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domingo, 7 de setembro de 2025

UMA CURTA VIDA DE SANTIDADE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Beato Frassati (Blessed Frassati).
Produção italiana e francesa de 2016.

Direção: Mathilde Montovert e Gabriel Rossineau.

Depoimentos: Wanda Gawronska, Padre Vincent de Mello e Padre Emmanuel Coquet. Elenco: François Lemière, Olivia Khouri, Xavier Duhil de Bénazé, François-Xavier Poy, Marie-Clotilde Rollot, Brune Henry, Auravelia Colomer, Gabriel Tavallo, Gaspard Feldmann, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Lumine) em 07 de setembro de 2025.

Sinopse
: Curta-documentário que conta a história do jovem Pier Giorgio Frassati, através de depoimentos e dramatização. Preocupado com os pobres desde criança (Feldmann), Frassati (Lemière) dedicou sua curta vida por eles.

Comentários
: Beatificado em 1990 pelo saudoso Papa João Paulo II, Pier Giorgio Frassati foi canonizado hoje pela Igreja Católica, juntamente com Carlo Acutis, que convenhamos é muito mais popular. Sua história é contada neste docudrama com duração tão curta quanto foi a sua vida. Seguindo os padrões do subgênero, Beato Frassati traz um resumo suscinto e objetivo do novíssimo santo da Igreja. Esta falta de aprofundamento acaba impedindo que nos conectemos com a vida de santo, mas, pelo menos, serve com um satisfatório material introdutório para sabemos mais sobre o jovem santo. Vale a conferida. 
CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

segunda-feira, 16 de junho de 2025

HONRANDO AS ARMAS DUPLAMENTE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Bailarina (Ballerina).
Produção estadunidense e húngara de 2025.

Direção: Len Wiseman.

Elenco: Ana de Armas, Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus, Ian McShane, Keanu Reeves, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 8 do complexo Cinesystem Maceió em 08 de junho de 2025.

Sinopse
: Spin-off da franquia John Wick. Após uma tragédia pessoal que a deixou órfã, a pequena Eve (Victoria Comte) é acolhida por uma sociedade secreta de assassinos profissionais de elite. Depois de anos de treinamento e após as primeiras missões como assassina fodona, Eve (Armas), acaba esbarrando nos responsáveis pela sua tragédia pessoal. Com sangue nos olhos, ela parte com tudo para o acerto de contas pessoal.

Comentários
: Particularmente um dos filmes mais aguardados por mim, tanto por fazer parte da franquia de ação mais fodástica de todos os tempos, como também por ser estrelado pela belíssima e carismática Ana de Armas, Bailarina acaba não fazendo feio e pelo menos honra a franquia, mantendo o seu altíssimo padrão de qualidade. Mas, também não ousa tanto, optando em ficar na zona de conforto (com direito até trazer para a tramar Keanu Reeves e seu icônico John Wick, que na minha humilde opinião, tem uma participação maior do que realmente deveria, porém, felizmente, não compromete, nem tira o protagonismo de Armas), entregando as costumeiras sequências eletrizantes de porradaria. 

Se passando entre o terceiro e o quarto filme da franquia oficial, o roteiro é apenas satisfatório que traz uma trama mais do mesmo que já vimos infinitas vezes, que existe apenas para que a ação de primeiro role solta, nos deixando com um sorrisão de orelha a orelha. É bem verdade que deveria ter aproveitado um pouco mais alguns personagens, em especial, o vivido por Norman Reedus, que pelo material promocional, parecia que teria uma participação bem maior do que a quase minúscula. Mas, só pelo fato de estender um pouquinho o universo John Wick e, principalmente, entregar uma protagonista feminina forte de verdade, ao invés das atuais Mary Sue que já nascem fodonas e estão cercadas de homens babacas ou/e canalhas, já ganha automaticamente a nossa aceitação.

É bem verdade também que pesa o fato do diretor costumeiro da franquia principal, Chad Stahelski, atuar apenas como produtor, passando a batuta para o eficiente Len Wiseman, que tem nos currículo filmes do gênero de peso como Duro de Matar 4.0 e os dois primeiros filmes da franquia Anjos da Noite, mas, convenhamos, um cara bem mais convencional do que inovador como Stahelski. Tanto que aparentemente as refilmagens foram justamente para melhorarem as sequências de ação. 

Mas, nem isso atrapalha, já que somos presenteados com mais um divertido e empolgante filme de ação, que faz jus a franquia e também a Ana de Armas, que já tinha roubada a cena na pequena participação no decepcionante 007 - Sem Tempo para Morrer, e aqui simplesmente comprova que tem tudo para ser uma das grandes ícones femininas do gênero de ação. Nos deixa com o gostinho de quero mais, torcendo por sequências, algo no momento preocupante, já que as bilheterias não estão tão bem. Fiquemos na torcida que isso mude, pois a Bailarina de Ana de Armas merece brilhar muito mais, bailando, distribuindo muito tiro e porrada. 
CotaçãoNota: 8,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.



segunda-feira, 14 de abril de 2025

NOVELÃO DO MALFEITOR.

 = Excepcional. /  = Muito boa. /  = Boa./  = Regular. / = Fraca. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Barrabás (Barabbas).
Produção italiana e estadunidense de 2012.

Direção: Roger Young.

Elenco: Billy Zane, Cristiana Capotondi, Filippo Nigro, Marco Foschi, Hristo Shopov, Paolo Seganti, Franco Castellano, Mariacristina Heller, Giampiero Judica, Valentina Carnelutti, Matteo Branciamore, Tommaso Ramenghi, Diego D'Elia, Luca Fiamenghi, Alessandra Constanzo, Luigi Di Fiore, Lorenzo Balducci, Roberto Zorzut, Iaon Gunn, Nicola Sorrenti, Anna Valle, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV por assinatura (Amazon Prime Vídeo) em 23 de março, 13 e 14 de abril de 2025.

Sinopse
: Minissérie baseada no romance escrito por Pär Lagerkvist, que por sua vez é inspirado em fatos narrados nos Evangelhos. A trama reimagina como foi a vida do malfeitor Barrabás (Zane), um pouco antes e depois de ser sido liberto da pena de morte no lugar de Jesus 
(Foschi).

Comentários
: Aparecendo em pouquíssimos versículos bíblicos, a figura de Barrabás desperta interesse e por tabela a imaginação sobre quem foi esse malfeitor e homicida que entrou para história como o bandido liberto no lugar de Nosso Senhor Jesus Cristo. Uma das obras mais conhecidas que reimagina a vida dele, foi o romance publicado em 1950 do saudoso escritor sueco vencedor do Prêmio Nobel de Literatura Pär Lagerkvist, que ganhou algumas adaptações, sendo uma deles esta minissérie. Estrelada por Billy Zane, o grande problema da produção, que até tem uma parte técnica competente, é seu fraco roteiro, que traz uma história arrastada, chatíssima e enfadonha, que não empolga em nenhum momento A versão reduzida em formato de filme até que é um pouquinho melhor e menos enfadonha que a minissérie, mas, nem isso salva a condenação impiedosa que a produção sofreu pelo seu péssimo roteiro. Descartável, merece ser ignorado. 
CotaçãoNota: 1,5 (Minissérie) / 2,5 (Filme).

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.