quarta-feira, 24 de agosto de 2016

RECORDAR É REVER: A FORÇA DO DESTINO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

A Força do Destino (An Officer and a Gentleman).
Produção estadunidense de 1982.

Direção: Taylor Hackford.

Elenco: Richard Gere, Debra Winger, Louis Gossett Jr., David Keith, Lisa Blount, Lisa Eillbacher, Tony Plana, Keith David, Robert Loggia, David Caruso, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e em home vídeo (VHS).

Cotação

Nota: 8,5.  

Sinopse: Após a vida de vagabundagem e querendo provar ao pai (Loggia), um ex-militar que vive na manguaça, que pode ir além de ser um mero fodido, o jovem Zack Mayo (Gere) sai das Filipinas, onde foi criado no meio das quengas, e volta aos States, precisamente a Washington, para se alistar e se formar como oficial da marinha. No treinamento, Zack encara o durão sargento Emil Forley (Gossett), que toca o terror nele e nos seus colegas. Nas horas de folga, Zack se envolve com Paula Pokrifki (Winger), uma jovem operária local, por quem acaba se apaixonando.

Comentários: Corrigindo uma pilha de provas me deparo na madrugada de segunda para a terça com a exibição no Corujão deste clássico oitentista, indicado a seis Oscars, levando merecidamente o de melhor ator coadjuvante para Louis Gossett Jr., que simplesmente, arrebenta, humilha e ofusca todos os colegas de elenco com uma atuação excepcional, a melhor de sua carreira, e pela melosa música-tema. Conhecido hoje bem mais por ela e pelo tosco e meloso final romântico bonitinho, o filme é um interessante drama militar, com roteiro bem desenvolvido que só não é melhor por perder tempo com o romance água com açúcar do casalzinho protagonista. Fora isso, temos um filme competente que vai muito além da breguice melosa que o tornou célebre. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 
Final meloso entrou para a história do cinema.

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