quarta-feira, 24 de agosto de 2016

INTERESSANTE COMÉDIA ROMÂNTICA TUPINIQUIM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

A Dona da História.
Produção brasileira de 2004.

Direção: Daniel Filho.

Elenco: Marieta Severo, Débora Falabella, Antônio Fagundes, Rodrigo Santoro, Giulia Gam, Fernanda Lima, Renata Sorrah, Jô Soares, Gabriel Braga Nunes, Daniel de Oliveira, Marcos Oliveira, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) em 24 de agosto de 2016.

Cotação

Nota: 6,5.  

Sinopse: Baseado na peça teatral homônima  de estrondoso sucesso, escrita por João Falcão. A trama gira em torno de Carolina (Severo), que está passando por um momento de crise, principalmente, por ver o seu casamento com Luiz Cláudio (Fagundes), grande amor da sua vida, indo para o brejo, apesar dele está fazendo de tudo para reconquistá-la. Fazendo um balanço da sua vida, ela acaba encontrando com ela mesma quando tinha dezoito anos (Falabella), que, ao ver a versão coroa frustrada, resolve mudar os rumos de sua vida. Só que cada mudança não gera o resultado esperado pelas duas, ou melhor, por Carolina.

Comentários: Pensa errado que a novela Velho Chico seja a primeira vez que Rodrigo Santoro e Antônio Fagundes dividiram um mesmo personagem. Em 2004 a dobradinha entre os grandes atores aconteceu nas telonas nesse filme que conta com uma premissa interessante e tinha tudo para ser um filmaço divertido, um dos melhores do nosso cinema. Ficou apenas na boa intenção, pois o filme é prejudicado por um ritmo um pouquinho lento, e, principalmente, pela melosidade romântica. O resultado é um filme interessante, com um bom roteiro que ganha força com as atuações do quarteto protagonistas (principalmente, Severo e Falabella, que dão um show), mas, que infelizmente, não sai da primeira marcha, e acaba sendo mais um filminho calcinha bobinho e ligeiramente meloso. Mas, vale a pena conferir, não tanto pela premissa interessante desperdiçada, mas, pelas ótimas atuações de um elenco inspirado que torna o filme melhor do que realmente ele é.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.  

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