sexta-feira, 13 de julho de 2018

DURO DE MATAR NO INFERNO NA TORRE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Arranha-Céu: Coragem Sem Limites (Skyscraper).
Produção estadunidense de 2018.

Direção: Rawson Marshall Thurber.

Elenco: Dwayne Johnson, Neve Campbell, Chin Han, Roland MØller, Noah Taylor, Byron Mann, Pablo Schreiber, Adrian Holmes, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Kinoplex Maceió em 13 de julho de 2018.

Cotação

Nota: 8,0.


Sinopse: Will Ford (Johnson) é um agente fodão de um esquadrão de elite do FBI, que numa operação rotineira de resgate, acaba se ferindo, perdendo uma das pernas. Dez anos depois é convidado a ir a Hong Kong com a família, para supervisionar e se hospedar num prédio fodástico com alta tecnologia. O que era para ser um simples serviço de consultoria torna-se uma luta para salvar sua família, quando um grupo de criminosos invade o local, toca fogo, a fim de pegar um drive que está como empresário (Han), proprietário do prédio.

Comentários: Emendando um trabalho atrás do outro já algum tempinho, 2018 é o ano do astro Dwayne Johnson, já que em apenas sete meses, chegaram aos cinemas três trabalhos estrelados por ele. O terceiro  - e particularmente o que eu mais aguardava - coincidentemente (ou não) chega aos cinemas exatos trinta anos da estreia do fodástico Duro de Matar, é um filme que é impossível não associar com este clássico oitentista responsável pelo estouro de Bruce Willis, outro astro carequinha que emenda um filme atrás o outro, sem o mesmo brilho de outrora e o prestígio atual do eterno The Rock. Arranha-Céu: Coragem Sem Limites é um filme que até faz jus a data, obviamente, guardada as devidas proporções, pois claramente traz diversos elementos do clássico aniversariante trintão misturado com o clássico setentista Inferno na Torre e com uma pitadinha bem generosa de um cena cagada e cuspida do também clássico setentista Operação Dragão. Com um roteiro satisfatório, que traz uma trama sem novidades ao gênero, pelo contrário, muito clichês, mas, que mesmo assim, consegue nos envolver e empolgar, graças principalmente a parte técnica impecável, e as carismáticas atuações de Johnson e de Neve Campbell, a eterna musa protagonista da tetralogia Pânico, que aqui, tem alguns momentos para brilhar. Em síntese, cumpre a missão direitinho de ser uma diversão empolgante do começo ao fim de primeira, e por isso mesmo, vale a pena conferir.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.



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