terça-feira, 27 de setembro de 2016

SUBURBANA HILÁRIA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

Tô Ryca!
Produção brasileira de 2015.

Direção: Pedro Antonio.

Elenco: Samantha Schmütz, Katiuscia Canoro, Marcus Majella, Fabiana Karla, Marcelo Adnet, Anderson Di Rizzi, Marcelo Melo Jr., Marília Pêra, Mauro Mendonça, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Kinoplex Maceió em 27 de setembro de 2016.

Cotação

Nota: 7,5.  

Sinopse: Selminha (Schmütz) é uma suburbana irritadinha, que rala muito como frentista de posto, junto com sua melhor amiga Luane (Canoro). Sua vida de merda muda quando ela descobre que um tio que ela nem sabia que existia (Schmütz), lhe deixou uma bolada de R$ 300 milhões, mas, com uma condição: para receber a grana, Selminha terá que gastar em um mês, R$ 30 milhões. Ela topa o desafio e começa a gastar adoidado, arrastando com ela, Luane, Ulysses (Majella) e Marilene (Karla), respectivamente, contador e estagiária do escritório de advocacia responsável pela execução do desafio proposto no testamento.

Comentários: Sinceramente, não esperava nada deste filme que é mais uma comédia abestalhada do nosso cinema nacional, principalmente, porque o trailer que foi bombardeado nas últimas semanas, passou a imagem que seria um filme ruim e totalmente sem graça. Mesmo assim, como entusiasta do nosso cinema nacional, encarei, mas, já preparado para meter o pau. E acabei sendo surpreendido. Não que o filme tenha um bom roteiro, que traga alguma novidade. Muito pelo contrário, tem alguns furos, está recheadão de clichês, que vai do dramalhãozinho insosso e a lição de moral que todo mundo sabe de cor e salteado, ao choque de classes sociais - suburbanos e elite - trabalhados recentemente no nosso cinema com Vai Que Cola - O Filme e Um Suburbano Sortudo. Mas, o filme consegue se superar pelo seu elenco talentoso, bem a vontade e entrosado, com destaque para Samantha Schmütz, finalmente debutando como protagonista, que está hilária, dando um show. Em síntese, agradabilíssima e divertida surpresa descerebrada que merece ser conferida.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.  


RECORDAR É REVER: DIA DE TREINAMENTO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

Dia de Treinamento (Training Day).
Produção estadunidense de 2001.

Direção: Antoine Fuqua.

Elenco: Denzel Washington, Ethan Hawke, Scott Glenn, Tom Berenger, Harris Yulin, Raymond J. Barry, Cliff Curtis, Dr. Dre, Snoop Dogg, Macy Gray, Charlotte Ayanna, Eva Mendes, Raymond Cruz, Terry Crews, entre outros.

Blogueiro assistiu em home vídeo (DVD) e na TV aberta (SBT).

Cotação

Nota: 9,5.  

Sinopse: O jovem policial Jake Hoyt (Hawke) está ansiosíssimo para ingressar no departamento de narcóticos de Los Angeles. A chance aparece e o cara vai estagiar como parceiro do renomado policial fodão Alonzo Harris (Washington). Mas, o sonho de consumo de Jake acaba se transformando numa puta pesadelo, quando ele de cara percebe que o parceiro na verdade é um cara que não vale merda, um policial corrupto, que usa e abusa da autoridade para tocar o terror e encher o rabo de dinheiro, principalmente, agora que está numa roubada de está devendo a mafiosos russos. 

Comentários: Mais um daqueles filmes que passou batido, mas, que eu jurava ter comentado aqui. Aproveitando o lançamento do fodástico remake Sete Homens e Um Destino que  junta mais uma vez, após quinze anos, o competentíssimo diretor Antoine Fuqua com a dupla de protagonistas deste fodástico filme policial (algo que o SBT deveria ter feito, mas, preferiu reprisar pela enésima vez  Possuídos, outro filme estrelado por Washington). O filme traz um roteiro que, a priori, não traz novidade ao gênero (policial bonzinho e policial malvadão vêm se engafiando desde dos primórdios da sétima arte). Mas, a forma como a trama é conduzida maestralmente por Fuqua, no seu segundo trabalho na batuta, e, principalmente, a excepcional atuação de Denzel Washington, que lhe valeu o Oscar de Melhor Ator, o eleva o filme ao status de filmaço fodástico. Em síntese, simplesmente, um dos melhores filmes do gênero policial. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


PAPAI GAROTÃO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  


Este é o Meu Garoto (That's My Boy).
Produção estadunidense de 2012.

Direção: Sean Anders.

Elenco: Adam Sandler, Andy Samberg, Leighton Meester, James Caan, Milo Ventimiglia, Nick Swardson, Susan Saradon, Vanilla Ice, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) em 25 de setembro de 2016.

Conceito

Nota: 7,0.   

Sinopse: Donny (Justin Weaver) é um típico garotão de treze anos, metido a gostosão quando na verdade é um tremendo donzelão, que após ficar de castigo por cantar a professora (Eva Amurri Martino), é surpreendido quando ela parte para o ataque e os dois iniciam um rolo cheio de sapeca-iaia. O rolo é descoberto e a professora, que acaba embuchando de Donny, é condenada a trinta anos de prisão. Donny vira uma celebridade e cuida do moleque, que ele deu o nome de Han Solo, até ele completar dezoito anos, quando se manda e toma chá de sumiço. O tempo passou, e Donny (Sandler) agora um quarentão, está falidíssimo, devendo uma grana preta a Receite Federal. É nesse momento de pindaíba que ele descobre o paradeiro do filho, que agora se chama Todd (Samberg) e está prestes a casar. O papai bobão que não cresceu não perde tempo e vai ao encontro do filho, já que um apresentador televisivo, promete lhe dá uma puta grana se ele conseguir convencer o filho de ir a prisão se reencontrar com a mãe (Saradon).


Comentários: Custou, mas finalmente assistir esse malhadíssimo filme de Adam Sandler (provavelmente um dos mais malhados de toda sua carreira), depois de várias tentativas. Provavelmente o motivo de tanta malhação é o fato do filme tocar em temas sérios como abuso de menor e incesto, gerando um humor politicamente incorreto. Sinceramente, gostei do filme, rir um bocadinho, não é essa bomba homérica toda que boa parte do público e da crítica nos faz acreditar. É bem verdade que é mais uma comédia com roteiro regular, raso, com algumas piadas engraçadinhas, ou seja, um típico filme de Sandler, que tanto a crítica ama malhar. Para este blogueiro, é um filme nem fede, nem cheira na carreira do astro, mas, também não é a grande merda que a maioria acha. Com um pouco de senso de humor, boa vontade e não levar a sério em nenhum, vai perceber que é um filminho engraçadinho. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.