sexta-feira, 2 de junho de 2017

AGENTE FODONA EM CURTAS TEMPORADAS NA TELINHA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Agente Carter - 1ª Temporada (Marvel's Agent Carter - Season 1).
Produção estadunidense de 2015.

Direção: Louis Exposito, Joe Russo, Scott Winant, Stephen Cragg, Peter Leto, Stephen Williams, Vincent Misiano, .

Elenco: Hayley Atwell, James D'Arcy, Chad Michael Murray, Enver Gjokaj, Shea Whigham, Lyndsy Fonseca, Dominic Cooper, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 02 de junho de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,5.

Sinopse: A trama se passa em 1946. Apesar de relevantes serviços prestados, com direito de participar de missão ao lado do Capitão América (Chris Evans em Capitão América: O Primeiro Vingador), a agente da RCE, Peggy Carter (Atwell), é tratada pelos seus colegas como uma mera secretaria, não recebendo nenhuma missão de campo. Tudo muda quando Howard Stark (Cooper) é acusado de traição e a procura, pedindo arrego para limpar sua barra e encontrar algumas de suas bugigangas letais que foram roubadas.

Agente Carter - 2ª Temporada (Marvel's Agent Carter - Season 2).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Lawrence Trilling, David Platt, Craig Zisk, Metin Huseyin e Jennifer Getzinger.

Elenco: Hayley Atwell, James D'Arcy, Chad Michael Murray, Enver Gjokaj, Wynn Everett, Lotte Verbeek, Currie Graham, Kurtwood Smith, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 02 de junho de 2017.

Cotação: 

Nota: 8,5.
  
Sinopse: A trama se passa em 1947. O colega e ex-rolo da fodona agente Peggy Carter (Atwell), Daniel Sousa (Gjokaj), é promovido chefe da RCE de Los Angeles. Um belo dia, ele se depara com um caso misterioso que envolve uma defunta encontrada congelada num lago, mesmo que a cidade esteja em pleno verão. O intrigante evento faz com que Sousa peça arrego ao colega e ex-chefe Jack Thompson, que acaba enviando Peggy para ajudar na solução do mistério, que na verdade, é a ponta do iceberg de uma nova ameaça que está prestes a ferrar com toda humanidade: a misteriosa substância Matéria Zero.

Comentários: Co-estrela dos dois primeiros filmes do herói bandeirado da Marvel e estrela de um curta, a agente fodona Peggy Carter ganhou um curto seriado televisivo, com apenas duas temporadas que no total de episódios não chega a total de uma temporada costumeira televisiva. Com uma produção caprichada que faz uma excelente reconstituição de época, o seriado conta com a primeira temporada com uma história legalzinha, dividida em oito episódios que, na média, conta com roteiro satisfatório. Na segunda temporada, a série tem uma ligeira melhora, com uma história bem mais interessante e empolgante, em dez episódios, que na média, trazem roteiros um pouquinho mais elaborados, com dosagem perfeita de ação, humor e suspense. Em síntese, um seriado interessante que mantém o padrão de qualidade Marvel também expandido para a telinha. Vale a conferida. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


RECORDAR É REVER: SUPERGIRL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Supergirl (Supergirl).
Produção britânica e estadunidense de 1984.

Direção: Jeannot Szwarc.

Elenco: Faye Dunaway, Helen Slater, Peter O' Toole, Hart Bochner, Peter Cook, Marc McClure, Maureen Teefy, Brenda Vaccaro, Simon Ward, Mia Farrow, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (SBT) e em home vídeo (DVD).

Cotação: Coco do Cachorrão

Nota: 0,0.

Sinopse: Entediado com a cidade kriptoniana de Argo City que ele mesmo fundou, Zaltar (O'Toole) pensa em chutar o pau da barraca e se mandar. Para isso, pegou "emprestado escondido" uma bugiganga poderosa que é a energia vital do lugar. Mas, acidentalmente, a coisa de nome esquisito acaba vindo parar na Terra. Sentindo-se culpada e querendo ajudar o velho amigo, Kara Zor-El (Slate) resolve vim atrás para recuperá-la, e terá que enfrentar Selena (Dunaway), uma bruxa egocêntrica e mala, que pretende dominar o mundo, e ver suas chances de realizar seu sonho, quando o tal objeto poderoso, literalmente, cai do céu para ela.

Comentários: Estrela do maior lançamento dos cinemas nesse fim de semana, a Mulher-Maravilha não é a primeira heroína da D.C. Comics a ganhar um filme solo nas telonas. Após cagar feio com o decepcionante Superman III, os produtores dos três primeiros filmes do homem de aço inventaram de fazer uma cagada ainda maior com um filme solo da priminha dele, que tem um péssimo roteiro, que traz uma história patética e ruim demais, repleto de furos e incoerências ridículas a ponto de ser irritante. O mais incrível é que fizeram cinco roteiros diferentes e fizeram essa bosta de filme, o que deixa a dúvida que será que os outros roteiros eram melhores ou ainda piores que esse. A preguiça do roteiristas e a auto-confiança prepotente aqui é visível, já que os caras repetiram a mesma fórmula dos filmes do homem de aço, mas, sem qualquer criativa e brilho, fazendo uma mistureba indigesta, não chegando a lugar nenhum.

Para completar, os caras colocam um elenco estrelar para pagar um puta mico, com atuações ridículas demais, com destaque para veterana Faye Dunaway, que nem mesmo a gafe no Oscar deste ano, superou esse que é o momento mais constrangedor de sua carreira (curiosamente, ela e o também veterano, o saudoso Peter O'Toole foram indicados ao Framboesa por suas atuações horríveis). Completa o elenco de veteranos que pagam mico nessa merda, o saudoso Peter Cook e Mia Farrow, única que teve a sorte de ter uma participação minúscula aqui, com a mãe da heroína.

Ainda pensei em dar nota 0,5 tanto por Helen Slater abrir bem a tradição de atrizes gatas estupidamente lindas darem vida a heroína (a atriz voltou ao Universo D.C., dando as caras nos seriados Smallville e Supergirl) como pela memória afetiva da minha infância, já que o filme era presença constante na extinta sessão do SBT Cinema em Casa. Mas, revendo essa merda na última quarta-feira, fica impossível dar outra nota que não seja um zero redondinho. Enfim, um dos piores filmes baseados em super-heróis de quadrinhos. Merecidamente ignorado e esquecido.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.