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domingo, 23 de fevereiro de 2025

PORRADARIA NA ÁFRICA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Nós Jogamos com os Hipopótamos (Io Sto Con Gli ippopotami).
Produção italiana, sul-africana, alemã e estadunidense de 1979.

Direção: Italo Zingarelli.

Elenco: Terence Hill, Bud Spencer, Joe Bugner, May Dlamini, Dawn Jurgens, Malcolm Kirk, Ben Masinga, Les Marcowitz, Jonah Naude, Nick Van Rensburg, Hugh Rouse, Mike Schutte, Kosie Smith, Joseph Szucs, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Oldflix) em 16 de fevereiro de 2025.

Sinopse
: Após anos batendo pernas pelo mundo, Slim (Hill) retorna a sua terra natal, uma pequena localidade no continente africano, e firma parceria com seu primo, Tom (Spencer), montando uma agência que acolhe e faz um tour com os turistas. Eles também acabam encarando um poderoso chefão (Bugner) para acabar com a tirania dele, distribuindo porradas nos seus capangas.

Comentários
: Sou muito grato a Deus por ter crescido nos bons e saudosos tempos que a diversão era garantida. Tempos em que a família se reunia em frente a telinha para conferir os filmes estrelados pela impagável dupla Terence Hill e o saudosíssimo Bud Spencer. Apesar de tantos filmes que assisti por diversas vezes, realmente, tiveram alguns que até hoje eu não assisti. É o caso deste filme setentista, uma das grandes bilheterias da dupla. Mantendo a mesma estrutura de todos os filmes, o problema aqui está no fraco roteiro que traz uma trama preguiçosa quase inexistente, a ponto de esticar exageradamente algumas sequências, como por exemplo, a que traz a dupla num almoço com os vilões. O resultado acaba sendo um dos filmes mais fracos e esquecíveis da dupla, que só garante a diversão satisfatória, justamente por ela, pois, sempre vale a pena ver Hill e Spencer em ação. 
CotaçãoNota: 5,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

RECORDAR É REVER: OS DOIS SUPER-TIRAS EM MIAMI.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Os Dois Super-Tiras em Miami (I Poliziotti Dell' 8ª Strada - título original / Miami Supercops - título internacional).
Produção italiana e estadunidense de 1985.

Direção: Bruno Corbucci.

Elenco: Terence Hill, Bud Spencer, Chief C.B. Seay, William "Bo" Jim, Ken Ceresne, Jackie Castellano, C. V. Wood Jr., entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e on-line (YouTube).

Sinopse
: Aproveitando a saída do xilindró do único ladrão (Richard Liberty) de um assalto milionário que foi capturado, uma dupla de agentes do F.B.I. (Hill e Spencer) responsável pelo caso há sete anos atrás, é designada para ir à Miami e se infiltrar na polícia local, a fim de solucionar e pegar os demais membros da quadrilha.

Comentários
: Sou do tempo em que éramos felizes e sabíamos muito bem disso que nos divertíamos assistindo as incontáveis exibições na telinha da Globo dos filmes estrelados pela inesquecível e impagável dupla italiana formada por Terence Hill e o saudoso Bud Spencer. E entre tanto filmes da dupla porradeira, Os Dois Super-Tiras em Miami, sem sombra de dúvida, foi um dos mais exibidos. Quando criança e adolescente até que me diverti bastante com o penúltimo filme da dupla (os dois retornaram à parceria uma última vez nove anos depois para um último filme), mas ao rever hoje, constatei que não é um dos melhores, e tem alguns problemas a começar pela premissa tosca (putz! Agentes do F.B.I. que se disfarçam de policiais para resolver o único caso que eles não resolverem em sua carreira). Sem dúvida, o grande problema é que aqui um filme os típicos humor e a ação porradeira da dupla Trinity são reduzidos drasticamente, perdendo-se muito tempo com a investigação numa trama ligeiramente arrastada. Mesmo com esses sérios defeitos, não é um filme ruim, muito menos deixa de ser prazeroso ver a dupla em ação mais uma vez. Este fator nostalgia é que faz valer a pena ver e rever este clássico oitentista. 
CotaçãoNota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

RECORDAR É REVER: MEU NOME É NINGUÉM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Meu Nome é Ninguém (Il Mion nome è Nessuno).
Produção italiana, francesa e alemã de 1973.

Direção: Tonino Valerii e Sergio Leone (não creditado).

Elenco: Terence Hill,  Henry Fonda, Jean Martin, Leon Gordon, Neill Summers, R.K. Armstrong, Steve Kanaly, Geoffrey Lewis, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e on-line (YouTube).

Sinopse
: O veterano pistoleiro Jack Beauregard (Fonda( tomou a decisão de tomar pendurar a pistola e até reservou as passagens para se mandar do Velho Oeste, mas, sem antes partir para um último acerto de contas para vingar seu irmão. O que ele não esperava era que um jovem fã, conhecido apenas como Ninguém (Hill), não apenas iria se juntar a ele na jornada, mas, também moveria os pauzinhos para que terminasse sua carreira de forma histórica.

Comentários
: Marcado principalmente pela sua parceria com o saudosíssimo Bud Spencer, o ator italiano Terence Hill começou a ser eternizado nos clássicos spaghetti western, como este filme, que tem como um dos produtores o saudoso mestre Sergio Leone, que inclusive, dirigiu algumas cenas aqui. Com um roteiro inspirado numa ideia de Leone, o filme traz uma divertida e cativante trama, onde Hill brilha dando um show de humor, tendo ao lado o inesquecível e saudoso Henry Fonda, que não fica atrás e impõe moral como o pistoleiro fodão. Além disso, o filme conta com uma parte técnica impecável, direção competente, uma deliciosa trilha do saudoso mestre Ennio Morricone. E para nós brasileiros, a cereja do bolo fica com a dublagem clássica, com os saudosos Newton da Matta e Isaac Bardavid, dando vozes a Hill e a Fonda, respectivamente. Enfim, um clássico arretado imperdível, que envelheceu muito bem e garante uma ótima diversão até hoje. 
CotaçãoNota: 9,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.