domingo, 4 de junho de 2017

PROCURA OBSTINADA REAL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Z - A Cidade Perdida (The Lost City of Z).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: James Gray.

Elenco: Charlie Hunnam, Robert Pattinson, Sienna Miller, Tom Holland, Angus Macfadyen, Ian McDiarmid, Franco Nero, Daniel Huttlestone, Harry Melling, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 04 de junho de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,0.
  
Sinopse: Baseado em fatos. Em 1911, o major britânico Percy Fawcett (Hunnam) é enviado a floresta amazônica para elaborar um mapa a fim de evitar um conflito entre Bolívia e Brasil. No meio do mato, ele acaba encontrando utensílios que pode comprovar que por aí existiu uma civilização bem rica. Empolgado, ele volta a sua terra natal para conta o ocorrido, mas, a galera da comunidade científica não acredita e caga para ele. Mesmo assim, Percy não desiste, e determinado a descobrir a tal cidade, se embrenha no meio do mato amazônico.

Comentários: Filme que chega aos nossos cinemas sem fazer muito alarde e, provavelmente, querendo pegar carona em Rei Arthur - A Lenda da Espada, ainda em cartaz nos cinemas, estrelado também pelo britânico Charlie Hunnam. Trazendo também no elenco o também bola da vez, o novo cabeça de teia Tom Holland e o ex-bola da vez da extinta modinha Crepúsculo Robert Pattinson (quase irreconhecível, o que só comprova que cada vez mais ele quer se distanciar da época que fazia as "aborrescentes" gritarem histericamente fogosas), o filme conta com um roteiro bem estruturado que traz uma curiosa história real, motivo que por si só, já vale a conferida.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

QUERENDO SER O QUE SEMPRE FOI.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Didi Quer Ser Criança.
Produção brasileira de 2004.

Direção: Alexandre e Reynaldo Boury.

Elenco: Renato Aragão, Werner Schünemann, Elias Gleizer, Pedro Malta, Claudio Heirinch, Didi Wagner, Rafael de Castro, Daniel de Castro, Charles Paraventi, Bruno Cariati, Maria Luisa Rodrigues, Daniella Cicarelli, Bianca Rinaldi, Raphael Molina, Fabio Villa Verde, Jacaré, Marcelo Augusto, Lívian Aragão, Luka, Fernanda Lima, entre outros.

Blogueiro assistiu no notebook em 17 de abril de 2017.

Cotação: 

Nota: 0,5.

Sinopse: Didi (Aragão) é um senhor abestalhado que se comporta como uma crianção, que sempre está se metendo em confusões. Humilde, com um bom coração e devoto de Cosme e Damião (os irmãos Rafael e Daniel de Castro), o cara trabalha na pequena fábrica de doce artesanais que leva o nome dos santos de propriedade de Seu Tião (Gleizer), que está à beira da falência, já que a pirralhada prefere os nocivos doces industrializado da fábrica do malvadão inconsequente Armando (Schünemann). Querendo voltar ser criança, o melhor amigo de Didi é o pirralho Felipinho (Malta), que sonha em ser logo adulto para sair pegando geral a mulherada. Quando os santos irmãos presenteiam Didi com doces especiais e ele os divide com seu amiguinho, os sonhos deles acabam se realizando, com Didi se tornando um pirralho (Cariati) e Felipinho se tornando um jovem (Heirinch).

Comentários: Realmente nunca me interessei em assistir esse filme, tanto pela redundância do título (afinal, o personagem Didi sempre foi um crianção, principalmente, nos filmes solos da fase pós-Trapalhões) e por ser uma produção da fase desinteressante da carreira de Renato Aragão. Mesmo assim, resolvi baixar e assisti-lo e acabei tendo uma desagradável surpresa. Apesar de partir da redundância do mítico personagem querer ser o que sempre foi, a premissa até que é interessante. Mas, é estragada por um péssimo roteiro com os costumeiros furos e incoerências elevados a enésima potência, trazendo uma história muito mal elaborada e piadas totalmente sem graça, que é piorada pelas péssimas atuações de alguns atores do elenco (leia-se Claudio Heirinch, Didi Wagner e os gêmeos Rafael e Daniel de Castro. Felizmente, somos poupados das canastrices dos projetos mal sucedidos de atores Marcelo Augusto e Jacaré, que aparecem rapidamente, praticamente numa ponta), grandes atores tirando leite de pedra do roteiro ruim (Werner Schüneman e o saudoso Elias Gleizer) e, principalmente, pela ideia tosca e mal executada de Renato fazer a voz do ator mirim que o faz pirralho (vai ver se o talentoso Pedro Malta dublasse Heirinch saísse até melhor).

Tudo bem que o filme seja feito para o público infantil, mas, as incoerências chegam a ser ofensivas a inteligência até mesmo dos pirralhos menores. Praticamente um episódio esticado do sofrível A Turma do Didi (com direito a erros de gravação nos créditos finais, incluindo, alguns com o diretor supostamente puto com as brincadeiras do velho trapalhão, tratando-o mal, desrespeito que sempre odiei no extinto programa), por mais que tenhamos boa vontade de assistir até para prestigiar o eterno trapalhão, fica impossível relaxar e se divertir. Um filminho totalmente descartável e desnecessário que não faz jus ao talento e a respeitável carreira do humorista.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


sábado, 3 de junho de 2017

A MAIS FODONA DAS HEROÍNAS FINALMENTE NAS TELONAS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Mulher-Maravilha (Wonder Woman).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Patty Jenkins.

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Connie Nielsen, David Thewlis, Danny Huston, Elena Naya, Lucy Davis, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Cinesystem Maceió em 03 de junho de 2017.

Cotação: 

Nota: 9,5.

Sinopse: Isoladas numa ilha escondida do mundo vivem as amazonas. Desde de criança que Diana Prince (Gadot), princesa das amazonas, sonha em ser guerreira, mas, sua mãe, Hipólita (Nielsen) faz de tudo para que ela não não siga esse caminho. Mesmo assim, Diana continua treinando, com o apoio da sua tia, Antiope (Wright). Um belo dia, ela ver um avião cair e acaba salvando o piloto britânico Steve Trevor (Pine). Ela acaba sabendo que o mundo está vivendo uma guerra, e resolve sair da sua zona de conforto, e partir para salvar o mundo.

Comentários: E a D.C./Warner continua sua saga nas telonas. Depois de dividir opiniões da crítica e dos fãs, deu uma boa cartada, finalmente levando às telonas um filme da Mulher-Maravilha que tanto os fãs dos quadrinhos esperavam há décadas (setenta e seis anos para ser mais exato). E indiscutivelmente, aqui temos mais acertos do que erros. A começar pelo roteiro bem trabalhado, que apresenta bem a personagem e dosa perfeitamente ação, humor e drama, e de quebra, ainda faz uma clara homenagem a Superman - O Filme, recriando a cena clássica do assalto no beco. Só não é perfeito, porque perde a qualidade e caga feio no clímax, onde desvirtua de toda originalidade que vinha apresentando para apelar para mesmice da porradaria apoteótica que já não empolga mais. 

Outro ponto forte é a química entre Gal "Magalícia" Gadot (Magalícia = magrinha e delícia.) e Chris Pine. Vale dizer que a gatinha teve uma melhora significativa com atriz, apesar de ainda ter muito que aprender nas sequências dramáticas). Para completar, o filme conta com uma trilha competente que nos conduz na trama despertando todos os sentimentos, a excelente reconstituição de época, com figurinos e cenários caprichadíssimos, e também a fotografia e os efeitos de encher os olhos Sobre os efeitos, só caga feio nas sequências que a mais fodona das heroínas está detonando na porradaria, onde o CGI da personagem é claríssimo. 

No geral, Mulher-Maravilha é um filme que vai além do esperado e até agora é o melhor filme da empreitada D.C./Warner, mesmo com as cagadas citadas, o que nos dar um alívio e aumenta nossas expectativas para o tão esperado filme da Liga da Justiça. Empolgante, divertido e emocionante, disparado o melhor filme de um heroína baseado os quadrinhos (aliás, o primeiro filme de uma heroína dos quadrinhos realmente bom já que, até agora, só tivemos bombas homéricas). Um filme fodástico que faz jus a mais fodona das heroínas.  

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

Pode comemorar, Magalícia!
Filme solo é disparado o melhor filme de um heroína dos quadrinhos.