domingo, 8 de dezembro de 2013

LUNDGREN EM MAIS UM FILME RUIM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. 

Duelo de Dragões  ou Passagem para o Inferno (Bridge of Dragons).
Produção estadunidense de 1999.

Direção: Isaac Florentino .

Elenco: Dolph Lundgren, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV Aberta (Band) em 07 de dezembro de 2013.

CotaçãoCoco do Cachorrão

Nota0,5

Sinopse: Em algum lugar no feofó do mundo, onde o futuro encontra o passado, a inesperada morte de um rei, deixou o trono de herança para sua filha, a princesa Halo (Chow). Jovem demais para governar, o ambicioso general  Ruechang (Tagawa) assume o poder e implanta uma cruel ditadura, a base da violência praticada pelo seu exército implacável, onde o mais fodão de todos os soldados é Warchild (Lundgren), que tem uma dívida de gratidão por Ruechang por ele ter salvo sua vida. Mas, a idolatria pelo ditador irá para o beleléu, quando a princesa inventa de fugir do casório com Ruechang e Warchild é incumbido de capturá-la. Ele cumpre a missão, mas, acaba se apaixonando pela gata, que de quebra, o faz cair a ficha sobre quem de fato é o vilão. Warchild chuta o pau da barraca, se vira conta o ditador e passa a proteger a princesa.

Comentários: Para mim, um dos maiores mistérios da natureza é como um cara com um Q.I altíssimo como Dolph Lundgren, escolhe fazer filmes tão ruins como este que a Band exibiu na noite de ontem, que, aliás, já o exibiu essa merda com os dois títulos (tradução literal do original e também o título que chegou por aqui em home vídeo). O filme além de ter um péssimo roteiro, é uma produção muito mal feita, com toscas sequências de ação, muito mal feitas, principalmente, graças a canastrice exagerada e antecipada dos dublês/figurantes que, em boa parte das cenas, antes mesmo de serem atingidos, já estavam pinotando, caindo e fazendo cara de fodidos. O figurino dos soldados do ditador, que mescla fardamento de soldados da 2ª Guerra Mundial e do Vietnã, parece que foi pego emprestado de outras produções, aparentando que esse filme que foi feito a toque de caixa. Nada funciona nessa merda que figura não somente entre os piores filmes de Lundgren, como também da história do cinema. Triste reencontro de Lundgren com o vilão do fodástico Massacre no Bairro Japonês, Cary-Hiroyuki Tagawa. Ganha nota 0,5, porque de tão ridículo, provoca inevitáveis gargalhadas, principalmente, no clímax. 

Rick  Pinheiro.
Cinéfilo.

 
Essa merda é encontrada por aqui 
também com o título acima.


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