em uma das cenas da obra-prima nacional Cidade de Deus, ao invadir um motel junto com outros bandidos, se deparando com um surubão, Dadinho exclama em alto e bom som: Que porra é essa? Com certeza, o personagem diria ainda mais alto ao se deparar com algumas tranqueiras que foram lançados nos cinemas ou merecidamente direto em home vídeo. Curiosamente, na minha lista dos piores constam alguns títulos que a crítica e os cinéfilos mais cultos ovacionaram. Nasci, vivo e vou morrer sem entendê-los. Mas, como não sou ninguém para na minha humilde ignorância questionar esse povo, vamos a minha lista dos piores de 2012.
 
OS PIORES DOS PIORES. 
 
 
Em 2012 pipocaram também filmes ruins. Ainda bem que não na mesma proporção que os ótimos  filmes. A briga foi feia e tosca, e no final do ano, deu empate no primeiro lugar entre o lixo hollywoodiano Filha do Mal e o nacional espírita E A Vida Continua. Indiscutivelmente, dois péssimos filmes que jamais deveriam ter sido feitos. Nada se aproveita em nenhuma das duas merdas. Duas bombas para se esquecer totalmente. Se não forem lançados em home vídeo, é um grande bem que se fará a humanidade.
 
Filha do Mal, comentários em:
E A Vida Continua, comentários em:
 
PIADA TOTALMENTE SEM GRAÇA.
 
 
O pecado mortal de uma comédia é ser sem graça. O lixo Quatro Amigas e um Casamento conseguiu a proeza de além de ser totalmente sem graça, ser irritante e chatíssimo. Outra merda para ser esquecida para sempre.
 
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DECADÊNCIA TOTAL.
 
 
Com participações marcantes no fodástico Os Mercenários 2, Jean Claude Van Damme e Dolph Lundgren tinham tudo para terminar junto com Daniel Craig como os astros do ano. Se fosse há vinte anos atrás, indiscutivelmente, seriam com o fodástico  Soldado Universal. Mas, não foi o que aconteceu. Anunciado como a grande volta da franquia às telonas, Soldado Universal - Dia do Juízo Final foi um fiasco total, uma merda que só serve para queimar a carreira do baixinho belga e do grandalhão sueco, que ainda arrastaram Scott Adkins para essa bosta. Sem dúvida, uma das piores continuações de todos os tempos, e outra merda que sequer devia ter saído do papel, quanto mais ter sido filmada. Van Damme quando não caga na entrada, caga na saída.
 
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PÉROLA TOSCA.
 
 
 
Mistura de filminho a la Bruxa de Blair com Jurassic Park só sairia uma coisa: merda total. E ela tem nome: Projeto Dinossauro. Somente algum engravatado imbecil hollywoodiano para deixar que um lixo disso fosse produzido.
 
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PARÓDIA PIOR QUE O PARODIADO.  
 
 
 
Quem diria que Atividade Paranormal teria uma relativa melhora a ponto de passar longe desta lista dos piores de 2012. O mesmo não podemos dizer da sua paródia, Atividade Supernatural, uma merda das grandes, lançada diretamente em home vídeo, outro bom exemplo de como existe gente imbecil em Hollywood disposta a jogar dinheiro no lixo. Sem graça e irritante, outro lixo que deve ser esquecido.
 
 
BOA IDEIA JOGADA NO LIXO.
 
 
Diretor de filmaços fodásticos nos anos 80, o diretor David Cronenberg decepcionou com dois filminhos bundas. Um deles, Um Método Perigoso, não agradou nem mesmo a crítica, público alvo para filmes deste tipo. Um filme com uma ideia muito interessante, mas, que se perdeu num filme extremamente tediante e chatíssimo. Primeira bola fora de Cronenberg, que ainda fez outra merda este ano, que eu comentarei um pouco mais abaixo.
 
 
 
LIXO ABORRESCENTE.
 
 
O último filme da franquia teen modinha A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 escapou de entrar na lista deste ano por apenas uma sequência fodástica, que salvou todo filme. O que não aconteceu com a queridinha dos teens, Miley Cyrus e seu lixo teen Lola. Como se não bastasse, ainda arrastou Demi Moore a afundar na merda junto com ela, e mostrou uma versão fúrtil e irritante dos adolescentes. 
 
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DECEPÇÃO À BRASILEIRA.
 
 
Se o nosso cinema nacional teve uma significativa melhora, o mesmo não podemos dizer de dois talentosos diretores brasileiros, que fizeram merda lá fora. Apesar de terem agradado a crítica, para mim Na Estrada, de Walter Salles e 360, de Fernando Meirelles, são duas merdas chatíssimas e entediantes, que só desperdiçam um ótimo elenco, e, principalmente, o talento de dois grandes diretores brasileiros. Não seria a hora de calçar a sandália da humildade e voltar à  terrinha? 
 
Na Estrada, comentários em:
 
MENÇÃO HORROROSA.
 
 
Definitivamente, crítica e cinéfilos intelectuais e cinéfilos do povão como este blogueiro nunca vão se entender, mesmo tendo em comum o amor pela sétima arte. Mas, particularmente, é muito difícil entender como lixos entediantes como Cosmopólis, outra merda feita por Cronenberg este ano, que pelo menos tem o mérito de arrancar uma atuação razoável do inexpressivo Robert Pattinson, conseguem ganhar tantos elogios. Na minha ignorância, não consigo entender como um lixo chatíssimo e entediante agrada tanto.
 
 
ASTRO QUE MAIS DECEPCIONOU.
 
 
Apesar do primeiro fazer uma divertidíssima participação, roubando cena em Os Mercenários 2 o grandalhão sueco Dolph Lundgren cagou feio em 2012, estrelando duas desnecessárias continuações,os lixos Em Nome do Rei 2: Entre Dois Mundos e o já citado Soldado Universal - Dia do Juízo Final, escolhas que não condizem com o seu altíssimo Q.I. Não assistir outros filminhos estrelados pelo brucutu sueco, mas, duvido que sejam filmes tão ruins quanto as duas merdas citadas.
 
 
O PIOR EM 3-D.
 
 
 
Encerrando a lista dos pior de piores, não assistir nenhum filme no formato 3-D, que tenha sido realmente ruim. Até mesmo Fúria de Titãs 2, melhorou um pouquinho em comparação a 3-D fuleiro do original. Portato, irei julgar conforme o roteiro. E neste ponto, nenhum filme lançado no formato foi tão ruim quanto Piranha 3DD. Prova disso que o filme nem chegou as telonas brasileiras.  
 
 
 
Nossa retrospectiva chega ao fim, junto com o ano velho. E 2013 promete, já que filmaços, para todos os gostos, não vão faltar. Com diz o nosso querido crítico alagoano Elionaldo Barros: Vamos ao cinema! Este blogueiro deseja de coração a você e seus familiares os sinceros votos de um feliz e abençoado ano novo.
 
Rick Pinheiro.
Cinéfilo.