terça-feira, 11 de janeiro de 2022

PACIFICAÇÃO ARTIFICIAL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Intervenção - É Proibido Morrer.
Produção brasileira de 2019.

Direção: Caio Cobra.

Elenco: Marcos Palmeira, Bianca Comparato, Babu Santana, Juliane Araújo, Rainer Cadete, Dandara Mariana, Rafael Losso, Vitor Thiré, André Ramiro, Antonio Grassi, Zezé Motta, Castrinho, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 09 de janeiro de 2022.

Sinopse
: Inspirado em fatos. Em 2008, a fim de acabar com a ação do tráfico nas comunidades carentes, o Governo do Rio de Janeiro criou as UPPs - Unidade de Polícia Pacificadora. A jovem recruta da PM Larissa (Comparato) ingressa em uma das UPP, bastante empolgada, acreditando que pode fazer a diferença e de fato pacificar a comunidade da Lage. Mas, logo de cara, ela percebe que a realidade é bem diferente do que imaginava.

Comentários
: Acredito que se não fosse a pandemia, esse filme policial que acabou chegando e saindo dos cinemas timidamente no ano passado, poderia fazer um sucesso tão estrondoso como Tropa de Elite. Porém, quem for assisti Intervenção achando que seja tão bom quanto este, com certeza, irá quebrar a cara direitinho, e terá uma puta decepção. As comparações até são compreensivas, até por tratar de temáticas parecidas, mas, é melhor que as evite até para dar uma chance a esse filme, bem dirigido e contando com boas atuações. O grande problema acaba sendo justamente o roteiro que, mesmo trazendo uma boa trama e algumas situações realistas bastante interessantes, acaba atrapalhando o bom, se perdendo no fim do caminho, estragando o resultado final. Uma pena mesmo, pois tinha potencial para ser um filmão e, quem sabe, ser tão fodástico e inesquecível como a duologia dirigida por José Padilha. Mesmo assim, o estrago não causa uma perda total já que, sem criar nenhuma expectativa, até pode curtir um filme bacaninha. 
Cotação: / Nota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

Na falta do trailer, vai um pequeno trecho do filme.

domingo, 9 de janeiro de 2022

COBRA KAI COMENDO COBRA KAI.

 = Excepcional. /  = Muito boa. /  = Boa./  = Regular. / = Fraca. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Cobra Kai - Temporada 4 (Cobra Kai - Season 4
).
Produção estadunidense de 2021.

Direção: Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg, Marielle Woods, Joel Novoa, Tawnia McKiernan e Josh Heald.

Elenco: Raph Macchio, William Zabka, Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Gianni Decenzo, Peyton List, Vanessa Rubio, Thomas Ian Griffith, Martin Kove, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 08 e 09 de janeiro de 2022.

Sinopse
: Nova temporada da série que dar continuidade aos eventos da franquia de filmes Karatê Kid. Após mais uma treta generalizada entre os jovens alunos dos dojos Cobra Kai, Miyagi-do e o recém-criado Presas de Águia, Daniel LaRusso (Macchio) e Johnny Lawrence (Zabka), precisam deixar de lado suas desavenças de décadas para prepararem seus alunos para o torneio regional de karatê, que além da premiação em si, para eles está valendo o funcionamento dos seus dojos ou do rival John Kreese (Kove). Este querendo a todo custo manter o Cobra Kai e acabar com os dos rivais, resolve pedir arrego ao seu velho amigo Terry Silva (Griffith).

Comentários
: E no apagar das luzes de 2021, a Netflix lançou a nova temporada da produção, que consegue a proeza de ser nostálgica e ao mesmo tempo conquistar a nova geração. No seu quarto ano, o segundo como produção original Netflix, a série consegue manter esse padrão de qualidade, avançando um pouco mais, e de quebra, dando relevância ao péssimo Karatê Kid III - O Desafio Final, para mim, o pior filme da franquia. Contando com dez episódios, os roteiristas desta vez desenvolveram um pouco mais boa parte dos personagens, ao mesmo tempo que deu um tempo nas participações de membros do elenco dos filmes originais como nas temporadas anteriores, que nesse caso teve como novidade apenas Thomas Ian Griffith voltando ao vilão do citado filme. Outra novidade foi a introdução de dois novos interessantes personagens, um deles bem desenvolvido e com um arco envolvente, mas os dois com tendência a crescerem ainda mais na série.

A trama da nova temporada é envolvente, mas, ligeiramente sem o mesmo brilho das anteriores, o que acaba demonstrando que série está começando a perder fôlego (acredito que o ideal é encerrar na próxima temporada para não arriscar perder o altíssimo padrão de qualidade). Mesmo assim, Cobra Kai continua sendo uma série divertida, empolgante e cativante, entregando mais uma temporada deliciosa de ser maratonada e mais uma vez agradando a todos fãs, nostálgicos e da nova geração. Cotação: / Nota: 8,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

JÁ DEU!

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Festival do Amor (Rifkin's Festival).
Produção espanhola, estadunidense e italiana de 2020.

Direção: Woody Allen.

Elenco: Elena Anaya. Louis Garrel, Gina Gershon, Sergi López, Wallace Shawn, Christoph Waltz, Enrique Arce, Steve Guttenberg, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 09 de janeiro de 2021.
Sinopse
: O casal Mort (Shawn) e Sue (Gershon) viaja à Espanha para participar do prestigiado Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. Mas, Mort, quando passa a desconfiar que Sue está lhe metendo um par de chifres com o jovem cineasta francês Philippe (Garrel).

Comentários
:  Aos 86 anos de idade completados em novembro, Woody Allen continua na ativa e, se não fosse a pandemia, com certeza, estaria ainda mantendo a média de entregar um filme por ano. Em seu novo trabalho, que estreou nos cinemas na última quinta-feira, fica a sensação que ele deveria considerar a aposentadoria. O roteiro tem sua marca, principalmente pelo protagonista neurótico costumeiro, um humor inteligente e claríssimas homenagens à sétima, tudo que já vimos em trabalhos anteriores do diretor e roteirista. Só que essa mesmice é entregue aqui sem o brilho de outrora, e o resultado não é um filme ruim, mas, chato e entediante demais, mesmo que não chegue a uma hora e meia de duração. Em tempos da pandemia de variantes do Covid e de Influenza, não vale a pena arriscar ir ao cinema (felizmente, eu era o único expectador na primeira sessão de hoje,) para assisti um filminho assim. 
Cotação: / Nota: 4,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.