Elenco:
Denzel Washington, Don Cheadle, Kelly Reillly, John Goodman, Bruce Greenword, entre outros.
Blogueiro
assistiu na sala 06 do Complexo Kinoplex Maceió, em 08 de fevereiro de 2013.
Conceito:
Nota: 6,5.
Sinopse: Whip Whiataker (Washington) é um piloto de avião comercial que veterano, mergulhado no vício, a ponto de ir trabalhar embrigado. Apesar disso, quando o avião que está pilotando dar um problema,, o cara se vira nos trinta e realiza uma impressionante manobra, salvando seus passageiros de uma fatalidade eminente. Considerado como herói pela sua façanha,a medida que a investigação do incidente avança, vem a torna o ser humano fragilizado, com problemas com álcool e drogas. Mais do que ser evitado de ser indiciado pelo incidente, Whip precisa lutar consigo mesmo para superar sua doença.
Comentários: Ao contrário do carnaval passado onde oito lançamentos chegaram às telonas alagoanas, desta vez poucos foram os lançamentos chegaram por aqui, apesar deste fim de semana de feriadão de festas de momo ser tão recheado de lançamentos como no ano passado. Dos que chegaram por aqui, sem sombra de dúvida, este O Voo é o que eu achei mais interessante. Dirigido pelo mestre Zemeckis, responsável pela trilogia De Volta Para o Futuro e o comovente Forrest Gump - O Contador de História, o filme tem um roteiro interessante que mergulha bem no problema do personagem, defendido de forma competente por Washington, mas, que não justifique a sua indicação ao Oscar deste ano.
O problema é que, com a exceção da eletrizante sequência do acidente e o clímax, onde o personagem de Washington participa da audiência que definirá o resto de sua vida, o filme é paradão demais e apela um pouco acima do necessário para cenas de consumo de drogas. Só não entendia pelo roteiro interessante e as boas, mas nada de extraordinárias, atuação de um elenco competente, com destaque para Washington e a pequena participação do Goodman, que rouba a cena como o surreal traficante que abastece o vício do protagonista. Não chega ser uma bomba, longe disso, já que O Voo é um bom drama, mas, tanto Zemeckis quanto Washington já fizeram filmes superiormente melhores. Enfim, merece ser conferido.
Nada como começar a semana indo ao cinema para conferir as novidades. Excepcionalmente, resolvi pegar a tarde de domingo, dia que aliás, pelo aumento de compromissos no trampo durante a semana, provavelmente, será o meu novo dia para ir ao cinema, e encarei uma sessão tripla com os lançamentos que chegaram nas telonas alagoanas. Em comum, os três filmes me surpreenderam de forma positivíssima. Enfim, sem perder tempo, vamos ao que interessa.
Elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver, Chris Tucker, Julia Stiles, entre outros.
Blogueiro assistiu na sala 05 do Complexo Kinoplex Maceió, em 03 de fevereiro de 2013.
Conceito:
Nota: 9,3.
Sinopse: Após passar oito meses num manicômio, depois de um surto, Pat Solitarno Jr. (Cooper) é liberado condicionalmente e vai morar com seus morar na casa dos pais (De Niro e Weaver), disposto a reconquistar tudo que perdeu, principalmente, sua esposa Nikki (Brea Bee). Convidado por um casal de amigos para um jantar, acaba conhecendo Tiffany (Lawrence), uma mulher tão problemática quanto ele. É o início de um inusitada amizade, onde os dois se ajudam mutuamente a superar suas neuras.
Comentários: Admito que fui assistir O Lado Bom da Vida apenas para conferir todos os indicados ao Oscar na categoria de Melhor Filme, já que não tinha o mínimo interesse. E ainda bem que fui assisti-lo, já que fui surpreendido com um filmaço eletrizante, ao mesmo tempo divertido e emocionante, com um roteiro excepcional e excelentes atuações. O galãzinho do momento Cooper, o mais avulso do trio de amigos da franquia Se Beber, Não Case!, surpreende e dar um show de atuação, sendo tão bom quanto seus colegas, De Niro e Lawrence. Ela, inclusive, também está excelente e, como Cooper, merecidamente foi indicada ao Oscar pela sua brilhante atuação. Sensível, envolvente e engraçado, O Lado Bom da Vida é uma excelente comédia dramática, muito criativa. Tem tudo para surpreende no Oscar deste ano, apesar dos seus principais concorrentes serem tão bons quanto ele. Imperdível!
Inatividade Paranormal (A Haunted House).
Produção hollywoodiana de 2013.
Direção: Michael Tiddes.
Elenco: Marlon Wayans, Essence Atkins, Cedric The Entertainer, Nick Swardson, David Koechner, entre outros.
Blogueiro assistiu na sala 02 do Complexo Kinoplex Maceió, em 03 de fevereiro de 2013.
Conceito:
Nota: 9,0.
Sinopse: Paródia aos filmes de terror modinhas como Atividade Paranormal, Filha do Mal, entre outros. O figuraça Malcolm (Wayans) convida a namorada (Atkins) para morar com ele. Empolgado com a mudança da moça, o cara põe câmeras em tudo que é lugar para registrar este momento histórico na vida dos pombinhos. Só que eles não contavam com a presença pentelha de um fantasma que faz de tudo para acabar com a felicidade deles.
Comentários: Depois de um intervalo de apenas cinco minutos foi a vez de assistir o filme que eu mais aguardava, apesar que não tinha grandes expectativas, já que o sub-gênero da comédia, as paródias, há muito tempo vem demonstrando sinal de cansaço e falta de criatividade. Neste último ponto,Inatividade Paranormal, mante-se fiel às produções atuais, afinal, sobram piadas de peidos e do mais baixo nível de sacanagem. Mas, por incrível que pareça, o mesmo besteirol de sempre consegue ser engraçado e, quem tem riso frouxo como este blogueiro, vai rir boa parte da quase uma hora e meia do filme, principalmente, na primeira metade.
Não chega ser o melhor trabalho dos irmãos Wayans (aqui, apenas Marlon dar as caras como protagonista e um dos produtores), já que o primeiro Todo Mundo em Pânico e As Branquelas são seus melhores filmes. Mas, Inatividade Paranormal supera expectativas, sendo tão bom quanto os citados. Diversão boba e descompromissada que merece ser vista. Ah, na metade dos créditos finais, rolam algumas cenas, infelizmente, nenhuma engraçada. Logo, se quiser, pode sair do cinema sem vê-las, pois, não vai perder p.n.
Os Miseráveis (Les Miserábles).
Produção hollywoodiana de 2012.
Direção: Tom Hooper.
Elenco: Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Amande Seyfried, Helena Boham Carter, Sacha Baron Cohen, entre outros.
Blogueiro assistiu na sala 01 do Complexo Kinoplex Maceió, em 03 de fevereiro de 2013.
Conceito:
Nota: 9,5.
Sinopse: Adaptação da versão da Broadway para o clássico homônimo do escritor Victor Hugo, a trama se passa na época da Revolução Francesa, onde Jean Valjean (Jackman) após cumprir sua pena, por ter roubado um pão, é liberto e só quer tocar sua vida normalmente. Como ex-presidiário, não consegue arrumar um emprego, e voltar a roubar para sobreviver, sendo pego, mas, recebendo a misericórdia da vítima. Tocado pelo ato cristão, o cara se orienta e anos depois, com nova identidade é prefeito de um vilarejo. onde mantém uma fábrica, com alguns empregados ,entre elas, a jovem Fantine (Hathaway), que acaba de ser demitida injustamente,caindo em desgraça. Responsável pelo ocorrido, Valjean resolve adotar a filha da moça. Paralelamente, Valjean é perseguido pelo pentelho do inspetor Javert (Crowe), seu ex-carrasco na prisão, que fará de tudo para colocá-lo de novo no xilindró.
Comentários: Depois de quase chorar de rir com o besteirol bobo, esperei vinte minutos para matar a curiosidade e ver o eterno Wolverine soltando a voz no musical que, particularmente, não levava muita fé, afinal, esses musicais cheio de atores cantarolando o tempo todo, com raríssimas exceções, não me agradam. Dirigido pelo mesmo cara que comandou o (injusto, na minha opinião) vencedor do Oscar, O Discurso do Rei, Os Miseráveis é uma agradabilíssima surpresa pois trata-se de uma obra-prima, muito bem caprichada, com um roteiro excepcional, canções belíssimas e atuações surpreendentes de um elenco inspiradíssimo, com destaque para Jackman, que simplesmente arrebenta na atuação dramática e soltando o gogó, merecidamente indicado ao Oscar de Melhor Ator. O resultado final é um belíssimo e emocionante musical, que fazem a sua longa duração de mais de duas horas e meia, passar despercebido de tão envolvente que o filme. Não será surpresa se levar a estatueta de Melhor Filme, pois, sobra potencial para isso. Como muitos dizem ao final de uma ópera: Bravo, bravíssimo!.