sexta-feira, 29 de abril de 2016

FILME DO MÊS: ABRIL/2016.


2016 está sendo um ano fodástico para nós cinéfilos. E até agora, abril foi o ápice deste ano. Pipocaram ótimos filmes que chegaram as telonas brasileiras. Destes, acabou se confirmando as apostas e Capitão América: Guerra Civil é o nosso filme do mês, sendo mais um a confirmar que este é o ano dos super-heróis nas telonas. E não é para menos, afinal, é um filmaço da Marvel com o roteiro mais bem elaborado, que tanto faz um link com o filme anterior como também outros do universo cinematográfico da fábrica de ideias, como também introduz perfeitamente o Pantera Negra e o Homem-Aranha, este, superando expectativa com a melhor caracterização nas telonas. Cereja do bolo: o quebra pau eletrizante entre os super-heróis. 

MENÇÃO HONROSA 1:


2016 está se confirmando também como o ano dos filmes gospeis, religiosos e pseudo-bíblicos. Até então lançado diretamente em home vídeo, os filmes deste sub-gênero estão cada vez mais ganhando espaço nos nossos cinemas, mas, cometendo os mesmos pecados mortais. Exceção à regra, o dramalhão açucarado Milagres do Paraíso, surpreendeu, funcionando perfeitamente como filme gospel, mostrando a fórmula que deveria ser seguida neste sub-gênero. 

MENÇÃO HONROSA 2: 


A modinha das versões moderninhas dos clássicos contos de fadas continua a todo vapor, geralmente, com filminhos regulares, que nem fede, nem cheira, mostrando claros sinais que está bom da modinha acabar. Mas, toda regra tem exceção, a Disney , maior investidora da modinha, surpreende com o ótimo Mogli - O Menino Lobo. Dirigido por Jon Favreau, que já tinha nos presenteado com os dois primeiros Homem de Ferro, o filme encanta os olhos, principalmente em 3D, por ter uma excelente parte técnica, mas, também conta com um ótimo roteiro e uma direção competente. Não é a toa que, mesmo ainda estando em cartaz, uma continuação já foi anunciada, contando com Favreau na batuta.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

MAIS UM ÉPICO FODÁSTICO DA MARVEL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?. 

Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Anthony e Joe Russo.

Elenco: Chris Evans, Robert Downey Jr., Scarlett Johanson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Paul Rudd, Chadwick Boseman, Tom Holland, Emily VanCamp, William Hurt, Martin Freeman, Frank Grillo, Marisa Tomei, Daniel Brühl, Stan Lee, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Kinoplex Maceió em 28 de abril de 2016.

Cotação

Nota: 9,5.  

Sinopse: Após os estragos decorrentes de algumas batalhas para defender o nosso planeta, o Governo inventa de pegar no pé dos super-heróis, achando que eles são uma ameaça. Através do secretario de Estado estadunidense, Thaddeus Ross (Hurt), é proposto o Tratado de Sokovia, assinado por mais de 100 países, que prever que os super-heróis serão supervisionados pela ONU, algo que o Capitão América (Evans) discorda totalmente, enquanto que o Homem de Ferro, Tony Stark (Downey Jr.), está de acordo. A porra fica séria quando ocorre um atentado atribuído ao Soldado Invernal (Stan), amigo de longas datas do Capitão. O embandeirado sai em busca de defender o amigo, só acirrando o confronto entre ele, dividindo os super heróis, rumo a um confronte inevitável entre eles.

Comentários: Sem sombra de dúvida, esse é o ano dos super-heróis nas telonas, em especial, das tretas entre eles. Depois do morcegão e o homem de aço se estranharem, agora chega a vez da galera heroica da Marvel quebrar o pau entre eles, neste que, sem sombra de dúvida, é um dos filmes mais aguardados de todos os tempos, não somente pela treta, mas, por apresentar o Pantera Negra e, principalmente, o novo cabeça de teia. Obviamente, que minha hype foi as alturas, e tratei logo de ser um dos primeiros a comprar com muito orgulho o ingresso para a pré-estreia, tão logo foram colocado a venda. Enfim, a espera acabou e acabei de assistir este, que sem sombra de dúvida, não somente é um dos melhores filmes da Marvel, mas, também do sub-gênero de super-heróis de todos os tempos. Mais uma vez, os irmãos Russo nos presenteiam com um filmaço empolgante e eletrizante do começo ao fim, graças a um roteiro muito bem elaborado e estruturado, disparado um dos melhores da Marvel, que, dosando perfeitamente ação e diálogos, além de fazer uma ligação com filmes anteriores e apresentar em grande estilo os citados heróis. Empolgante, envolvente, divertidíssimo, do começo até a segunda cena pós-crédito (rola uma outra cena antes, no meio dos créditos finais), mais uma vez a Marvel acerta em cheio e o resultado consegue ir além da expectativas com um filmaço imperdível, feito na medida certa para agradar fãs dos quadrinhos e da saga dos heróis nas telonas.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


 "Tá na hora do pau!"
Turma de super-heróis, liderada pelo embandeirado,
indo de encontro para resolver a treta entre eles. 

 O fodão Pantera Negra estreando em grande estilo
no universo Marvel nas telonas. 

 
Cabeça de teia roubando a cena no trailer e também no filme. 

Verás que um filho teu não foge a luta. 
Enlatado fodão chegando para a porradaria.

 
Treta entre os super-heróis. 
A porradaria rola solta.  

  


terça-feira, 26 de abril de 2016

JUIZ FODÃO E CONTINUAÇÃO DE CONTOS DE FADAS MODERNINHO EM SESSÃO DUPLA DE CINEMA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?. 

Em Nome da Lei.
Produção brasileira de 2015.

Direção: Sergio Rezende.

Elenco: Mateus Solano, Paolla Oliveira, Chico Diaz, Eduardo Galvão, Emílio Dantas, Silvio Guindane, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Kinoplex Maceió em 25 de abril de 2016.

Cotação

Nota: 7,0.  


Sinopse: Inspirado em fatos. Na trama, o juiz Sérgio Moro (Brincadeirinha! Não me contive ao perceber que Mateus Solano lembra fisicamente o juiz fodão da "República de Curitiba"). Voltando ao assunto... Na trama, o juiz federal Vítor Ferreira (Solano), acaba de chegar na cidade de Fronteiras, que como o nome já denuncia, faz fronteira com o Paraguai. Determinado a acabar com a festa da bandidagem, sobretudo do poderoso e temido traficante fodão Gomez (Diaz), toma uma série de medidas que embasam os seus negócios ilícitos. Com suas atitudes ousadas e corajosas, de início Vítor bate de frente também com a promotora Alice Costa (Oliveira) e o delegado federal Elton (Galvão), por atrapalharem as suas investigações, mas, com o passar do tempo, formam um trio fodástico contra a bandidagem. Nesse meio tempo, o juiz Vítor ainda arruma uma tempinho para colocar na vara de execução sua colega promotora (Ops! Outra piadinha tosca! Desculpa!).

Comentários: Você deve está notando que estou muito gaiato. O motivo de tanta gaiatice, é porque ontem a caminho do cinema, caiu a ficha que desde do legalzinho Um Suburbano Sortudo, lançando no começo de fevereiro, que não chega aos cinemas uma comédia abestalhada tupiniquim, mas nesse tempo não deixaram de estrear produções nacionais, boa parte delas semanalmente. Será que, finalmente, os que fazem o nosso cinema perceberam que existem outros gêneros cinematográficos a serem explorados? Tomara que sim. É bem verdade quem Em Nome da Lei, é um filme do segundo gênero mais explorado por nosso cinema, o policial. Mas, é inegável que é louvável ver nosso cinema investir em produções fora da modinha que, com toda sinceridade, já deu o que tinha que dar. Dirigido pelo mestre Sérgio Rezende, que já presentou a nossa filmografia com as cinebiografias  O Homem da Capa Preta e Guerra de Canudos, o filme tem um roteiro satisfatório que, por um lado, nos presenteia com um faroeste moderninho, por outro, tropeça feio com alguns furos patéticos e desnecessários, como todos os romances insossos, que não contribuem em nada com a trama. As sequências de ação são apenas razoáveis, não chegando a empolgar, enquanto que as atuações são competentes, apesar de nada memoráveis. Para ser sincero, esperava mais de um filme dirigido por Rezende (quem assistiu Guerra de Canudos sabe que o cara bombou nas sequências de batalhas), mas, o resultado final não é dos piores, muito pelo contrário, é bem satisfatório já que Em Nome da Lei é um filme de ação legalzinho, que tem como principal mérito dá sua contribuição para o nosso cinema da mesmice. 




C Caçador e a Rainha de Gelo (The Huntsman: Winter's War).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Cedric Nicolas-Troyan. 

Elenco: Chris Hemsworth, Charlize Theron, Emily Blunt, Jessica Chastain, Nick Frost, Rob Brydon, Sheridan Smith, Alexandra Roach, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Kinoplex Maceió em 25 de abril de 2016.

Cotação

Nota: 6,0.  

Sinopse: Continuação de Branca de Neve e o Caçador. A trama se inicia com fatos antes do filme anterior, quando a princesa Freya (Blunt), após uma trágica decepção amorosa, desperta seu poder mágico, chuta o pau da barraca, se separa da sua irmã Ravenna (Theron) e vai fundar seu próprio reino, tornando-se a Rainha de Gelo. Por onde ela passa, ela e seu pequeno exército vai dizimando aldeias, sequestrando crianças, treinando-as para ser guerreiros chamados Caçadores. Anos depois, seus dois melhores caçadores (Hemsworth e Chastain), inventam de quebrar a única regra do seu reino: se apaixonarem. Peidada, Freya acaba com a festa dos pombinhos. Passados mais alguns anos, já no sétimo ano da rainha Branca de Neve (Kristen Stewart, no primeiro filme, e a sombra de uma ilustre desconhecida figurante não creditada, neste filme), o espelho de Ravenna é roubado, cabendo ao Caçador fodão, evitar que o mesmo caia nas mãos da rainha de gelo. 


Comentários: Desnecessário. Foi a sensação que tive ao ver pela primeira vez e depois, exaustivamente, nas últimas semanas, o trailer desta continuação de um dos melhores filmes da atual modinha de contar com nova roupagem clássicos contos de fadas. E a mesma sensação eu tive, durante cada minuto que assistia ontem o filme. Nem vou comparar com o original, para não ter que diminuir ainda mais a nota, e troca as duas estrelinhas por um cocô. O Caçador e a Rainha de Gelo tem um roteiro muito regular, que resulta num filminho fraquinho, que sofre com a falta de sequências empolgantes e impactantes. Resume-se a ser apenas um filminho de aventura legalzinho e burocrático, que nem fede, nem cheira, e se caso não existisse, não faria falta nenhuma para a história do cinema. Esquecível, sem muito novidade, apenas cumpre a missão de ser bacaninha, e comprovar a velha regra que uma continuação é pior que o original. Não chega a ser decepcionante, pois como eu disse, o próprio trailer mostra claramente que não é grande coisa. É apenas encarável e divertidinho, graças ao talento do quarteto central de excelentes atores, que claramente estão se divertindo neste mico. Descartável e bobinho, assista só se não tiver outra coisa melhor para assistir.



Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.