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sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: DEZEMBRO/2019.

FILME DO MÊS

Chegamos ao final do ano. E como aconteceu com frequência, nosso último Filme do Mês do ano não poderia deixar de ser polêmico. Mantendo a tradição de um filme da franquia de uma galáxia muito, muito distante, o controverso Star Wars: A Ascensão Skywalker leva com folga o nosso título de melhor filme que chegou aos cinemas no decorrer do mês. É bem verdade que tanta polêmica e discussões acaloradas, principalmente entre os fãs, não é algo exclusivo do filme, mas da própria trilogia, a primeira produzida pela Disney, que tem uma série de problemas, sendo o principal deles, ser formada por filmes que não dialogam entre si. Mesmo reconhecendo esses e outros problemas, realmente, eu gosto dessa nova trilogia, e não foi diferente com o último filme, que mesmo estando longe de ser um fechamento épico de um círculo iniciado pelo excelente O Despertar da Força (nem vou avaliar como encerramento da saga iniciada com o rebatizado Uma Nova Esperança para a frustração não ser ainda maior), conseguiu me divertir bastante, me desarmando de qualquer ranço com um festival de fan service que remete a trilogia antiga, essa sim, perfeitíssima e imbatível. Não é o melhor filme da franquia, muito menos está longe de ser o pior, e portanto, por méritos, é o nosso último Filme do Mês de 2019.

MENÇÕES HONROSAS:

Falando em Star Wars, o diretor do também controverso Os Últimos Jedi, Rian Johnson, prova mais uma vez que não é a toa que é um dos grandes promissores nomes da sua geração, e por pouco não levou nosso honroso título, reunindo um ótimo elenco estrelar para homenagear o bom e velho filme de mistério criminal no ótimo Entre Facas e Segredos. Outro ótimo filme que só não levou nosso título de Filme do Mês por ter dado o azar de chegar no mesmo mês do novo Star Wars é o ótimo thriller de ação policial Crime Sem Saída,  produzido pelos Irmãos Russo e estrelado pelo Pantera Negra, Chadwick Boseman. Duas agradabilíssimas surpresas que encerram com chave de ouro um ano ótimo para nós cinéfilos que foi 2019.

MERDA DO MÊS.

Poderíamos muito bem encerrar o ano de 2019 sem um filme ruim, mas, nos quarenta cinco minutos do segundo tempo, chega Cats para levar o nosso título que o gato enterra. A adaptação para as telonas do cultuadíssimo musical teatral vem rendendo muitos comentários negativos já no primeiro trailer, principalmente, pelo visual adotado. Particularmente, nesse ponto o filme não me incomodou, por mais que realmente seja bizarro e tosco que seja (Pô, povo chato mimizento, vamos acreditar na magia que o próprio poster do filme nos propõe!). O grande problema está na própria execução do filme, principalmente, os números musicais insossos e chatinhos embalados por canções horríveis, que resultam num filme chato, enfadonho, arrastadíssimo (apesar de ser aproximadamente uma hora e cinquenta, parecem incontáveis horas). Mesmo com um elenco estrelar, só se salva mesmo a atuação de Jennifer Hudson, e com apenas um número musical realmente bom e interessante, Cats pode não ser o pior filme do ano, mas, com certeza, é um dos mais chatos pra caralho, e isoladamente, nossa única Merda do Mês.

MENÇÃO HORROROSA:

Como sempre digo, não tenho nada contra filmes que empoderem a mulherada, e eu consumo de boa. O grande problema está na forçação de barra da ditadura ideológica e cultural do politicamente correto. As Golpistas não é um filme ruim, mas, leva nossa menção nada honrosa pela forma humilhante que trata os personagens masculinos. Todos (repito: Todos!) são escrotos, babacas, imbecis. Tudo bem em empoderar a mulherada, mas, não dessa forma, que torna um filme que deveria divertir e entreter, em veículo para incentivar a ridícula divisão ideológica "nós contra eles".

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 30 de novembro de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: NOVEMBRO/2019.

FILME DO MÊS:

E chegamos ao final do penúltimo mês do ano. Novembro retrata bem o ótimo ano que nós cinéfilos tivemos, com a chegada aos cinemas de bons filmes e agradáveis surpresas. Destas, o grande destaque é o sul-coreano Parasita. Quem diria que o vencedor da Palma de Ouro, prêmio máximo no renomado Festival de Cannes, que a crítica babou demais, iria agradar também um cinéfilo do povão como eu, recebendo com larguíssima vantagem o nosso título de Filme e que dificilmente, ficará de fora da lista dos melhores do ano, que iremos fazer no próximo mês. E não é toa, já que Parasita, é um filmaço que trafega com maestria por diversos gêneros, sendo eficiente em todos. Além de ser um excelente entretenimento, despertando em nós as mais diversas reações, e de quebra, ainda nos faz pensar, nos dando um soco no estômago como a galera mais favorecida pode ser tão escrota com a galera do povão. Sem dúvida, um dos filmes criativos dos últimos anos.

MERDA DO MÊS:

Se 2019 está sendo um ano arretado para nós cinéfilos, infelizmente, nosso Cinema Nacional pega o caminho inverso e tem uma das piores safras de filmes da sua história. Isso é confirmado por mais uma vez, temos uma produção tupiniquim figurando entre as pior do mês, e desta vez, ainda consegue a proeza de ser o único lançamento realmente ruim que conferi no cinema. Quem leva nosso nada honroso e cheiroso título é Os Parças 2, que não apenas desperdiça mais uma vez os inegáveis talentos de Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirulipa, que espantosamente estão totalmente sem graça, mas, aumenta infinitamente mais esse desperdiço. Tanto que até gerou uma discussão acalorada no WhatsApp com minha amiga Danielle, que criou ranço com o filho do Tiririca, e passou a acreditar que o cara é um humorista medíocre, sem graça e modinha, e que o Tom Cavalcante perdeu o tom cômico (O Whindersson foi poupado na nossa treta via áudios, pois sabemos que ele estava passando por uma séria depressão durante no período que o filme foi rodado). Apesar de discordar totalmente das opiniões delas sobre os humoristas cearenses, o pior que o filme faz jus ela ter razão, me deixando de mãos atadas para defendê-los, já que realmente os caras são reduzidos a mediocridade, a ponto do Tirulipa ser um chato irritante, cheio de caras e bocas, falando seu bordão repetidamente a ponto de irritante, e o veterano Tom Cavalcante parecer aquele tio que todo ano nas confraternizações familiares faz a infame piadinha do pavê. Nem mesmo o perfeitíssimo entrosamento entre o trio de comediantes (principalmente, os dois mais jovens), que claramente se esforçam bastante para serem engraçados com um material tão ruim em mãos, e a redução da participação do insosso Bruno de Luca de forma bem satisfatória, conseguem salvar o filme de ser uma merda total. Muito decepcionante e triste ver talentosos e impagáveis humoristas - o carisma deles é que atrai o público a prestigiar essa tranqueira e torná-la sucesso de bilheterias - tão desperdiçados numa bomba tão sem graça. Se inventarem de fazer mais um filme, que haja um milagre e o raio do desperdiço não caia pela terceira vez. Eles não merecem isso, nem nós.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: OUTUBRO/2019.

FILME DO MÊS:

Custou, mas, finalmente, fazemos esta postagem onde destacamos que chegaram aos cinemas. O atraso se deu pois tive alguns contratempos que me impediram de conferir alguns dos filmes lançados no mês passado. Mas, deveria ter lançado esta postagem, já que Coringa, reinou absoluto e isoladamente durante todo mês. E merecidamente, já trata-se de um filme totalmente fora da caixinha, que consegue a proeza de ser praticamente unânime, agradando o público em geral e a crítica, fãs das adaptações das HQs e quem as abominam. Cereja do bolo: sem sombra de dúvida, a incrível atuação excepcional de Joaquin Phoenix, que sem medo de ser considerado exagerado, para mim está entre as melhores que vi em minha vida. Tudo isso e muito mais, colocam o filme do icônico Palhaço do Crime, simplesmente, na seletíssima lista daquelas raríssimas produções, que já nascem obras-primas.

MENÇÃO HONROSA:

Morto Não Fala não é nenhum filmaço, muito menos figura entre os melhores do mês. Sequer recebeu de nós quatro estrelas e no mínimo uma nota 8,0. Mas, leva a nossa Menção Honrosa justamente por ser o primeiro acerto do nosso Cinema Nacional atual no gênero do terror, provando de forma bastante competente que é possível sair da mesmice e fazer um filme nacional fora do gêneros habituais, com bastante qualidade, e não apenas fazendo bonito, mas, superando uma porrada de produções hollywoodianas do gênero. Poderia ser bem melhor, mas, neste caso, o resultado final satisfatório, vale o nosso reconhecimento, acompanhado de agradecimento por reabrir as portas do nosso cinema para o gênero de terror, que lá fora, tem o nosso José Mojica Marins e seu icônico personagem Zé do Caixão, supervalorizado.

MERDA DO MÊS:

Infelizmente, mais uma vez, uma produção tupiniquim figura no rol nada agradável dos piores lançamentos do mês, o que só comprova que 2019, mesmo com raríssimas exceções, está sendo um péssimo ano para o nosso Cinema Nacional. Antes que algum "militonto" venha encher o saco, me xingando de homofóbico, machista, fascista, etc., ou algum mimizento diga que só gosto de filmes alto astral, blockbusters enlatados descerebrados, e blá, blá, blá..., faço questão de esclarecer: não tenho nada contra filmes de temática LGBT+, muito menos quanto filmes mais melancólicos, realistas bem deprê, mais cabeças, apesar que, realmente, estes últimos não estão entre os meus favoritos. Tenho sim, problema com filmes ruins, e Greta, na minha humilde opinião, é péssimo demais, morgadão, entediante, com personagens insuportáveis, chatos pra caralho. Duvido que alguns dos filmes lançados em outubro ainda não assistidos por mim, consigam ser pior que essa merda sonífera.

MENÇÃO HORROROSA:

Quem disse que a toda poderosa Disney não comete erros?  O fato de reinar praticamente absoluto nas bilheterias não evita que o estúdio tropece feio como nesse mês com Malévola: Dona do Mal. Se o primeiro filme ainda surpreendeu e convenceu, o mesmo não podemos dizer dessa continuação desnecessária e fraquinha que dar dó, que desperdiça um elenco estrelar encabeçado por Angelina Jolie, que até se esforça, e ainda conta com o apoio de uma boa parte técnica. Mas, o roteiro não ajuda e o resultado é desencantador.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: SETEMBRO/2019.

FILME DO MÊS:

No mês que prometia ser do palhaço do capeta Pennywise, quem reinou absoluto foi o icônico brucutu das antigas, confirmando a máxima popular que diz "quem é rei, nunca perde a majestade". Causando muito mimimi frescurento por parte da chata pra caralho e realmente asquerosa patrulha do politicamente correto, Rambo: Até o Fim, pode não ser o melhor filme da franquia, mas, consegue manter o altíssimo nível que a coloca como uma das melhores da história da sétima arte. O setentão Sylvester Stallone mais uma vez se despede em alto estilo de um dos seus personagens icônicos, provando que ainda manda muito bem na porradaria, até mesmo mais que muito cara com metade da sua idade.

MERDA DO MÊS:

Com pouquíssimos grandes lançamentos de blockbusters hollywoodianos chegando aos nossos cinemas, setembro tinha tudo para ser o grande mês do nosso cinema nacional. Infelizmente, ocorreu justamente o contrário, e nosso nada honroso título vai para Legalidade, filme que até tem uma temática interessante estragada por um péssimo roteiro. Ninguém é ingênuo de encarar um filme, que leva às telonas a chutada de barraca contra um golpe de um dos grandes nomes da esquerda brasileira, o saudoso Leonel Brizola, sabendo que não haveria a tal da lacração. O que grande problema aqui é que se preocuparam tanto em despejá-la em doses cavalares de toda forma possível, que acabaram esquecendo de trazer uma boa e coerente trama, resultando não apenas no pior filme deste mês, mas, fortíssimo candidato ao pior do ano. Os responsáveis por despejar nas telonas esse lixo ideológico, deveriam pedir aulas ao diretor Kleber Mendonça Filho de como fazer um filme com mensagem esquerdista que consegue agradar também ao público em geral.

MENÇÕES HORROROSAS:

Realmente, setembro não foi mesmo o mês do nosso cinema nacional. E olhe que eu não tive a mínima vontade de sair  de casa para assistir Sócrates, filme de temática gay, que rodou festivais pelo mundo. Por uma triste coincidência, os três filmes tupiniquins citados entre os piores chegaram aos cinemas no mesmo 12 de setembro. Nessa data, além do filme vermelhinho feito sob medida para agradar apenas a militância esquerdista, chegaram também aos nossos cinemas, Vai Que Cola 2 - O Começo, que mesmo com um elenco talentosíssimo, comete o maior e mais imperdoável pecado de uma comédia de ser totalmente sem graça,  e Divaldo - O Mensageiro da Paz, que até tenta evitar os defeitos costumeiros das produções tupiniquins de temática espírita, mas, acaba ficando apenas na boa intenção. Uma data e mês para serem esquecidos por nós, entusiastas do nosso cinema. Fiquemos na torcida que isso não venha mais ocorrer.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: AGOSTO/2019.

FILME DO MÊS

O ditado popular "agosto mês do desgosto" caiu por terra para nós cinéfilos neste de 2019. No ano que estamos tendo uma excelente safra de ótimos, tivemos no mês que acabou ontem tivemos simplesmente um empate triplo como nosso Filme do Mês entre produções para gostos mais variados. Logo no primeiro dia do mês, Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw chegou com tudo atropelando, permanecendo tranquilão e solitário no nosso pódio por exatos quinze dias. Quem curte a porra-louquice da testosterona da franquia dos carecas fodões, o spin-off não faz feio e mantém a tradição, muito mais pelo carisma do seu elenco, em especial, os protagonistas Dwayne Johnson e Jason Statham, e de Idris Elba como o vilão do que pelo roteiro, que se não a oitava maravilha do mundo, pelo menos cumpre muito bem direitinho a função de ser uma diversão descerebrada em ritmo frenético, que nos faz sair do cinema com um sorrisão de orelha a orelha dos absurdos apresentados.

Se há gente que detesta e até deve escolher o spin-off com os pouca-telhas fodões como pior do mês, o colega de empate é praticamente uma unanimidade, afinal, estamos falando do cineasta pop mais criativo e genial de sua geração. Quentin Tarantino mais uma vez não decepciona e vai além das nossas expectativas nos presentando com o aguardadíssimo Era Uma Vez em... Hollywood, filmaço que homenageia a sétima arte. Somente alguém tão talentoso como o mestre Tarantino para nos envolver e prender atenção num filme praticamente no ponto morto com mais de duas horas e meia de duração, tempo que não percebemos pela trama muito bem escrita, desenvolvida e conduzida pelo mestre, somada as ótimas atuações de um elenco inspiradíssimo, com destaque especial para o trio de protagonistas (DiCaprio nem precisa choramingar tanto, já que só se houver uma puta injustiça, ele não seja indicado a premiações pela sua excepcional atuação). Simplesmente, um dos melhores filmes do mestre Tarantino, que já nasce como uma verdadeira obra-prima.

E criatividade não falta na grande surpresa do mês e uma das maiores do ano, o também aguardadíssimo Bacurau, que fecha com chave de ouro esse mês tão fodástico para nós cinéfilos. Geralmente, filmes brasileiros que roda festivais pelo mundo e só depois que chega por aqui, são cabeças demais para um cinéfilo do povão como eu gostar. Mas, o ganhador do Prêmio do Juri no Festival de Cannes, consegue ser uma agradabilíssima exceção a esta regra, já que os roteiristas e diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles nos presenteiam com um filmaço muito bem desenvolvido que assim como o mestre Tarantino, sem pressa nenhuma, quase no ponto morto, e mesmo assim nos envolvendo e prendendo nossa atenção. Simplesmente, uma dos melhores filmes nacionais de todos os tempos que já nasce como uma pequena obra-prima, que não apenas garante seu lugar obrigatório no pódio do nosso Filme do Mês, mas, também do ano.

MENÇÕES HONROSAS:

E não é que mesmo com um empate triplo no nosso Filme do Mês, ainda têm dois filmes que merecem nossa menção honrosa? E merecidamente, já que ambos chegaram sem expectativas nenhuma e acabaram se revelando agradabilíssimas surpresas. Afinal, o fã mais otimista não sonharia que Brinquedo Assassino entraria logo de cara na seleta galeria dos melhores filmes do sub-gênero terrir, e de quebra, ainda provaria que um remake pode ser original. Chegando consideravelmente bem mais timidamente, Verão de 84 pega carona na nostalgia atual dos anos 1980, sendo um ótimo filme de suspense, cativante e envolvente, que nos transporta para os bons e tão saudosos tempos, sendo também uma das maiores surpresas do ano. 

MERDA DO MÊS:

Com tudo na vida, nem tudo é perfeito, sempre tem uma maçã podre para tentar estragar uma boa safra. E admito que poderia ter deixado passar e continuar com o propósito de não assistir o filme picareta que se auto-proclama com uma cinebiografia que traz uma história verdadeira. Mas, acabei cedendo as pressões de uma amiga e como cara bestão bonzinho só se fode, acabei tendo o desprazer de perder meu preciosíssimo tempo encarando a merda vergonha alheia dentro e fora das telas Nada a Perder 2, que consegue a proeza de ser pior que o seu antecessor. Realmente, uma merda das grandes que envergonha o nosso cinema nacional em todos os sentidos, que isoladamente é o pior filme que chegou aos cinemas em agosto, e favoritíssimo para ser o pior do ano. Depois da sessão de tortura com um dramalhão patético e  cinicamente mentirosos, defendo que mude-se o ditado popular para "de graça até injeção na testa, menos assistir os filmes sobre Edir Macedo". Com certeza, uma injeção cavalar na testa é menos dolorosa.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: JULHO/2017.

FILME DO MÊS:

Foram pouquíssimas idas aos cinemas em virtude da temporada de férias de meio de ano, onde as salas são ocupadas por semanas com produções voltadas para toda família. Mas, em compensação, que mês! Dos seis lançamentos que assistimos, metade são filmaços, o que acabou gerando um inevitável empate técnico entre eles. O primeiro não poderia ser outro: O Rei Leão. O remake da clássica animação noventista, que está bombando nas salas mundiais, em especial, nas tupiniquins onde de cada quatro ingressos vendidos, três são para conferir, vai além de um espetáculo visual que impressiona pelo realismo, conseguindo a proeza inimaginável nem pelos mais otimistas de ser um filmaço tão bom e emocionante que o original. De cara, já garante seu lugar entre os melhores do ano.

Seguindo a regra dos últimos anos de um filme baseado em quadrinhos de super-heróis marcar presença como Filme do Mês, Homem-Aranha: Longe de Casa cumpre direitinho a função e só não reinou absoluto pela chegada de Simba, Timão, Pumba e companhia. Oficialmente como o último filme da Fase 3 do UCM, o novo filme do Cabeça de Teia também abre um leque de possibilidades para o futuro do herói, que será bem tenso. Após os eventos épicos de Vingadores: Ultimato, somos presenteados com um filmaço divertido do começo ao fim, que nos provoca boas risadas, mas, sem deixar de ser tenso e empolgante com as excepcionais cenas de ação. Não é a toa que é o primeiro filme do Amigo da Vizinhança a alcançar e ultrapassar a marcar de US$ 1 bilhão. Simplesmente, um dos melhores filmes do herói e do UCM, que não poderia deixar de ser o nosso Filme do Mês, mesmo dividindo o título.

MENÇÃO HONROSA:

Se as mega produções da Disney e da Sony, respectivamente, já nos deixavam na suspeita que seriam filmaços, a grande surpresa mesmo dos lançamentos nas telonas durante o mês de julho foi Atentado ao Hotel Taj Mahal. Lançado timidamente e sem nenhum alarde entre os dois blockbusters que merecidamente dividem o nosso pódio, a produção baseada em fatos simplesmente é um filmaço tenso, envolvente e bastante emocionante, retrata de forma impressionantemente realista todo clima de terror, medo e frieza de um ataque terrorista. Filmaço que só não chamou mais atenção por ter chegado numa época repleta de produções voltadas para o público familiar. Uma pequena obra-prima que vale a pena ser descoberta.

MERDA DO MÊS:

Felizmente, julho não teve nenhum filme ruim chegando aos nossos cinemas. Ao menos que eu tenha assistido já que, além de ser um mês onde grandes produções familiares ocupam mais salas e por mais tempos, limitando o número de lançamentos, uma cidade como Maceió com poucas salas, reduz ainda mais as opções de lançamentos. Mesmo assim, vale comemorarmos e ficar na torcida que isso ocorra com mais frequência, afinal, cinema não é lazer barato - sem falar que o tempo é algo valiosíssimo - para perdemos assistindo um filme ruim.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 30 de junho de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: JUNHO/2019.

FILME DO MÊS:

Como já é de costume nos últimos anos, sempre uma adaptação dos quadrinhos acaba sendo o grande destaque dos lançamentos que chegaram aos cinemas no decorrer do mês. Obviamente, que não estamos falando de X-Men: Fênix Negra, encerramento apenas satisfatório e consideravelmente melancólico dos mutantes na Fox, mas, da grande surpresa do mês e das últimas décadas. Por mais que minha hype estivesse altíssima não esperava que Turma da Mônica - Laços fosse um filmaço excepcional. Os adoráveis personagens criados pelo mestre Mauricio de Sousa ganham um live-action de acordo com sua grandiosidade. O também mestre Daniel Resende nos presenteia com um filme que mexe profundamente com nossas emoções. E a cereja do bolo fica por conta do quarteto de protagonistas mirins que se tornam em carne e em osso nossos adoráveis personagens, com atuações brilhantes. Simplesmente, uma obra-prima, que finalmente introduz o nosso cinema nacional (que aqui ganha um dos melhores filmes de todos os tempos) na ótima fase que vive as adaptações dos quadrinhos, fortíssimo concorrente a ser um dos melhores filmes do ano.

MERDA DO MÊS:

Quem acompanha este blog sabe que sou um grande entusiasta do sub-gênero gospel. Por isso mesmo, somado ao fato que ninguém quer ir ao cinema para assistir um filme ruim, é com pesar um pouco mais do que o habitual que anuncio o filme que leva nosso nada honroso filme. Com tanto filmaços que só elevam o sub-gênero gospel, Eu Acredito acaba sendo um péssimo retrocesso. Além de ressuscitarem os velhos problemas dos filmes do sub-gênero, os caras simplesmente exageram na dose fantasiosa infatilizada, a ponto de ser ofensivo até mesmo a fé cristã. Inacreditavelmente ruim, nem mesmo a boa intenção de se fazer um filme sobre fé para toda família é suficiente para impedir que Eu Acredito seja um fortíssimo candidato a ser o pior filme do ano.

MENÇÃO HORROROSA:

O encontro de duas boas atrizes de gerações distintas, num suspense psicológico com uma boa premissa, (apesar de não original), sendo dirigidas pelo mesmo cara que dirigiu o clássico noventista Entrevista com um Vampiro. Tinha tudo para dar certo, mas, Obsessão acaba sendo uma grande decepção. E não pelos nomes envolvidos, mas, por um roteiro fraco que traz uma trama insossa, repleta de conveniências e situações patéticas que são vomitadas na nossa cara. Pode não ser um dos piores filmes do ano, mas, com certeza, já é uma das grandes decepções. Lamentável!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: MAIO/2019.

FILME DO MÊS:

Maio surpreendeu em relação aos lançamentos que chegaram aos nossos cinemas, obviamente, os que eu conferi. O motivo é que a maioria dos filmes serem ligeiramente acima da média, com notas oscilando entre 7,0 e 8,0. Logo, não é surpresa temos um empate técnico entre dois filmes, que conseguiram a proeza de obterem notas maiores. Mas, a grande surpresa é que um dos empatados é justamente Aladdin, inclusive, sendo o filme que recebeu de nós a maior nota.. Para ser sincero, não estava levando muita fé no live-action da clássica animação noventista da Disney, mas, acabei sendo surpreendido com um filmaço que nos leva por quase duas horas a um mundo de fantasia, com canções bem interpretadas, em números musicais memoráveis, bem coreografados. Ao mesmo tempo respeitando a animação original, mas, trazendo novidades e melhoras significativas, simplesmente, um espetáculo para todas as idades com o padrão Disney de qualidade.

O colega de empate não poderia ser outro que John Wick 3: Parabellum, que com certeza, deve encabeçar a lista dos melhores filmes do mês. Afinal, estamos falando num filme que já nasce como obra-prima do gênero de ação, com sequências eletrizantes, muito bem coreografadas e de fazer qualquer um pular da cadeira de tanta empolgação. O veterano Keanu Reeves se supera mais uma vez, e vai cada vez mais confirmando na seletíssima lista dos maiores astros de ação de todos os tempos. Filmaço que só não reinou sozinho e absoluto - ao menos na nossa lista -, apenas por ter dado o azar chegar no mesmo mês da surpresa que a Disney. Mesmo assim, não ficou de fora, arrancando o empate como nosso Filme do Mês, e com certeza, estará entre os melhores do ano.

MERDA DO MÊS:

Como nem tudo é perfeito nessa vida, infelizmente, mesmo num mês que tivemos vários filmes acima da média, não tivemos a mesma alegria do mês passado de não temos um filme ruim. Com todo jeitão de piloto de seriado televisivo (e se fosse, seria bem melhor e bastante eficiente) o novo Hellboy chegou a figurar isolado como único filme ruim do mês e se encaminhava tranquilamente para levar o nosso nada honroso título. Mas, justamente, na última semana do mês, a frustrante adaptação dos quadrinhos foi passada para atrás, por três filmes realmente ruins que brigaram feio para serem nossa Merda do Mês, que acabou indo para Anos 90. O filme de estreia como diretor do ator Jonah Hill está arrancando elogios da crítica, e com certeza, é presença obrigatória na lista dos melhores filmes do mês de muita gente. Mas, como sou apenas um cinéfilo do povão com gostos bem simples e sem nenhuma formação acadêmica de crítico de cinema, achei o filme uma bosta, com personagens chatos pra caralho, numa trama em ponto morto, que resulta num filme tão morgadão e arrastadão, a ponto da sua aproximada uma hora e vinte minutos de duração, parecerem cinco horas de pura tortura entendiante. Mesmo com a criatividade de Hill em nos ofertar não apenas um filme que se passa na década que dar título, mas, como se tivesse produzido na época, o resultado final é decepcionante. Não deu para concorrência, e disparado, é o nosso pior filme do mês e um seríssimo candidato ao pior do ano.

MENÇÕES HORROROSAS:

Como disse no parágrafo acima, a briga essa semana foi realmente feia entre três bombas que fazem o filme do anti-herói capeta ser um bom filme. Infelizmente, um dessas bombas é brasileira, o sucesso de bilheterias Kardec. Mesmo sendo uma produção luxuosa e caprichada, bem acima do padrão tupiniquim, isso nada adiantou ao filminho que mantém os mesmos erros grosseiros das produções nacionais de temática espírita, principalmente, o péssimo roteiro, que opta por um tosco didatismo, reforçado pelas atuações robóticas exigidas de um competente elenco totalmente desperdiçado, que simplesmente, dita suas falas ao invés de interpretá-las. Tão torturante quanto nosso pior filme do mês.

Ao menos Ma, nossa outra bomba do mês, consegue provocar inevitáveis gargalhadas por ser o típico "filme tão ruim que acaba divertindo", graças ao seu péssimo roteiro, que pega uma premissa até interessante e manda para as picas, com uma trama recheada de absurdos ridículos. Se tivesse sido anunciado como uma comédia de humor negro e satírica, até que não seria um filme tão ruim assim, mas, como oficialmente insiste em seu definir como uma produção do gênero do terror, acaba sendo, junto com a produção espírita tupiniquim, uma bosta, que dificilmente, ficará de fora da lista dos piores do ano.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

terça-feira, 30 de abril de 2019

FILME E MERDA DO MÊS: ABRIL/2019.

Se março surpreendeu com excelentes lançamentos, imagina abril, cuja expectativa estava altíssima com filmes aguardados para o mais variados gostos. Foi o mês que chegaram aos cinemas o gospel Superação - O Milagre da Fé, o terror A Maldição da Chorona, a comédia tupiniquim De Pernas pro Ar 3, e principalmente, o histórico primeiro confronto direto nas bilheterias entre DC e Marvel, com Shazam! e Vingadores: Ultimato, filme mais aguardado de todo os tempos, que confirmou o favoritismo e leva nosso título de filme do mês, com tudo para ser também o do ano. E não é a toa! Onze anos de Universo Cinematográfico Marvel chega ao seu ápice, com um coroamento épico, excepcional. É bem verdade que tem suas minúsculas falhas (precisamente, pequenos furos, incoerências e contradições no roteiro), mas, que são superadas pelo espetáculo épico claramente feito com todo carinho para nos presentear.. Mais uma vez, a Marvel eleva as adaptações dos super-heróis, legando a sétima arte com mais uma obra-prima dos blockbusters.

MÊNÇÕES HONROSAS:

Chegar aos cinemas no mesmo mês da obra-prima Vingadores: Ultimato é uma puta desvantagem desleal para qualquer filme. Mas, antes do grupo de super-heróis invadir as salas de cinemas do mundo no final do mês (só no Brasil, ocupa 80%  delas, e aqui em Alagoas, ocupa 23 das 28 salas), dois filmes conseguiram surpreender por serem muitos bons (seriam três, se O Gênio e o Louco não tivesse derrapado no terceiro ato). Para ser sincero, mesmo sendo fã do herói da DC, estava cagando para Shazam!, indo ao cinema apenas por desencargo de consciência. Mas, acabei sendo surpreendido com um filmaço divertido do começo ao fim, resultando em mais um grande acerto da DC/Warner. Uma prova inequívoca que não devemos julgar um filme pelo seu trailer e demais materiais publicitários.

Mesmo sendo um fã entusiasta do sub-gênero gospel, confesso que também não estava levando fé em Superação - O Milagre da Fé, achando que seria mais do mesmo. Mas, o drama baseado numa história real de um acidente que quase levou à morte um adolescente e a força da fé de sua mãe, acabou surpreendendo, sendo um filme cativante e envolvente, que mantém o alto nível  que o sub-gênero atingiu, que de quebra, é presenteado com uma das suas personagens mais inesquecíveis, a mãe fervorosa Joyce Smith, vivida de forma brilhante pela carismática Chrissy Mertz. Assim como o filme da DC, deu apenas o azar de estrear no mesmo mês de um final da saga épica sem precedentes na história do cinema. Mas, não esquecemos de ambos, e por isso mesmo, são citados honrosamente.

MERDA DO MÊS:

Abril chegou ao fim, e felizmente, pela primeira vez este ano, não tivemos um filme realmente ruim para levar o nosso nada honroso título. E mesmo com a qualidade dos ótimos filmes que chegaram, acredito que não tenha sido um mês tão perfeito assim, já que estou tentando manter o compromisso assumido comigo mesmo de só conferir filmes que realmente eu esteja interessado ou de gêneros que eu curto, o que acabou evitando que minha ida ao cinema fosse desagradável, gastando dinheiro e tempo encarando alguma tranqueira. Enfim, o importante é que não temos uma Merda do Mês. Que seja sempre assim!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 31 de março de 2019

FILME DO MÊS: MARÇO/2019.

E chegamos ao fim de mais um mês. E que mês arretado para nós cinéfilos, diga-se de passagem. Apesar de prevalecer o esperado, e Capitã Marvel leva nosso título de Filme do Mês, não foi tão fácil para o primeiro filme de uma super-heroína da Marvel Studios. Afinal, de doze lançamentos do mês nos cinemas que conferimos, surpreendentemente, sete levaram nota acima de oito, algo que, até onde me lembre, totalmente inédito. Mesmo assim, prevaleceu o padrão de qualidade Marvel, que nos presenteia com um filmaço divertido do começo ao fim, que introduz muito bem a super-heroína, que aparentemente irá ser decisiva no aguardadíssimo Vingadores: Ultimato, que chega no mês que vem, que de cara, está marcado por ser o primeiro que teremos um lançamento da Marvel e da DC, numa briga de bilheterias que promete. Será que teremos um empate? No final do mês que se inicia amanhã, teremos a resposta.

MENÇÕES HONROSAS:

Que mês foi esse, onde as idas aos cinemas foram de agradabilíssimas surpresas. Os aguardados Nós e Dumbo, não fizeram feio e foram além do esperado. Assim como os dramas Suprema e O Retorno de Ben, que chegaram sem alarde e surpreenderam positivamente. Mas, com uma pequena vantagem, a porra-louquice de ação praticamente uma comédia Vingança a Sangue Frio, novo filme do fodão Liam Neeson, e a tão aguardada comédia cearense Cine Holliúdy 2 - A Chibata Sideral ficam com nossas menções honrosas. E que venha abril, quem sabe com novas agradáveis surpresas!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quarta-feira, 6 de março de 2019

FILME DO MÊS: FEVEREIRO/2019.

O mês mais curto do ano passou num piscar de olhos. E após conferir os principais lançamentos que chegaram ao Brasil, chegou a hora de escolhemos o nosso filme do mês. Quem é rei nunca perde a majestade, e o octogenário Clint Eastwood prova isso, dirigindo e estrelando A Mula, o melhor filme que chegou aos cinemas em fevereiro. Num mês que tivemos ainda dois outros ótimos lançamentos chegando nos cinemas, o filme do veterano ator e diretor, onde ele vive um senhorzinho real que acabou traficando drogas para um cartel, leva vantagem e por isso mesmo, leva o nosso título.

MENÇÕES HONROSAS:

A criatividade rolou solta em dois ótimos lançamentos de fevereiro, que por pouquinho, não arrancaram um empate triplo como nosso Filme do Mês. Depois de décadas, finalmente, James Cameron leva às telonas Alita: Anjo de Combate, a tão aguardada adaptação de um mangá de sucesso, dirigida pelo mestre Robert Rodriguez, que nos presenteia com um filmaço empolgante, que de quebra, é um espetáculo visual à parte. Mesmo sem esses tecnológicos, Todos Já Sabem, novo filme do aclamado e premiado diretor iraniano Asghar Farhadi, consegue ser tão envolvente e criativo, com uma trama bem desenvolvida, que ganha forças, com as ótimas atuações de um excelente elenco. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

FILME DO MÊS: JANEIRO/2019.

Prometendo ser um grande ano para nós cinéfilos, 2019 iniciou com chave de ouro, com a chegada aos cinemas de filmes, lançados nos States e boa parte do mundo ainda no ano passado, que de cara já garantem sua presença na lista dos melhores filmes do ano. Nocauteando todos os lançamentos do mês, inclusive indicados ao Oscar de Melhor Filme, Creed II superou as expectativas dos fãs mais otimistas, que foram presenteados com um filmaço emocionante e empolgante, que encerra em grande estilo a trajetória do icônico Rocky Balboa, interpretado por seu criador Sylvester Stallone, que oficialmente, passa a tocha para Adonis Creed trilhar seu próprio caminho, mantendo viva a franquia.

Por mais que o segundo spin-off da franquia Rocky leve uma ligeira vantagem, impossível deixarmos de fora a espetacular animação Homem-Aranha no Aranhaverso, outra agradabilíssima surpresa lançada nos States no ano passado. Abrindo com chave de ouro um ano que promete ser inesquecível  e fodástico para os fãs da adaptação dos quadrinhos, a animação, que tive o privilégio da assistir numa sala de cinema e no idioma original graças ao Cinesystem Maceió que realizou este feito inédito nos cinemas alagoanos, faz jus ao herói amigo da vizinhança, e de quebra, também já garante seu lugar na lista dos melhores deste ano, arrancando um justíssimo empate no nosso primeiro Filme do Mês.

MENÇÕES HONROSAS:

Janeiro tivemos também dois ótimos filmes, que só não levaram nosso título de Filme do Mês por terem tido o azar de serem lançados no mesmo mês de duas filmaços espetaculares remanescentes do ano passado. E para fazemos justiça, nossa menção honrosa vai para Vidro, filme que encerra bem a trilogia de super-heróis criada pelo mestre M. Night Shyamalan, e para Green Book - O Guia, um dos três únicos filmes que, na minha humilde opinião, merecem a indicação ao Oscar de Melhor Filme.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.