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sábado, 2 de agosto de 2025

MATANDO UM ÍCONE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Queremos Matar Gunther (Killing Gunther / Why We're Killing Gunther).
Produção estadunidense, britânica e honconguesa de 2017.

Direção: Taran Killam.

Elenco: Taran Killam, Bobby Moynihan, Hannah Simone, Cobie Smulders, Allison Tolman, Ryan Gaul, Aaron Yoo, Paul Brittain, Amir Talai, Peter Kelamis, Arnold Schwarzenegger, entre outros.

Blogueiro assistiu no YouTube (canal Swen Filmes) em 02 de agosto de 2025.

Sinopse
: Por questões pessoais, um assassino profissional (Killam) reúne outros parças do ofício casca-grossa para tentar mandar para a terra do pé-junto o mais lendário do seu ramo, o misterioso Gunther (Schwarzenegger). Uma tarefa nada fácil, já que além de ninguém saber como ele é, o cara está a um passo das tentativas deles.

Comentários
: Realmente o tempo dado para se dedicar ao governo da Califórnia ferrou com a carreira de Arnold Schwarzenegger. Desde do retorno que o icônico astro, com exceção das parcerias com o ex-rival Sylvester Stallone, principalmente em Rota de Fuga e Os Mercenários 2, foi só ladeira abaixo, chegando ao fundo do poço com este Queremos Matar Gunther, filminho merecidamente ignorado. E sinceramente, que permaneça assim. filminho que conta com um roteiro fraco que traz uma trama bobinha, e que comete o maior pecado mortal de uma comédia: ser totalmente sem graça. A ação também deixa a desejar, apesar de ser eficiente em alguns momentos. Mesmo que você seja fã do 
Arnoldão, fuja desta merda, já que ele só aparece nos quinze minutos finais, com um visual ridículo (e provavelmente atuação, algo que não posso afirmar por ter assistido dublado), uma presença bem constrangedora, que não condiz em nada com o extenso currículo do astro, recheado de filmões. CotaçãoNota: 0,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 26 de julho de 2025

AINDA NÃO FOI DESTA VEZ.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (The Fantastic Four: First Steps).
Produção estadunidense de 2025.

Direção: Matt Shakman.

Elenco: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Ebon Moss-Bachrach, Joseph Quinn, Julia Garner, Sarah Niles, Mark Gatiss, Natasha Lyonne, Paul Walter Hauser, Ralph Ineson, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Cinesystem Maceió em 23 de julho de 2025.

Sinopse
: Baseado em personagens das HQs da Marvel Comics, criados por Stan Lee e Jack Kirby. Na Terra-828, o Quarteto Fantástico, formado pelo casal Reed Richards (Pascal) e Sue Storm (Kirby), o irmão dela Johnny Storm (Quinn) e o amigo da família, Ben Grimm (Moss-Bachrach),  atua a cerca de quatro anos, enfrentando os mais variados vilões. Mas, agora o grupo terá o maior dos desafios, ao encarar uma grande ameaça ao planeta.

Comentários
: Eita Dona Marvel! Realmente está difícil retornar à confiança em você. Depois de cerca de dez nos dando filé-mignon, começou a nos dar carnes, algumas até com sabor e outras estragáveis, e raríssimas vezes (três para ser mais exato) o suculento filé-mignon. Por outro lado, temos uma zica da primeira família da Marvel que ainda não teve uma adaptação nas telonas a sua altura (se bem que, particularmente, gosto da versão de 2005). Os trailers que não agradaram e a presença do brigadeiro de festa Pedro Pascal (sinceramente, peguei ranço de tanto vê-lo) só reforçaram os motivos para não ir ao cinema conferi o debute do grupo no UCM, algo que só mudei de ideia e ir, por descargo de consciência mesmo, afinal, até agora, não deixei de assisti um filme da Casa das Ideias no cinema, e pelo fato da única sessão legendada no horária conveniente seria apenas na quarta da pré-estreia, resolvi gastar meu tempo e dinheirinho, num filme que não esperava nada.

Para minha surpresa, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos não é a merda em embalagem luxuosa  que eu acreditava que fosse. E até admito que até a atuação quase robótica de Pedro Pascal me surpreendeu, apesar de não chegar a me convencer que de fato ele é Reed Richards. Além da já citada parte técnica, é sem dúvida ter um tom ligeiramente mais sério, com as piadinhas contidas. Porém, como aconteceu no recente Thunderbolts*, fica só na tentativa e não avança.

O roteiro traz uma boa trama, simples e redondinha, mas, contida. Assim como também contidas são as atuações, com um destaque um pouquinho a mais para Vanessa Kirby, muito mais pelo roteiro ter puxado a sardinha para sua personagem do que aos demais. Vindo do sucesso WandaVision, Matt Shakman debuta nas telonas com uma direção contida, não negando sua vasta experiência nas telonas pois entrega uma produção que, mesmo com a estética caprichadíssima, aparenta muito mais ser uma minissérie, no máximo um telefilme, e com menos cenas de ação, algo que, convenhamos, é um pecado grave no subgênero de super-heróis.

Enfim, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos abre a fase 6 do UCM não de forma épica, mas, com todo jeitão de filminho tapa-buraco como por exemplos, os dois primeiros do Homem-Formiga. Felizmente, não é uma bomba que a Casa das Ideias soltou nos últimos anos, já que diverte em alguns momentos, chegando inclusive a empolgar em pelo menos um (leia-se o primeiro encontro do grupo com o vilão). Mas, deixa muito a desejar, como constatei no silêncio claramente constrangedor do público na sessão em que estava. Não foi desta vez que a Marvel reativou a nossa empolgação, muito menos que o Quarteto Fantástico se livrou da zica. CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.



domingo, 5 de janeiro de 2025

RECORDAR É REVER: O QUARTO REI MAGO (1997).

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Quarto Rei Mago (Il Quarto Re).
Produção italiana e alemã de 1997.

Direção: Stefano Reali.

Elenco: Raoul Bova, Daniel Ceccaldi, Joachim Fuchsberger, Billy Dee Williams, Anja Kruse, Luise Deschauer, Wilfried Baasner, Rita Del Piano, Giorgio Tirabassi, Riccardo Salerno, Bruno Bilotta, Alberto Molinari, Mario Perrotta, Maria Grazia Cucinotta, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo), em home vídeo (VHS) e no streaming (Oldflix).

Sinopse
: Telefilme ficcional inspirado em relatos do Evangelho de Mateus. Alazhar (Bova) é um humilde e próspero apicultor, que está na expectativa da sua esposa (Cucinotta) dar à luz ao seu primeiro filho. Sua pacata rotina sofre um baque quando surge um problema com o fruto do seu ganha-pão. Então, para garantir a renda, ele acaba aceitando guiar os reis magos (Ceccaldi, Fuchsberger e Williams) à Belém. 

Comentários
: Presentes apenas em doze versículos do segundo capítulo do Evangelho narrado por Mateus, os Reis Magos sempre despertaram a imaginação dos artistas das mais diversas artes. Na dramaturgia, tivemos algumas produções que usaram e abusaram da licença poética para contar uma história ficcional sobre os magos do Oriente. Um bom exemplo é este telefilme noventista, que na época natalina marcava presença nas sessões noturnas Intercine e Corujão. O filme até é interessante, principalmente, na primeira metade. Mas, acaba se perdendo, devido algumas invencionices dos roteiristas, que abusam da liberdade poética, criando situações ridículas como a de um dos magos ter poderes mágicos e de uma mulher que tem como hobbie, seduzi e enterrar homens vivos. Apesar desses mancadas, O Quarto Rei Mago é uma boa aventura bobinha, que cumpre sua missão de entretenimento descompromissado. 
CotaçãoNota: 7,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.