segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A VELHA MAGIA INFANTO-JUVENIL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

O Mistério do Relógio na Parede (The House With a Clock in its Walls).
Produção estadunidense de 2018.

Direção: Eli Roth.

Elenco: Jack Black, Cate Blanchett, Owen Vaccaro, Sunny Suljic, Collen Camp, Renée Elise Goldsberry, Kyle MacLachlan, Lorenza Izzo, Aaron Beelner, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Cinesystem Maceió em 24 de setembro de 2018.

Cotação

Nota: 7,5.

Sinopse: Baseado no romance infanto-juvenil homônimo escrito por John Bellairs. Após ficar órfão de pai e mãe, Lewis (Vaccaro) vai morar com o seu tio excêntrico Jonathan Barnavelt (Black), e acaba descobrindo que ele, e sua inseparável vizinha, Florence Zimmerman (Blanchett) são dois bruxos. A partir de então, Lewis começa a dar seus primeiros passos no aprendizado da arte da magia, sem saber do perigo que irá encarar.

Comentários: Jack Black num filme infanto-juvenil, adaptação de um livro de uma série, mais um candidato a se tornar franquia para este público específico não é novidade. Surpresa mesmo é ver que o filme é dirigido por Eli Roth, que dirigiu obras sanguinolentas para adultos como O Albergue, Canibais e que recentemente foi responsável pelo remake Desejo de Matar, fazendo seu debute em filmes para todas as faixas etárias. E o cara não faz feio, mandando super-bem, trazendo um típico filme de fantasia infanto-juvenil à moda antiga, com roteiro satisfatório, com uma trama bem simples e redondinha, feito sob medida para agradar a pirrralhada. E esse é o grande diferencial de produções atuais deste tipo, que tentam agradar adultos e a pirralhada. Aqui, a grande preocupação é apenas com eles, o que para os adultos acabam encarando com um filme muito bobinho, inclusive, alguns podem até achar entediante. Em síntese, o típico filme feito sob medida para gurizada, com pretensões claras de se tornar uma franquia.  Se você não se importa com isso, irá encarar com uma boa e quem sabe até se divertir.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


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