domingo, 2 de julho de 2017

RECORDAR É REVER: O REI E OS TRAPALHÕES.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

O Rei e Os Trapalhões.
Produção brasileira de 1979.

Direção: Adriano Stuart.

Elenco: Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum, Zacarias, Mario Cardoso, Heloisa Milet, Carlos Kurt, Philippe Levy, Miryan Thereza, Helio Ribeiro, Dino Santana, Tony Vermon, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e no notebook.

Cotação

Nota: 6,5.

Sinopse: Inspirado no clássico O Ladrão de Bagdá. Há muito tempo atrás, num reino no Oriente Médio, o jovem rei Amad (Cardoso), querendo conhecer a realidade do seu povo, inventa de se disfarçar e anda no meio do povo, no mercado, justamente no dia em que os amigos e ladrões rafamés Abdul (Aragão), Abol (Dedé Santana), Abel (Mussum) e Abil (Zacarias) causam a maior confusão no local. Aproveitando a ocasião, o grão-vizir Jafar (Kurt), arma um golpe e aprisiona Amad junto com o quarteto de larápios. Mas, eles acabam fugindo da prisão e unem forças para combater o bandidão e recuperar o trono.

Comentários: Cenário da maioria das produções bíblicas dos últimos anos, o Marrocos também serviu de cenário para um filme do saudoso grupo Os Trapalhões. E não é de qualquer filme, já que trata-se do filme que é a décima maior bilheteria da filmografia do grupo e atualmente é a vigésima segunda bilheteria do nosso cinema nacional, filme que levou mais de quatro milhões de expectadores. Com história e roteiro de Renato Aragão, que teve a colaboração de Victor Lustosa, o filme tinha tudo para ser um dos melhores do grupo (particularmente, quando pirralho, eu amava o filme, e vibrava toda vez que era exibido na TV). E inicia bem, mas, acaba despencando na qualidade a partir da segunda metade, com a história caindo no ridículo e no absurdo, e para piorar, com sequências claramente esticadas e desnecessariamente longas, prejudicando demais o resultado final. Decepciona, mas, pelo menos, consegue ser superior a boa parte da filmografia do grupo, que aqui, está bem entrosado e com o tempo de cena praticamente igual para cada um dos membros.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

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