quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O CANTO DO CISNE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

Dr. Dolittle 5 (Dr. Dolittle: Million Dollar Muts).
Produção estadunidense de 2009.

Direção: Alex Zamm.

Elenco: Kyla Pratt, Tegan Moss, Brandon Jay McLaren, Jason Bryder, Doron Bell, Karen Holness, Judge Reinhold, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV por assinatura (Megapix) em 17 de agosto de 2016.

Cotação

Nota: 6,5.  

Sinopse: Maya Dolittle (Pratt) acaba de ser aceita para a Universidade de São Francisco, onde ficará sete anos estudando medicina veterinária, o que a frustra um pouco, já que quer ajudar os animais o mais rápido possível. Um belo dia, ao ser flagrada pela imprensa local quando ajudava a um gato de uma senhora, Maya chama atenção da celebridade Patricinha fútil, Tiffany Monaco (Moss), que a leva a Hollywood para ajudar com sua cachorrinha e, posteriormente, ficar por lá mesmo com a possibilidade de ganhar um programa televisivo.

Comentários: Dr. Dolittle é um divisor de águas na carreira de Eddie Murphy. A refilmagem de O Fabuloso Doutor Dolittle acabou desviando a carreira de Murphy, que andava capengando com filmes ruins, para o público infantil, onde faz um expressivo sucesso. O filme também ajudou a carreira da jovem atriz e cantora Kyla Pratt, na época do filme uma criança que tinha feito apenas algumas participações em seriados televisivos e a partir daí, atuou em todas as continuações, estrelando sozinha as três últimas. É bem verdade que a moça não teve a mesma sorte que seu colega e pai nos dois filmes e sua carreira, até agora, não decolou, e a moça continua tocando a vida como no começo, participando de seriados televisivos mas, pelo menos tem uma franquia no currículo para chamar de sua. O quinto e último filme da franquia é a mesmice de sempre. Uma comédia infantil bobinha, com roteiro sem novidades nenhuma, que explora a última gota a interessante premissa da franquia. Lançado diretamente em home vídeo como todos os filmes da franquia sem Murphy, é mais uma bobagem descartável, sem graça, que nem fede, nem cheira, que pode até agradar os pirralhos novinhos (e somente a eles), que daqui alguns anos será um clássico da Sessão da Tarde. Uma pena!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


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