sexta-feira, 21 de abril de 2017

FÁBULA LEGALZINHA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

A Família Dionti.
Produção brasileira e britânica de 2015.

Direção: Alan Minas.

Elenco: Antonio Edson, Gero Camilo, Murilo Quirino, Bernardo Lucindo, Anna Luiza Marques, Bia Bedran, Neila Tavares, Fernando Bohrer, Alisson Minas, Maria Julia Garcia, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala Elinaldo Barros do Centro Cultural Arte Pajuçara em 21 de abril de 2017.

Cotação

Nota: 6,0.

Sinopse: No interior de Minas Gerais, Josué (Edson) mora com seus dois filhos adolescentes, Serino (Lucindo) e Kelton (Quirino), já que a mãe, sumiu no mapa, após, literalmente falando, se derreter de amor. Na escola, seu caçula, Kelton, acaba conhecendo e se apaixonando a primeira vista por Sofia (Marques), sua nova colega, de família circense. A partir de então, Kelton passa a suar demais e, consequentemente, a derreter, como ocorreu com sua mãe.

Comentários: Mais um filme tupiniquim que após circular e ser premiados em festivais mundo afora, chega ao grande público. Tudo bem que os caras fazem filmes assim com esse interesse específico, mas, particularmente, acho um falta de respeito e até total desprezo por nós, meros espectadores, o que reforça o preconceito que nós só gostamos apenas de comédias bobocas. Pô! Como querem mudar isso, se quando pinta um trabalho mais autoral, só é lançado para nós quando já rodou mundo afora? Enfim, deixando de lado a bronca vamos ao que interessa que é comentários dessa produção mineira. Formada basicamente por um elenco de ilustres desconhecidos (salvo apenas a pequena participação de Gero Camilo, mais conhecido por ser o cara que namorou, casou e beijou o travecão vivido por Rodrigo Santoro em Carandiru), o filme traz uma fábula interessante, criativa e curiosa, mas, que vai se perdendo à medida que a história avança, por causa de um roteiro que acaba não levando adiante a criatividade inicial. O resultado é um filme legalzinho, bonitinho, que fica apenas na boa intenção.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


TERROR NO ESPAÇO MAIS UMA VEZ.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Vida (Life).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Daniel Espinosa.

Elenco: Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, Hiroyuki Sanada, Ariyon Bakare, Olga Dihovichnaya, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Kinoplex Maceió em 20 de abril de 2017.

Cotação

Nota: 7,0.

Sinopse: Numa missão em conjunta, astronautas de várias nacionalidades comemoram recuperarem com êxito uma sonda vinda Marte, com amostras do planeta vermelho, com destaque para um ser unicelular, que é a prova inequívoca que há vida por lá. Mas, numa experiência rotineira feita pelo cientista Hugh Derry (Bakare), o ser não somente desperta como também mostra que não é nem um pouco amistoso, e a porra fica séria, forçando os astronautas a lutarem por suas vidas.

Comentários: Tão logo vi pela primeira vez o trailer desse filme, me veio logo o pensamento: "Eu já vi isso antes!". Afinal, impossível não lembrar do clássico fodástico Alien, O 8º Passageiro e tanto outros que vieram depois. Mesmo assim, à medida em que fui vendo infinitas vezes o trailer nas minhas idas semanais ao cinema, me despertou a vontade de assisti-lo, algo que fiz logo na estreia. Vida (ignoremos o tosco título que mais parece apelido carinhoso usado por casal meloso) é um filme que, como esperado, não traz nenhuma novidade, com um roteiro satisfatório, que rende um filme com bons momentos de suspense e reviravoltas bacanas. Enfim, cumpre direitinho a missão de divertir sem exigir uma queimadinha de neurônios. Um filme razoável.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

TENSA, COMOVENTE E TRÁGICA HISTÓRIA REAL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

O Poder da Coragem (Neerja).
Produção indiana de 2016.

Direção: Ram Madhavani.

Elenco: Sonaam Kapoor, Shabana Azmi, Shekhar Ravjiani, Madhur Anand, Kavi Shastri, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) em 17 de abril de 2017.

Cotação

Nota: 7,0.  
Sinopse: Baseado em fatos ocorridos no início de setembro de 1986. Neerja Bhanot (Kapoor) é uma jovem indiana às vésperas de completar 23 anos, que só quer dar a volta por cima após o fim de um péssimo casamento, dedicando-se fielmente ao seu trabalho de comissária de bordo da companhia Pam Am. Mas, tudo isso é mudado quando no voo que trabalhava que iria de Mumbai na Índia para Nova Iorque nos Estados Unidos, ao fazer um escala no Paquistão, é invadido por quatro terroristas do grupo Abu Nidal, que sequestram o avião, ameaçando a vida de todos a bordo.

Comentários: Não só de produções musicais luxuosas e ao mesmo tempo bregas vivem a indústria bollywoodiana. Esse filme novíssimo e até então inédito, exibido na última Tela Quente, é um bom exemplo disso. Trazendo a torna um trágico fato ocorrido há trinta anos atrás, O Poder da Coragem é um filme com um roteiro satisfatório, que prende nossa atenção do começo ao fim. Tenso e ao mesmo tempo comovente, um suspense dramático competente que vale a conferida, principalmente, para conhecer a comovente e trágica história do ato de coragem da jovem indiana que acabou se tornando uma heroína nacional do seu país. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.