sexta-feira, 16 de novembro de 2018

UM NOVO COMEÇO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Millennium: A Garota na Teia de Aranha (The Girl in the Spider's Web: A New Dragon Tattoo Story).
Produção estadunidense de 2018.

Direção: Fede Alvarez.

Elenco: Claire Foy, Sverrir Gudnasson, Lakeith Stanfield, Sylvia Hoeks, Stephen Merchant, Claes Bang, Vicky Krieps, Cameron Britton, , entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do complexo Kinoplex Maceió em 15 de novembro de 2018.

Cotação

Nota: 6,0.

Sinopse: Adaptação do quarto livro homônimo da série Millennium, o primeiro escrito por David Lagercrantz. Em Estocolmo, a fodona hacker Lisbeth Salander (Foy) ganha fama devido as matérias escrita por seu amigo e parça, Mikael Blomkvist (Gudnason), e publicada na revista Millennium, o que não a impede de agir como uma vigilante ao seu modo, tocando o terror em homens que maltratam as mulheres. Em uma de seus trampos como hacker, ela acaba se metendo numa tremenda roubada internacional, que coloca em risco sua vida e de todos ao seu redor.

Comentários: Apesar de ser um mega sucesso literário e ter tido três filmes e uma série televisiva no seu país de origem, em Hollywood a adaptação dos livros suecos da série Millennium, estão devagar, quase parando. Só agora,seis anos após o ótimo Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres, adaptação do primeiro livro, é que finalmente temos uma adaptação de mais um livro da série, dando um salto na ordem cronológica, adaptando o quarto título. E o que era para ser uma continuação tardia, acabou sendo praticamente um reboot, e dos mais desnecessários. Isso porque não apenas traz um elenco 100% renovado (o que até seria compreensível, já que as negociações com os protagonistas originais, Daniel Craig e Rooney Mara, não vingaram), mas, porque o filme dirigido pelo competente e promissor Fede Alvarez, simplesmente, toma um caminho diferente, principalmente, ao mudar do gênero de thriller investigativo (o mesmo adotado pela trilogia sueca) para o thriller de espionagem e ação a la franquia Bourne.

Com um roteiro regular, que traz uma trama simplória e sem aprofundamento, o resultado é um filme que simplesmente joga no lixo o que tinha para ser uma ótima franquia. Pode até agradar aos que não leram os livros, e não assistiram a trilogia sueca e o primeiro filme, já que entrega um filminho padrão do sub-gênero. Mas, para os citados, com certeza, não deixa de ser uma grande decepção, mesmo não sendo uma merda. Se esforçando ao máximo, como eu fiz, para tentar a missão praticamente impossível de ignorar que seja um filme da franquia, quem sabe até saia satisfeito do cinema, aliviando um pouquinho a frustração.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

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