segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A ÚLTIMA RESSACA DO ANO TUPINIQUIM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Tudo Acaba em Festa.
Produção brasileira de 2018.

Direção: André Pellenz.

Elenco: Marcos Veras, Rosane Mullholland, Giovanna Lancellotti, Nelson Freitas, Stepan Nercessian, Victor Leal, Diogo Vilela, Malu Valle, Maria Clara Gueiros, Amaury Jr., Aramis Trindade, Paulo Sanábio, Paulo Mathias Jr., Edmílson Barros, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Cinesystem Maceió em 18 de novembro de 2018.

Cotação

Nota: 7,0.

Sinopse: Vlad (Veras) é um sujeito irresponsável, imaturo e farrista que trabalha no setor de Recursos Humanos da renomada empresa Embelex, que  anda em crise, correndo o sério risco de demitir boa parte dos funcionários. Levando um pé na bunda da namorada e colega de trabalho, Aline (Mullholland), Vlad recebe do presidente da empresa (Freitas), a incumbência de organizar a festa de final do ano dos funcionários. Para a tarefa nada fácil, já que além do clima tenso, os funcionários não se entendem, Vlad pede arrego a Priscilla (Lancellotti), sua nova estagiária.

Comentários: Impossível não tomar conhecimento desta comédia nacional (algo que só rolou comigo na semana passada quando me deparei com o trailer) e não achar que a mesma não é a cópia cagada e cuspida da estadunidense A Última Ressaca do Ano, já que tem a mesma premissa de trazer o personagem central na roubada de organizar uma festa de final de ano da empresa que trabalha. O que acaba se confirmando, e ainda somando-se também comparações com o clássico oitentista A Última Festa de Solteiro, estrelado por Tom Hanks, que Veras declarou em entrevista ser sua fonte de fonte de inspiração. Temos um típico besteirol com roteiro raso que traz uma trama superficial, sucinta e recheada de clichês, sem novidade nenhuma, mas, que consegue levar uma vantagem sobre a maioria dos que são produzidos por aqui por ser engraçado, provocando gargalhadas sem muito esforço com as bobagens que são apresentadas. Quem tem o riso frouxo e só quer dar boas gargalhadas, não ligando para qualidade do roteiro, pode encarar numa boa, que a diversão é garantida.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

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