sexta-feira, 27 de outubro de 2017

ZOEIRA ÉPICA EM RITMO RETRÔ.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Thor: Ragnarok (Thor: Ragnarok).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Taika Waititi.

Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins, Clancy Brown, Ray Stevenson, Benedict Cumberbatch, Sam Neill, Stan Lee, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Kinoplex Maceió em 27 de outubro de 2017

Cotação: 

Nota: 9,3.

Sinopse: Baseado em quadrinhos da Marvel. Com o desaparecimento de seu pai, Odin (Hopkins), Thor (Hemsworth) e Loki (Hiddleston são surpreendidos com a ascensão da deusa da morte, Hela (Blanchett), que ferra com toda Asgard, e eles vão parar no planeta Sakaar, onde Thor é capturado e acaba sendo forçado a lutar numa arena, como gladiador, tendo com desafio, encarar ninguém menos que seu velho amigo e parceiro vingador, o incrível Hulk (Ruffalo).

Comentários: Finalmente chega às telonas o terceiro filme solo do deus do trovão, que nos deixou com a ansiedade elevada a enésima potência graças ao fodástico teaser e, posteriormente, aumentada ainda mais com o também fodástico trailer. Tendo a adaptação de dois cultuadíssimos clássicos dos quadrinhos - Thor: Ragnarok e Planeta Hulk -, o filme conta com um ótimo roteiro que mescla perfeitamente elementos dos dois clássicos, sem deixar de ser original, que não se leva a sério, e a zoeira corre solta, está ganhando forças graças a química perfeita e o talento individual do elenco, onde todo estão claramente se divertindo. Os efeitos especiais e visuais são de encher os olhos a ponto de simplesmente ser um dos melhores filmes da Marvel em 3D. Seguindo a cartilha Marvel mas ao mesmo tempo criativo e inovador, com destaque para o clima retrô que assume graças a deliciosa trilha, o resultado é mais um filmaço com padrão de qualidade Marvel, o melhor do semideus figuraça, que como de costume, serve também para nos deixar ansiosos para os próximos projetos, neste caso específico, Vingadores: Guerra Infinita. Vale a pena conferir pois a diversão é garantida.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


CLÁSSICO DOS QUADRINHOS EM ANIMAÇÃO EFICIENTE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Planeta Hulk (Planet Hulk).
Produção estadunidense de 2010.

Direção: Sam Liu.

Elenco: Rick D. Wasserman, Lisa Ann Beley, Mark Hildreth, Liam O'Brien, Kevin Michael Richardson, Sam Vincent, Michael Kopsa, Marc Worden, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 22 de outubro de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,5.

Sinopse: Adaptação do clássico homônimo dos quadrinhos. Após ter aprontado das suas, Hulk (Wasserman) é expulso da Terra, por um grupo secreto de super-heróis, entre eles o Homem de Ferro (Worden) e o Dr. Estranho, e enviado a um planeta deserto com as mesmas condições climáticas. Mas, a viagem é interrompida e o verdão é enviado ao planeta Sakaar, onde é obrigado a lutar numa arena, junto com outros prisioneiros, e é tido como o salvador da pátria de uma profecia.

Comentários: Na contagem regressiva para saciar a ansiedade para assistir Thor: Ragnarok, aproveitei para conferir esta competente animação, que conta com um bom roteiro, que recria bem a épica história dos quadrinhos. A qualidade da uma animação padrão que mais lembra uma produção oitentista (o que acaba sendo contraditório com a capa desenhada pelo mestre Alex Ross) é o ponto fraco que torna a animação um pouco abaixo da sua fonte original, mas, não o suficiente para comprometer e lhe o mérito de ser eficiente. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 22 de outubro de 2017

LINHA BOBOCA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Além da Morte (Flatliners).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Niels Arden Oplev.

Elenco: Ellen Page, Diego Luna, Nina Dobrev, James Norton, Kiersey Clemons, Kiefer Sutherland, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Kinoplex Maceió em 22 de outubro de 2017.

Cotação: 

Nota: 4,5.
Sinopse: Refilmagem de Linha Mortal. Courtney (Page), Ray (Luna), Marlo (Dobrev), Jamie (Norton) e Sophia (Clemons) são cinco jovens estudantes de medicinas que resolvem fazer experiências de quase-morte. Para isso, eles mesmo são suas próprias cobaias, parando seus corações por alguns minutos e sendo ressuscitados logo em seguida. O que era para ser uma experiência científica acaba trazendo seríssimos danos aos envolvidos.

Comentários: Dirigido pelo imprevisível Joel Schumacher em 1990, Linha Mortal é mais que um filme que era lançado pegando carona no estouro de Julia Roberts em Uma Linda Mulher. Trazendo no elenco, além da atriz, Kiefer Sutherland (curiosamente, o eterno Jack Bauer, único do elenco original presente no remake, na época namorava ela), Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt, trata-se de um suspense criativo e muito bem realizado, mas que acabou hoje em dia caindo no esquecimento, mesmo sendo um ótimo filme único, logo, sem necessidade de ser refilmado. Mas, quando falta a criatividade na atualidade, os caras apelam para pegar as boas ideias do passado, e o resultado é mais um remake desnecessário, com um roteiro fraquíssimo, raso e superficial, que traz uma historinha boboca, insossa, que não empolga em nenhum momento. Não chega a ser uma merda total, mas, também não é lá grande coisa. Totalmente descartável e esquecível, um desperdiço total.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.