sábado, 30 de dezembro de 2023

O MULTIVERSO DE POSSIBILIDADES CONTINUA.

 = Excepcional. /  = Muito boa. /  = Boa./  = Regular. / = Fraca. /  = (Preciso mesmo dizer?).

What If...? - Temporada 2 (What If...? - Season 2).
Produção estadunidense de 2023.

Direção: Stephan Franck e Bryan Andrews.

Elenco (vozes): Jeffrey Wright, Karen Gillan, Jude Law, Michael Rooker, Seth Green, Taika Waititi,, Michael Douglas, Hayley Atwell, John Slaterry, Kurt Russell, Chris Hemsworth, Laurence Fishburne, Sebastian Stan, Jon Favreau, Kat Dennings, Cobie Smulders, Sam Rockwell, Mark Ruffalo, Jeremy Renner, Mick Wingert, Lake Bell, Josh Keaton, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Josh Brolin, Samuel L. Jackson, Frank Grillo, Rachel Weisz, Elizabeth Olsen, Devery Jacobs, Benedict Cumberbatch, Clancy Brown, Cate Blanchett, Idris Elba, Tom Hiddleston, Paul Rudd, Stanley Tucci, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Disney Plus) entre 25 e 30 de dezembro de 2023.

Sinopse
: Baseado em HQs da Marvel Comics, em especial as da série O Que Aconteceria se...?. O Vigia (Wright) continua nos mostrando as várias realidades do multiverso, narrando histórias vividas pelos heróis e vilões do UCM, de realidades que não conhecemos. 

Comentários
: Depois de mais de dois anos de sua estreia no Disney Plus, a série animada do Universo Compartilhado Marvel volta a plataforma com sua nova temporada, trazendo como principal inovação o lançamento diário dos episódios. Contando mais uma vez com um elenco estrelar na dublagem original, com boa parte retornando aos personagens que viveram no live-action, o novo ano da série começa com tudo com os cinco primeiros episódios tão interessantes a ponto de desejarmos na vontade de vê-los refilmados em live-action. Mas, a partir de então, acaba caindo um pouquinho de qualidade no roteiro, com umas tramas chatinhas e, claro, um leve pagamento do pedágio ideológico. Felizmente, este tropeço não foi tão prejudicial, já que a série tem um bom padrão técnico e um ritmo frenético de ação, entregando uma série divertida, consideravelmente melhor que boa parte das produções em live-action da Casa das Ideias. 
Cotação: / Nota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

RECORDAR É REVER: TIRO E QUEDA (1998).

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Tiro e Queda (The Big Hit).
Produção estadunidense de 1998.

Direção: Kirk Wong (creditado: Che-Kirk Wong).

Elenco: Mark Wahlberg, Lou Diamond Phillips, Christina Applegate, Avery Brooks, Bokeem Woodbine, Antonio Sabato Jr., Lainie Kazan, Elliott Gould, Sab Shimono, China Chow, Robin Dunnne, Lela Rochon, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e no streaming (HBO Max).

Sinopse
: Um pequeno grupo de bandidinhos rafamés, que presta serviço a uma organização criminosa, inventa de ganhar um troco extra por fora, sequestrando uma jovem (Chow). Mas, ao saber que a moça é filha de um grande amigo (Shimono) do chefão (Brooks) da organização, o líder do grupo, Cisco (Phillips) resolve trair os colegas, sobrando principalmente para Melvin Smiley (Wahlberg), que mantém a custódia da moça.

Comentários
: Presença quase que constante na telinha da Globo no começo dos anos 2000, Tiro e Queda foi o filme responsável por me apresentar o astro Mark Wahlberg e a começar curtir os seus trabalhos. Marcando seu debute em Hollywood e seu filme mais conhecido, o diretor honconguês Kirk Wong aproveita o bom roteiro que tem em mãos e o carismático elenco a sua disposição para entregar uma divertida comédia de ação, com um bom ritmo do começo ao fim, mesmo que seja recheado de clichês, sem trazer nenhuma novidade ao gênero. Imperdível principalmente para quem curte ação descerebrada em ritmo frenético e com muito bom humor. 
Cotação: / Nota: 8,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

A SAGA REALMENTE CONTINUA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Os Três Mosqueteiros: Milady (Les Trois Mousquetaires: Milady).
Produção francesa, alemã, espanhola e belga de 2023.

Direção: Martin Bourboulon.

Elenco: François Civil, Vincent Cassel, Romain Duris, Pio Marmaï, Eva Green, Louis Garrel, Vicky Krieps, Lyna Khoudri, Jacob Fortune-Lloyd, Eric Ruf, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 25 de dezembro de 2023.

Sinopse
: Sequência de Os Três Mosqueteiros: D'Artagnan, baseado na clássica obra escrita por Alexandre Dumas. Ao tentar salvar sua amada Constance (Khoudri) de um sequestro, o mosqueteiro D'Artagnan (Civil) acaba sendo nocauteado e capturado. Ao escapar dos seus sequestradores, ele acaba sendo obrigado a unir forças com a misteriosa Milady (Green), que também estava engaiolada no mesmo lugar. No meio do clima tenso de guerra entre França e Inglaterra, D'Artagnan junto dos parças mosqueteiros, em especial, os amigos Athos (Cassel), Porthos (Marmaï) e Aramis (Duris), terão que continuar buscando encontrar Constance e defender a França e o seu rei (Garrel).

Comentários
:  Depois de quase oito meses de espera a versão 2023 para a clássica saga escrita por Alexandre Dumas chega a sua segunda parte. E de fato, o título que dei a esta postagem, propositalmente copiado de uma frase escrita no cartaz deste filme, tem um duplo significado. Isso porque o novo filme realmente continua a saga, começando justamente onde no desfecho do filme anterior lançado em abril, não devendo em nada ao anterior, mantendo o altíssimo padrão da qualidade técnica que nos transportar para a época em que a trama se passa. Exceto apenas pelo roteiro, que infelizmente, acaba arrastando a trama um pouquinho com vários blá, blá, blá... desnecessários. 

Felizmente, as boas partes técnicas e o carisma do elenco acabam fazendo que Os Três Mosqueteiros: Milady um filme satisfatório, inferior ao primeiro, que só não encerra a saga, porque acaba mais uma vez entregando um final abertíssimo (segundo significado do título dado a postagem) que, pelo que ouvir falar, virá como uma minissérie televisiva e que, sinceramente, na minha humilde opinião, ainda mais desnecessário. 
Cotação: / Nota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.