domingo, 31 de julho de 2011

MOMENTOS TOSCOS DO CAPITÃO AMÉRICA.

Curiosidades/Filmes/ Resenha.
Momentos toscos do Capitão América.

Quem nunca pagou um micaço? Se na vida real, estamos sujeitos a situações ridículas, imagine personagens fictícios, principalmente, se têm os seus direitos autorais nas mãos de péssimos administradores. Pois é galera, nem mesmo o Capitão América, o mais patriota dos heróis norte-americanos escapou de pagar alguns King Kong gigantescos, como vocês podem conferir a partir de agora.
Capitão América: O Primeiro Vingador estreiou nas telonas brasileiras neste fim de semana, mas semanas antes  o herói já aparecia nas telinhas do mundo inteiro como garoto propaganda de um novo desodorante. Cenas empolgantes do novo filme são usadas para divulgar o novo Rexona. Ideia  totalmente sem criatividade e muito tosca dos publicitários ianques, importada para outros países, inclusive o nosso. Mas, por incrível que pareça este não é momento mais tosco protagonizado pelo herói.

Antes de ser estrela de uma super-produção e garoto propaganda de desodorante, o herói patriota estreiou numa série televisiva, em 1944, apenas quatro anos após seu lançamento nos quadrinhos.  Na época, a série fez  um enorme sucesso, mas só teve quinze episódios devido ao falecimento do ator que interpretava o herói. Curiosamente, o Capitão América do seriado não era Steve Rogers, mas o promotor de justiça Grant Gardner. Não é o maior mico do personagem, mas, em relação aos padrões de hoje em dia, a produção não deixa de  ser bastante tosca.

Em 1966, o herói, assim como seus colegas vingadores Homem de Ferro, Thor, Hulk e Princípe Submarino, ganhou uma versão animada muito tosca, que chegou a ser exibida por aqui, duas décadas depois, no Xou da Xuxa da Rede Globo. Mesmo quando criança, eu detestava e achava tosco demais a versão (des) animada dos  heróis. E a dublagem nacional que tinha que se desdobrar para acompanhar os paralisados personagens só piorava o estrago. Curiosamente, os desenhos foram produzidos no Canadá, o que pode explicar tanto descuidado com personagens dos vizinhos Estados Unidos.

Mas, o ápice dos micaços do herói  made in USA, ainda estava por vim. O herói estrelou três toscos filmes, de décima quinta categoria. O primeiro feito para televisão, datado de 1979, o herói tinha um uniforme ridículo, com direito a escudo de plástico transparente e capacete gigante de paraquedista, que faz os dos Powers Rangers serem de última geração. E o mais espantoso é que este tosco filme ganhou uma continuação no mesmo ano, tendo o ótimo veterano Christopher Lee (Trilogia O Senhor dos Anéis e a segunda trilogia Star Wars) como vilão. Não lembro qual dos dois assistir quando criança, muito menos em qual canal foi exibido (Sessão da Tarde da Globo ou Cinema em Casa do SBT), só lembro que detestei. Hoje, assisto os vídeos no Youtube e caio na risada. Muito tosco mesmo! Disparado o maior mico que um herói dos quadrinhos já  pagou!

Em 1990, foi a vez do  estúdio criado após a falência e venda do estúdio Cannon, produtor de filmes "B" dos anos 80, produzir sua versão para Capitão América. Em comparação aos horríveis filmes do final dos anos 70, até que este filme não é tão ruim assim. O que o torna o filme mais uma tosca produção estrelada pelo herói são as péssimas interpretações, o roteiro fraco, e algumas cenas de ação totalmente ridículas (o herói amarrado ao foguete, é uma das cenas mais patéticas e mal feitas da história do cinema). Em síntese, mais uma produção de qualidade duvidosa estrelada pelo herói, que foi lançada diretamente em vídeo e que hoje pode ser encontrada, num banca pirata, em versão dublada.

E depois de tanto mico protagonizados pelo herói enbandeirado ainda tem fã do herói que reclama pelo fato do novo Capitão América aparecer em cena atirando com uma pistola. Com certeza, algo insignificante em comparação a essas pérolas trashes.
Assista os vídeos abaixo e divirta-se com os maiores micaços protagonizados pelo Capitão América. Apesar de estarem em idioma original e sem legenda (apenas os dois últimos estão dublados), conseguem arrancar longas gargalhadas de tão toscos que são. Confira!






Rick Pinheiro.

NOVIDADES QUENTÍSSIMAS SOBRE OS MERCENÁRIOS 2.

Filmes.
Novidades quentíssimas sobre Os Mercenários 2.

Pois é galera, como todos sabem o melhor filme de 2010 (ao menos para mim),  Os Mercenários, escrito, dirigido e estrelado por Sylvester Stallone que dividiu o protagonismo com um elenco de outros grandes astros do gênero, ganhará uma continuação. E o timaço de astros só aumenta, conforme vocês podem conferi abaixo, na matéria que faço questão de  transcrever na íntegra e comentar logo em seguida.

Chuck Norris, Van Damme e Travolta são confirmados em Os Mercenários 2


29/07/2011 13h01 • Da Redação


Chuck Norris, Van Damme e John
Travolta quando eram ícones do cinema
de ação


David Varod, CEO e diretor do estúdio NU Boyana, confirmou as filmagens de Os Mercenários 2 em setembro na Bulgária e deu a notícia que todos os fãs do cinema de ação esperavam: confirmou Chuck Norris e Jean-Claude Van Damme na sequência. Além deles, o diretor inclui ainda John Travolta.

"As gravações começarão na segunda semana de setembro. O filme será feito, definitivamente. Será uma ótima coisa para a Bulgária, principalmente porque receberemos muitos grandes astros", disse ele ao site Novinite.com (Sofia News Agency).

Quando perguntado sobre a confirmação de alguns nomes do elenco, Varod soltou: "Sylvester Stallone, Jason Statham, John Travolta, Arnold Schwarzenegger, Chuck Norris, Jean-Claude Van Damme, Dolph Lundgren, Mickey Rourke...quem mais? Bruce Willis, claro. O diretor é Simon West (Con Air: A Rota da Fuga), também um grande nome. Ele já está aqui e começou a trabalhar no filme. Acredito que a sequência vai ser melhor que o primeiro filme".

Disponível em: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/diversao/2011/07/29/280866-chuck-norris-van-damme-e-travolta-sao-confirmados-em-os-mercenarios-2

Apesar da excelente notícia da presença de John Travolta e dos ícones de ação Chuck Norris e Van Damme (que finalmente caiu a  ficha e não desperdiçou mais uma oportunidade de ouro de reeguer sua carreira, interpretando um dos vilões do filme), do crescimento do personagem de Bruce Wills na trama e da direção do competente Simon West, responsável por um dos melhores filmes estrelado por Nicholas Cage, dois pequenos detalhes sobre o novo filme me preocupam bastante como fã do cinemão de ação

A começar pela não citação dos nomes de Randy Couture, Terry Crews e, principalmente, de Jet Li. Estariam eles fora da continuação? Caso esta triste informação se confirme será uma pisada de bola feia dos realizadores, já que, além dos três serem  os mercenários mais engraçados, não vejo outro mercenário que possa sair na porrada com Van Damme de forma empolgante que não seja Li, que, aliás, merece uma chance de se destacar ainda mais, devido ter sido desperdiçado no filme anterior.

O outro fato preocupante é a saída de Stallone como roteirista, dando lugar a dupla David Agosto e Ken Kaufman. Será que serão tão eficientes quanto o criador dos personagens? Vamos torcer que sim. O que sabemos da trama é que o personagem de Mickey Rouke vai se estrepar e os demais mercenários partem para vingança, o que deixa dúvida se será repetido o duelo dele com Van Damme do razoável A Colônia.

Enquanto o filme não chega, previsto para estrear apenas em agosto do próximo ano, vamos torcer que todas essas minhas suspeitas sejam bobas e que as palavras do chefão Varod sejam confirmadas. Haja coração para  tanta ansiedade!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo, ansioso para assistir Os Mercenários 2.


Mercenários desfalcados?
Crews, Couture e Li, estão fora da continuação?

MARATONA EM HOGWARTS.

Filmes.
Maratona em Hogwarts.

O que eu não faço pelos meus amigos. À pedidos daqueles que são fãs de Harry Potter e cia., e também para ter a consciência tranquila que tentei descobrir dentro de mim alguma empolgação e empatia pela franquia, passei numa banca pirata e pela metade do preço de um DVD simples original e de uma locação de um DVD e meio, na locadora que sou sócio, adquirir todos os setes filmes lançados no formato, realizando uma maratona que durou exatos oito dias, onde revi os quatro primeiros e o penúltimo filmes da franquia (apesar deste já ter comentado aqui na época que assistir no cinema, fiz questão de revê-lo), como também pela assistir primeira vez os quinto e sexto filmes, até então inéditos para mim.

O resultado desta maratona pelo mundo de Harry Potter, minha opinião e nota sobre cada filme, você passa a conferir a partir de agora.

Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001).
Nota: 8,0.
Comentários:

Na estreia do famoso bruxinho nas telonas, somos apresentados, junto com ele, ao mundo fantástico da magia, que, segundo o filme, existe paralelo ao nosso, mero trouxas. Harry vive como um ralé na casa dos seus tios que o adotaram, até que recebe um convite, para ingressar na Escola de Hogwarts. Ainda no caminho, conhece Ronnie e Herminione, aqueles que serão seus melhores amigos para o resto na vida. Na escola, envolve-se na primeira, de várias aventuras que terão juntos com eles, pelo mundo mágico e sombrio.

O filme como introdução do personagem é ótimo, nos apresentando de forma clara e simples, o estranho mundo mágico. Os efeitos especiais são de primeira, mas, ainda não são os melhores da franquia. Neste ponto, a  cada novo filme vão sendo aprimorados. As interpretações são visívelmente esforçadas, mas nada marcante. Destaque apenas para o saudoso veterano Richard Harris, como Alvo Dumbledo e Alan Rickman, como Severo Snape.

O filme  é dirigido de forma competente pelo especialista em filmes infantis Chris Columbus, que tem no currículo ótimos filmes como Uma Noite de Aventuras, os dois primeiros Esqueçeram de MimUma Babá quase perfeita como também filmes toscos e os chatos como Nove MesesLado a LadoO Homem Bicentenário. Harry Potter e a Pedra Filosofal, assim como o segundo filme da franquia, não estão neste último grupo. Podem não ser os melhores filmes dirigido por Columbus (os citados no começo deste parágrafo são os melhores), mas, disparado são as produções mais caras e caprichadas da sua filmografia, juntos com Percy Jackson e o Ladrão de Raios, ainda  inéditos para mim.

Em síntese, o filme é uma fantasia infantil razoável, que agrada pelos efeitos especiais e algumas cenas bem humoradas.


Harry Potter e a Câmara Secreta (2002).
Nota: 8,5.
Comentários:

A segunda aventura do bruxinho começa com o surgimento de um elfo pentelho, que faz de tudo para ele não voltar a Hogwarts, já que lá correrá grandes perigos. Evidente que Potter supera todos os obstáculos impostos pelo elfo pentelho e volta a Hogwarts, onde lá, alunos e funcionários começam aparecer petrificados, o que acaba fazendo o bruxinho e companhia se envolverem em mais mistério e aventuras.

O roteiro é bem mais interessante que o filme anterior, com muito mais ação, mistério e suspense. A rivalidade entre Potter e Draco Malfoy é mais acirrada, como também é mais aprofundada as origens de Potter e sua amizade com Ronnie e Herminione.

O elenco praticamente é o mesmo, com o mesmo desempenho nada memorável. O ator skasperiano Kenneth Bannagh (que recentemente dirigiu Thor) integra o elenco e em alguns momentos chega a roubar a cena como o vaidoso professor Lorckhart, um personagem bastante inferior ao seu talento.

Com mais ação, suspense e efeitos especiais mais aprimorados, Harry Potter e a Câmara Secreta consegue o feito heróico de poucos filmes, ou seja, de ser superior ao primeiro filme.


Harry Potter e o Prisioneiro da Azkaban (2004).
Nota: 5,0.
Comentários:

Dois anos depois do segundo filme, Harry e seu amigos, agora adolescentes, voltam as telonas. Na trama, cansado de tanta humilhação, Potter finalmente sai da casa dos tios e vai passar o resto da férias na casa da família de Ronnie. Ao voltar para mais um ano letivo em Hogwarts, descobre que o perigoso bandido Sirius Black, que pode ter traído seus pais entregando-os a Valdemont, fugiu da prisão de Azkaban e está à sua procura. Para proteger a escola o Ministério da Magia envia os sinistros Dementadores, que têm o poder de sugar a energia vital.

Chris Columbus sai na direção e passa a bola para Alfonso Cuarón, provavelmente uma péssima ideia, já que este diretor não tem, ao menos na minha opinião, um filme marcante. A partir deste filme o clima fantasia colorida é deixado de lado para o tom mais sombrio ingressar na franquia, graças principalmente a  fotografia mais escura. No elenco, a novidade é o ótimo Gary Oldman que cumpre bem o papel de Sirius e a estreia de Michael Gambon substituindo o falecido Richard Harris, como Dumbledore. Em contrapartida, Emma Thompson está patética e sem graça como uma tosca professora de clarievidência (Ela afirmou que só aceitou o convite de ingressar na franquia a pedido de filha, fã da série. O que uma mãe não se sujeita por um filho, né?).

O  roteiro é muito fraco, arrastando demais  a história e com pouquíssimas cenas empolgantes, com destaque apenas ao louco passeio de busão mágico pelas ruas de Londres e no climáx, onde Potter e Herminione fazem uma curtíssima viagem no tempo, que para mim, é a mais tosca e sem graça da história do cinema.

Em síntese Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban chega a ser decepcionante, fazendo jus a regra que sempre um terceiro filme de uma franquia é o mais fraco. Regra, que canso de dizer aqui, nem sempre significa dizer que é  um péssimo filme. No caso da franquia do bruxinho, por pouco não se tornou um.


Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005).
Nota: 9,5.
Comentários:

Depois de um filme fraquíssimo a franquia é reinventada neste novo filme, bem mais sombrio e com muito mais ação e suspense. Na trama, Hogwarts irá sediar um torneio de Tribruxo, onde cada escola compete com apenas um representante, acima dos 17 anos. Inexplicávelmente, Potter é selecionado para participar de tal torneio. Paralelamente, a comunidade dos bruxos anda preocupado, pois Voldemort está reunindo forças para voltar com força total.

Mudança radical na franquia. O tom sombrio agora toma conta por completo. Com este filme, a franquia deixa de ser  uma mera fantasia infantil e ganha status de épico de aventura. O roteiro está bem mais elaborado, com muita ação, suspense e humor na medida certa, nos apresentando Potter e seus amigos deixando para atrás a infância, e encarando os problemas típicos da adolescência (ciúmes, crises na amizade, etc). Sem sombra de dúvida um dos roteiros mais caprichados, o que apenas colabora para o filme ser empolgante e envolvente.

O elenco continua sem interpretações memoráveis, exceto Ralph Finnes roubando a cena em sua estreia com Voldemort. Curiosamente, quem também integra o elenco deste filme excepcional é Robert Pattinson, o Edward da série Crepúsculo e como sempre sem interpretação nenhuma. Vale conferir o encontro entre os dois canastrões, atuais ídolos teen.

Em síntese, Harry Potter e o Cálice de Fogo é um excelente filme, disparado o melhor de toda franquia. Se todos os demais filmes seguissem o nível deste quarto filme, a série ganharia muito mais fãs, a começar por este que vos escreve.


Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007).
Nota: 6,5.
Comentários:

Depois das aventuras típicas de  adolescentes no ótimo  filme anterior, Harry Potter e companhia agora estão mais maduros, num filme sombrio e sério, sem nenhum humor, que nada lembra os filmes anteriores.

Desta vez, desacreditado por quase todos que não acreditam que Voldemort está de volta e matou Cedrico na final do torneio de Tribruxo, Potter começa a sofrer uma perseguição severa. E isso só piora quando Hogwarts sofre a intervenção ditatorial da chatíssima Dolores Umbridge (Imelda Stauton, caricata, totalmente sem graça e com uma risadinha  tosca  e irritante), que enviada pelo Ministério da Magia, praticamente proíbe uma série de magia, principalmente, as  que fazem diferença na hora que as coisas ficarem feias. Mas, incentivado pelos seus fiéis escudeiros Rony e Hermione, Potter reúne alguns alunos e começa a ensinar como se defender na hora da batalha.

Após um excelente filme, a franquia mais uma vez cai feio no meu conceito. E o problema  não é a mudança de tom e gênero, que, aliás, é o grande mérito do filme, tornando a franquia um épico de aventura bem ao estilo Star Wars. A grande falha deste filme é o roteiro fraco, arrastado, como muita conversa mole e pouquíssima ação. Tudo bem que o filme faz revelações importantes sobre a ligação estreita entre Potter e Voldemort, mas, bem que poderia ter nos poupado das repetidas cenas das visões de Potter e das várias manchetes do Profeta Diário ou dos vários diálogos chatos e toscos entre os personagens.  Draco Malfoy praticamente é reduzido a mero figurante, assim como Hagrid, um dos personagens mais interesssantes da saga, que está totalmente avulso (ter um irmão gigante e retardado que nem influe, nem contribui a franquia, só piorou sua triste situação de personagem descartável deste filme).

O filme se salva apenas na meia-hora final, onde, finalmente, depois de muito enchimento de linguiça, ocorre uma batalha empolgante, com muita ação e suspense. Pelo menos valeu a pena, já que a batalha é a  primeira e uma das mais empolgante entre  bruxos do bem x bruxos do mal. Um presentão depois de temos que aturar um sonífero tão pesado.

Em síntese, apesar da batalha  eletrizante do climax, este filme, que espantosamente é o preferido da maioria dos fãs, para mim é um dos mais fraco da série. Só não recebeu um zerinho bem redondo, e ligeiramente superou o terceiro filme, graças a mudança de tom, a empolgante cena de batalha nos últimos instantes, aos efeitos especiais cada  vez melhores e pela excelente interpretação de Helena Bonham Carter, que mesmo aparecendo pouquíssimo, rouba a cena como a malvada bruxa Bellatrix Lestrange. Se querem me convencer a gostar da série, por favor, não utilizem mais Harry Potter e a Ordem da Fênix como exemplo.


Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009).
Nota: 9,3.
Comentários:

Tão logo terminei de assistir o filme anterior, evitando cair no desânimo total que me fizesse desistir da minha maratona, fui logo assistindo o filme seguinte. Ainda bem que fiz isso pois a sexta aventura do bruxinho nas telonas é um filmaço, quase tão bom quanto o Harry Potter e o Cálice de Fogo, que para mim é o melhor da série.

A trama, cada vez mais madura, mas trazendo de volta o humor e o clima alto-astrral ausentes no filme anterior, começa a nos preparar para a batalha final, com o lorde das trevas. Voldemort vai ganhando forças e se preparando para mergulhar o nosso mundo nas trevas. Paralelamente o clima de romance está no ar entre o bruxinho e seus amigos, gerando situações hilárias e previsíveis.

Como no filme anterior, a história é bem arrastada, principalmente, nas confusões amorosas a la Malhação, que torna a trama um pouco chata e repetitiva. Mas, em compensação, o filme tem muita ação, suspense, situações engraçadas, revelações supreendentes e um dos finais mais emocionante de toda série, com a morte de um personagem central da franquia. Draco Malfoy, totalmente ignorado no filme anterior, ganha mais destaque, com direito a, finalmente, sair no confronto com Potter. Já Voldemort, infelizmente, não dar as caras neste filme, apesar de toda trama girar em torno dele.

Em síntese, o sexto filme da franquia diverte como também nos prepara para o climão épico dos dois últimos filmes.


Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 (2010).
Nota: 9,0.


Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 (2011).
Nota: 9,3.


CONCLUSÃO:
Admito que após esta maratona, meus conceitos em relação a franquia até que melhorou bastante. As notas altas a maioria dos filmes é uma prova disso.

Um dos pontos positivos da franquia que destaco foi manter boa parte do elenco e mostrar o crescimento (de idade, não necessariamente de talento) deles, no decorrer de cada filme lançado. A mudança gradual do tom fantasia colorida para o sombrio maduro só colaborou ainda mais para transformar a franquia de uma aventura infantil boba para épico de aventura também boba.

A evolução dos efeitos especiais como também na excelente fotografia, é outro destaque, já que a cada filme, capricharam cada vez mais. Evidente que perdem feio em comparação a outras franquias como por exemplo Star Wars e O Senhor dos Anéis, mas não deixam de ser um atrativo e um mérito a mais a saga do bruxinho.

Porém, ainda continuo sem ver nada demais na franquia a ponto de atrair tantos fãs e particularmente, me empolgar. Para mim, a  franquia é  fraca, com personagens bobos e medíocres, com interpretações nada extraordinárias, reservadas, é claro, algumas exceções citadas no decorrer dos comentários sobre cada filme, bem como desperdiços de grandes atores (Maggie Smith, Kenneth Bannagh, Emma Thompson, Gary Oldman e o ótimo John Cleese, para mim o maior desperdiço, na pele transparente do fantasma Nick Quase-Sem-Cabeça nos dois primeiros filmes, são apenas alguns exemplos).

Mas, como sempre digo, gosto não se discute. E por mais que eu, particularmente não goste de franquia, tenho que  reconhecer que o mundo Harry Potter já faz parte da história do cinema. pertecendo a não tão seleta galeria de personagens ícones da sétima arte.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo, que ao contrário da maioria, ainda continua não gostando da franquia Harry Potter.

DIVERTIDOS ENCONTROS ENTRE A TURMA DA MÔNICA E PERSONAGENS ÍNESQUECÍVEIS DOS NOSSO CINEMA.



Sem sombra de dúvida uma das grandes responsáveis pelo sucesso do nosso cinema é a estatal Petrobrás, que está comemorando a marca de quinhentos filmes patrocinados.

Para marcar este feito histórico, a empresa contratou o gênio Maurício de Souza para bolar divertidos encontros entre os seus encantadores personagens com alguns personagens ícones do nosso cinema. Destaque para o vídeo acima, o mais divertido de todos, onde o meu ídolo de infância Cebolinha dar uma de Capitão Nascimento (reparem o adorável Cebolinha falando "estrategie". Bonitinho e engraçadíssimo). Imperdível.

Mesmo que você não esteja de "bobeila", assista também os outros divertidos vídeos protagonizados por esta turminha tão querida e amada por todos nós. São bem curtinhos mas muito divertidos.






Rick Pinheiro.
Cinéfilo, de "bobeila".

terça-feira, 26 de julho de 2011

PREVIEW: FILMES MADE IN BRASIL QUE VÊM POR AÍ.

Filmes.
Preview: Filmes made in Brasil que vêm por aí.

Em menos de quinze dias, dois filmes nacionais estrearam nos cinemas e vêm atraindo o público de tal maneira, que a cada lançamento supera até mesmo as mega-produções hollywoodianas. Para temos ideia deste prestígio que nem mesmo os mais otimistas imaginava, Assalto ao Banco Central, que estreiou na sexta passada e Cilada.com, ocupam a segunda e terceira posição, respectivamente, nas bilheterias nacionais.

E se continuar assim, nossos filmes têm tudo para  terminar 2011 como o ano bem memorável, onde as nossas produções arrebentarão ainda mais nas bilheterias. E por falta de filmes é que não será, já que estão com datas de lançamentos confirmadas oito novas produções nacionais, na sua maioria comédias bobas e descomprometidas, mas também filmes que prometem supreender, conforme vocês passam a conferir a partir de agora.

Filme: Não se preocupe, nada vai dar certo!

Data de Lançamento: 05 de Agosto.

Sinopse: Lalau viaja pelo interior do Brasil se apresentando com um show de piadas. Seu pai, Ramon Velasco, também é um comediante do show e empresário do filho. Certo dia, Lalau recebe uma proposta milionária para usar seus talentos e fingir ser um famoso Guru em uma palestra motivacional. Em nome da grana, ele aceita a proposta rapidinho mas algo não dá certo e Lalau precisa mais uma vez da ajuda de seu pai que, nas situações mais complicadas, solta o velho bordão, Não se preocupe, nada vai dar certo.

Minhas expectativas: Apesar do título tosco vale lembrar que o filme é dirigido pelo também ator Hugo Carvana que já nos presentou com hilárias comédias, como O Homem Nú. Se depender de Carvana e da presença do veterano Tarcísio Meira, o filme promete ser uma divertida comédia.

Confira o trailer abaixo:



Filme: Onde está a felicidade? 

Data de Lançamento: 19 de agosto.

Sinopse: A chefe de cozinha Teodora embarca em uma jornada de descobertas que farão dela uma nova mulher. Crises no amor e na vida profissional a levarão - junto com o amigo Zeca e a espanhola Milena - a percorrer o Caminho de Santiago de Compostela, cenário ideal para encontros, reencontros e aventuras.

Minhas expectativas: Dirigido por Carlos Alberto Richelli, marido da protagonista, a sumida Bruna Lombardi, assistir o trailer ontem e particularmente não me entusiasmei. Acho que será mais uma comédia boba e descartável que nada irá acrescentar a nossa filmografia.

Confira o trailer abaixo:



Filme: O Homem do Futuro.

Data de Lançamento: 02 de Setembro.

Sinopse: Zero é um cientista genial, porém infeliz, que odeia a própria vida. Há 20 anos, foi humilhado publicamente na faculdade e perdeu o grande amor de sua vida - Helena. Prestes a ser demitido, Zero aciona, antes de totalmente concluído, o acelerador de partículas mais barato do mundo. O experimento fracassa, mas Zero acidentalmente volta ao passado e se vê diante da chance de alterá-lo. Nosso herói vai aprender que tentar manipular os caminhos do tempo é mais difícil (e confuso) do que parece.

Minhas expectativas: Apesar de aparentar ser uma comédia boba, repleta de clichês, ver o ótimo Wagner Moura atuando em personagens totalmente diferente do Coronel Nascimento é  sempre um atrativo a  mais. Para mim, é um dos filmes nacionais mais aguardado.

Confira o trailer abaixo:



Filme: Família vende tudo.

Data de Lançamento: 30 de Setembro.

Sinopse: Uma família com dificuldades financeiras tem uma brilhante ideia: fazer com a filha Lindinha engravide do famoso cantor brega Ivan Cláudio para herdar uma bolada e tirar todos do sufoco. Eles planejam certinho o dia em que a garota deve sair com o astro e passam acompanhar sua agenda de shows. Eles só não contavam com um detalhe, a ciumenta Jennifer, mulher de Ivan, que não vai deixar esta história barata.

Minhas expectativas: Assistir algumas semanas atrás uma reportagem num programa da madrugada sobre esta produção. Pelas cenas mostradas, o filme promete ser divertido. Mesmo com o título tosco, tem um elenco de peso, com  destaque as ótimas atuações de Caco Cioccler e Lima Duarte. O filme parece que irá superar expectativas. É esperar para  ver.

Confira o trailer:



Filme: O Filme dos Espíritos.

Data de lançamento: 07 de outubro.

Sinopse: Após perder a esposa e a caminho do suicídio, um homem se depara com "O Livro dos Espíritos" e começa uma jornada de transformação interior rumo aos mistérios da vida espiritual e suas influências no mundo material.

Minhas expectativas: Quando muitos achavam (eu mesmo não!) que a onda dos chatíssimos filmes espíritas tinha chegado ao fim, eis que surge mais um tosco, e mais um vez com o talentoso Nelson Xavier no elenco, só que desta vez não estará interpretando Chico Xavier. Se manter o mesmo padrão dos outros anteriores, será mais uma péssima mega-produção de propaganda espírita, com atuações didáticas, que irá fazer um estrondoso sucesso nos cinemas. Ninguém merece!

Confira o trailer:


Filme: Uma professora muito maluquinha - o filme.

Data de lançamento: 07 de Outubro.

Sinopse: Cate foi enviada à cidade grande para estudar, quando era criança. Hoje, aos 18 anos, retornou à sua cidade natal e passou a lecionar em uma escola primária. Porém seu comportamento moderno logo incomoda as tradicionais professoras do local, que tentam derrubá-la a qualquer custo.

Minhas expectativas: No decorrer de toda sua história, para cada  filme nacional lançado, um sempre é um infantil bobo, descompromissado. Particularmente, gostei dos dois filmes do Menino Maluquinho, baseado também na obra da Ziraldo. Se manter o mesmo nível dos filmes destes filmes e pelo elenco, promete ser uma agradável supresa. Mas será um páreo duro nas bilheterias, já que o filme estrelado pela lindíssima e talentosa Paola Oliveira, além de ser lançado no mesmo dia do tosco drama espírita nacional, irá concorrer também com a animação em 3-D Deu a louca na chapeuzinho 2, a comédia O Retorno de Jonhny English e o esperado remake do terror A Hora do Espanto, também lançados no mesmo dia.

Confira o trailer:



Filme: O Palhaço.

Data de Lançamento28 de outubro.

Sinopse: Benjamim e Valdemar formam a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Benjamim é um palhaço sem identidade, CPF e comprovante de residência. Ele vive pelas estradas na companhia da divertida trupe do Circo Esperança. Mas Benjamim acha que perdeu a graça e parte em uma aventura atrás de um sonho.

Minhas expectativas: O mais esperado filme nacional. Já assistir inúmeras vezes, em praticamente em todos as redes cinemas de Maceió e no Cine SESI, o trailer desta comédia-dramática sensível, dirigida e estrelada por Selton Mello. Sem dúvida, tem tudo para ser o melhor filme nacional do ano. É esperar ansiosamente para conferir.

Confira o trailer:




Filme: Capitães da Areia.

Data de lançamento: 09 de Dezembro.

Sinopse: Na capital baiana Salvador, nos anos de 1930, menores abandonados que vivem nas ruas enfrentam toda sorte de dificuldades. Conhecidos como "capitães da areia", são liderados pelo jovem Pedro Bala, praticando crimes como roubo e estupro.

Minhas expectativas: Provavelmente a maior incógnita de todos os próximos lançamentos nacionais, já que filmes baseados na obra de Jorge Amado, oscilam entre ótimos e chatos filmes. É torcer para que este se encaixe no primeiro grupo.

Confira o trailer:




Esses são os filmes nacionais com datas fechadas para o seu lançamento. Evidente que haverão outros que ainda não estão programados (novembro até agora não tem nenhum lançamento  agendado). E que venham mais filmes nacionais. O público agradece!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.

UM DIVERTIDO TRIBUTO À BANDIDAGEM.

Filmes.
Um divertido tributo à bandidagem.

Já havia comentado em outras ocasiões que o cinema, em especial o nosso, tem uma tendência perigosíssima em criar imagem de mocinhos para criminosos da vida real. Para engrossar a nossa lista que inclui o clássico O Bandido da Luz Vermelha e produções mais recentes como Meu Nome não é Jonhny e VIPs, chegou as telonas na última sexta-feira Assalto ao Banco Central, que eu conferi no começo da tarde de ontem, da sala 6 do Complexo Kinoplex Maceió.

A trama, baseada em fatos reais, mostra uma quadrilha liderada por Barão (Mihem Cortez, que fez Carandiru e também o figuraça capitão Fábio dos dois Tropa de Elite) e patrocinada por um misterioso figurão cheio da grana (Daniel Filho, em pequena participação), que planeja e executa o audacioso assalto ao Banco Central de Fortaleza, levando a quantia absurda de 165 milhões de reais, onde boa parte, até hoje, não foi recuperada.

Apesar de ser baseado em fatos reais, o filme é claramente ficcional, graças a um roteiro repleto de clichês (triângulo amoroso mal resolvido, alguns comparsas que se estranham entre si, etc.) e muito humor, com várias tiradas hilárias. O roteiro ao mesmo tempo é o mérito do filme, mas também sua grave falha, já que pode aparentar uma apologia ao crime. Ao contrário de filmes ficcionais que tem bandidos como heróis (como por exemplo Onze homens e um segredo, e suas continuações), Assalto ao Banco Central tem como fato verídico inspirado simplesmente o segundo maior assalto a banco do mundo. Um perigoso flerte entre ficção e realidade.

O elenco cumpre bem seus respectivos papéis, apesar de nenhuma interpretação marcante. Exceto Vinicius de Oliveira (que estreou no cinema ainda criança, quando emocionou o público na pele do pivete pentelho de Central do Brasil), que rouba a cena e nos diverte como o afetado evangélico Devanildo. A hilária sequência  onde um pastor interpretado brilhantemente pelo excepcional Milton Gonçalves convernce Devanildo de doar toda sua bolada a sua igreja e a separação da grana que será doada são simplesmente um show a parte. Conseguir brilhar e ser destaque num elenco de grandes atores como Lima Duarte, Milton Gonçalves, Guilia Gam, Hermila Guedes, entre outros, não é para qualquer um.

A direção do competente televisivo Marcos Paulo, estreando no cinema, fica no meio termo, gerando ótimas sequências como a do assalto ao banco e da prisão dos bandidos, e outras sem sal, como nas desnecessárias conversa ao celular entre a delegada Telma e sua namorada, e a tosca briga entre Barão e Pedro... digo, Mineiro (Eriberto Leão está idêntico ao seu personagem na novela global das nove) que de tão mal feita, não convence ninguém, sendo até mais patética e irreal que as sequências dos Powers Rangers da vida.

Em síntese, como obra ficcional Assalto ao Banco Central é um bom e divertido filme de ação/aventura, que fica na média da maioria dos filmes dos gênero. Em hipótese nenhuma deve ser encarado como obra fiel à realidade, do contrário, poderá ser confundido com um divertido tributo à bandidagem. Com erros e acertos, o filme é razoável e consegue mantêm o ótimo nível de produções, que nos últimos anos o nosso cinema vem obtendo.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.


Delegada Telma (Guilia Gam) e sua equipe de policiais federais.
Parece Nascimento e cia, em Tropa de Elite, mas não é.

"Dou ou não dou? Eis a questão!"
Vinicius de Oliveira rouba a cena em divertidíssima sequência.

"Quem quer dinheiro?"
Fábio Lago não é Sílvio Santos, mas o figuraça Caetano.
Mais um divertido personagem da sua carreira.

Agente de saúde: casa certa, mas na hora e no momento errado.

Empresa fachada que a quadrilha criou para despistar os vizinhos.

sábado, 23 de julho de 2011

FINALMENTE, O NOVO DRAGÃO CHINÊS?

Filmes.
Finalmente, o novo Dragão Chinês?

Galera, peço desculpas por uma falha. A mais de um mês, eu assistir um filme em DVD, e acabei esquecendo de comentar aqui. Mas, antes tarde do que nunca, né? O filme esquecido é ChenZhen: A Lenda dos Punhos de Aço, estrelando pelo "novo" astro das artes marciais Donnie Yen.  Coloquei entre aspas já que o ator não é tão novo assim, tanto na idade quanto na carreira (ele foi o vilão de Bater ou Correr em Londres, estrelado por Jackie Chan, atuou ao lado de Jet Li em Herói e estrelou outras meia dúzias de filmes).

A trama, que aparenta ser uma continuação direta do clássico Fúria do Dragão, estrelado em 1971, pelo saudoso Bruce Lee, se passa sete anos após os fatos narrados naquele filme. Desta vez, o personagem título é interpretado por Donnie Yen (além dele e de Lee, o herói já foi interpretado por Jet Li e Jackie Chan, entre outros ilustres desconhecidos, em outras produções), volta a sua terra natal, para mais uma vez bater de frente com os japoneses, seja de cara limpa ou na calada da noite, vestido igualzinho a Kato, personagem de Lee na série televisiva Besouro Verde. Uma das várias claras homenagens ao meste Lee, que inclue também a Yen dar os famosos gritinhos que o ícone dava na hora da porrada.

Além da homenagem, o destaque do filme sem dúvida é para  Donnie Yen, que simplesmente dar um show a parte, mostrando desventura nas cenas de lutas, na excelente coreografia do filme. Não assistir ainda os outros filmes estrelados por ele (O Grande Meste 1 e 2, Guarda Costas e Assassinos), que estão bombando nas locadoras e nas bancas de DVD piratas, mas, gostei do resultado e aposto que ele vai crescer tanto quanto seus colegas compatriotas Jackie Chan e Jet Li. Com ambos cada vez mais caminhando para novos gêneros, os fãs de artes marciais já estavam ficando preocupados (particularmente, acho Tony Jaa muito fraco e tosco, sem falar que ele não é chinês) quem pegaria o bastão e o título de astro da artes marciais. Mas, com o reconhecimento, um pouco tardio do talento marcial de Donnie Yen, os fãs deste sub-gênero dos filmes de ação, principalmente os produzidos na China, poderão deixar de se preocupar. É esperar para ver.

Em síntese, com um roteiro fraquinho (comum aos filmes do gênero), mas com muita ação e excelentes coreografias de luta, ChenZhen: A Lenda dos Punhos de Aço é um ótimo filme de artes marciais, que agrada aos fãs do sub-gênero e serve para consolidar ainda mais a carreira de Donnie Yen como o novo astro das artes marciais.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo, fã de filmes de artes marciais.