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segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

RAINHA DA AMÉRICA LATINA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Guadalupe: Mãe da Humanidade (Guadalupe: Madre de la Humanidad).
Produção espanhola de 2024.

Direção: Andrés Garrigó (diretor geral) e Pablo Moreno (diretor da dramatização).

Narradores: Karyme Lozano e Pepe Alonso (em off). Elenco: Angélica Chong, Mario Alberto Hernández, Emilio Linder, Pepe Vaquero, Pedro Hernández, Alejandro Marquéz, entre outros. Com depoimentos de: Padre José de Jesús Aguilar, Monsenhor Efraín Hernández, Toño Infante, María Saavedra, Angela Pelliciari, entre outros. 

Blogueiro assistiu no streaming (Lumine) em 15 de dezembro de 2024.

Sinopse
: Baseado em fatos, o docudrama traz a história real das aparições de Nossa Senhora (Chong) em Guadalupe, no México, ao índio Juan Diego (Alberto Hernández). O filme mescla dramatizações com depoimentos de especialistas e também testemunhos de fé.

Comentários
: Produção mais recente da produtora espanhola católica Goya Producciones, que chegou a ser exibido nos cinemas por aqui, mas, apenas na versão dublada, algo que aparentemente é culpa da distribuidora por aqui Kolbe Artes, já que infelizmente, o filme chegou ao streaming apenas nesta versão. Em Guadalupe: Mãe da humanidade, a produtora mais uma vez fica na zona de conforto dos docudramas, subgênero que mescla documentário com dramatizações ficcionais. E se neste último, está caprichando cada vez mais, principalmente na parte técnica, por outro lado, acaba errando um pouco a mão na parte documental, o que acabou esticando o filme um pouco, a ponto de quase nos entediar, o que só não acontece pela força dos fatos apresentados. Mesmo assim, não deixa de ser mais um docudrama interessante da produtora, que vale a pena ser conferido. 
CotaçãoNota: 7,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

FILHO DE GLADIADOR, GLADIADORZINHO É.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Gladiador II (Gladiator II).
Produção britânica e estadunidense de 2024.

Direção: Ridley Scott.

Elenco: Paul Mascal, Denzel Washington, Pedro Pascal, Joseph Quinn, Fred Hechinger, Lior Raz, Derek Jacobi, Connie Nielsen, Peter Mensah, Matt Lucas, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Cinesystem Maceió em 15 de novembro de 2024.

Sinopse
: Sequência de Gladiador. Dezesseis anos depois dos eventos do filme original, Roma, governada pelos inconsequentes imperadores gêmeos Geta (Quinn) e Caracala (Hechinger), vem dominando geral sob o comando do general Acacius (Pascal). Em uma dessas conquistas militares, entre os capturados está Lucius (Mascal), que na verdade é filho de Lucilla (Nielsen), filha do antigo imperador Marco Aurélio (Richard Harris, no filme original). Comprado pelo ambicioso Macrinus (Washington) para ser um gladiador, Lucius parte com sangue nos olhos para acertar contas contra o líder militar responsável por perdas trágicas em suas vida.

Comentários
: 2024 está sendo marcado como o ano em que Hollywood vem apelando para sequências, boa parte desnecessárias. Entre estas, provavelmente Gladiador II é a maior, não apenas pela produção caprichada com orçamento, mas, principalmente pelo quesito desnecessária. Afinal, o primeiro filme é uma verdadeira obra-prima épica, com uma trama fechadíssima em si. Mas, que se dane que ninguém pediu uma continuação "antes tarde do que nunca"! Vinte quatro anos depois, o mestre Ridley Scott retorna para nos levar mais uma vez para mais uma jornada de um herói fodão na Roma Antiga.

Felizmente, Gladiador II não chega a ser um filme ruim. Pelo contrário, tem um bom ritmo que não percebemos sua longa duração de quase duas horas e meia. Conta com sequências de ação satisfatórias, mas, realmente frustrou um pouco que o Coliseu não seja tão grandioso como no filme original (custava a galera responsável pelos efeitos terem assistido este?), assim como uma sequência de luta com uns babuínos muitos toscos. Fora isso, as demais sequências não fazem feio, mesmo que não sejam nada inovadoras. 

Mas, sem dúvida, o grande problema do filme, além de ser totalmente desnecessário, sem dúvida é o roteiro. A trama praticamente é praticamente uma cópia da apresentada no primeiro filme, mas, sem o mesmo aprofundamento e brilho. Acabou sobrando para os atores, em especial, o protagonista Paul Mascal e para Pedro Pascal, cujo os personagens não foram bem desenvolvidos, deixando para nós a sensação que poderiam ser muito mais interessantes. O único que acabou escapando ileso foi Denzel Washington, que ao contrário dos colegas foi além do que o roteiro exigia, e valorizado por um interessante virada no terceiro ato, simplesmente rouba a cena, dando um show à parte.

Enfim, mesmo sendo inegavelmente uma sequência desnecessária, Gladiador II é um bom filme. Passa longe do altíssimo nível épico do original, mas, felizmente, também passa longe de ser uma tranqueira. Pelo menos entrega um entretenimento de qualidade, bem à moda antiga, garantindo a diversão, e fazendo valer a pena gastar uma grana para ir ao cinema, de preferência, na sala com a maior tela e o som mais potente. Tentando evitar às inevitáveis comparações com o original, a diversão é garantida. 
CotaçãoNota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


sábado, 12 de outubro de 2024

FLERTANDO COM O SERIAL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

A Garota da Vez (Woman of the Hour).
Produção estadunidense de 2023.

Direção: Anna Kendrick.

Elenco: Anna Kendrick, Daniel Zovatto, Nicolette Robinson, Autumn Best, Pete Holmes, Kelley Jakle, Kathryn Gallagher, Tony Hale, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Cinesystem Maceió em 12 de outubro de 2024.

Sinopse
: Baseado em fatos. Em 1978, uma jovem aspirante atriz (Kendrick) aceita a sugestão da sua agente e vai participar de um programa de namoro na TV, a fim de se tornar conhecida. Mas, o que ela não esperava é que tivesse o dedo podre para homem, já que entre os pretendentes, ela escolhe justamente um desenrolado fotógrafo (Zovatto), que na verdade é um serial killer que vem matando geral, deixando um rastro de sangue.

Comentários
: Conhecida por atuar em comédias bobinhas, Anna Kendrick debuta com diretora justamente num gênero que passa longe do que estamos acostumados. Atitude ousada e corajosa, mas que infelizmente, acabou não sendo suficiente para salvá-la de entregar um filme ruim. É bem verdade que Kendrick tem sua parcela de culpa, principalmente pela escolha criativa, mas, o péssimo roteiro não ajuda, trazendo uma trama não lineal, o que faz que as idas e vindas no tempo seja uma bagunça que acaba confundindo os mais desatentos. Chato e entediante, um filminho ruim, que desperdiça totalmente uma boa história. Mas, caso queira assistir, sugiro que espere um pouquinho, já que daqui a pouco chega na Netflix, que comprou os direitos para o seu catálogo. 
CotaçãoNota: 0,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.