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sábado, 3 de março de 2018

LADY BESTA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Lady Bird - A Hora de Voar (Lady Bird).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Greta Gerwig.

Elenco: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges, Timothée Chalamet, Beanie Feldstein, Stephen McKinley Henderson, Lois Smith, entre outros.

Blogueiro assistiu online (site Mega Cine Filmes) em 03 de março de 2018.

Cotação

Nota: 6,5.

Sinopse: A trama se passa em 2002, e gira em torno de Christine McPherson (Ronan), adolescente de dezessete anos, que se auto-nomeia Ladu Bird, que está terminando o ensino médio numa escola católica, e pretende fazer uma universidade bem longe da cidadezinha que mora em Sacramento. Quem não gosta nadinha da ideia é sua mãe, Marion (Metcalf), que assim como ela, tem personalidade forte, o que torna inevitável as duas baterem de frente quase sempre, apesar de se amarem muito.

Comentários: Enfim, acabei de assistir o último concorrente ao Oscar de Melhor Filme, na edição que historicamente, tem o maior número de filmes com títulos horríveis (e por aqui, os tradutores também só pioraram, como no caso deste filme, que sapecaram um sub-título ridículo). Temos aqui uma comédia dramática que conta com um roteiro satisfatório, reforçado pelas boas atuações, que consegue ser eficiente nos dois gêneros. Um bom filme, mas, é mais um que não merecia ser indicado, o que reforça que cada vez mais a indicação a um prêmio como o Oscar não passa de uma campanha de marketing para chamar atenção do grande público para filminhos pequenos e esquecíveis, que a maioria de nós ignoramos. Legalzinho, bobinho, mas nada de extraordinário.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sexta-feira, 2 de março de 2018

DESPEDIDA CHATINHA E ENTEDIANTE.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Trama Fantasma (Phantom Thread).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Paul Thomas Anderson.

Elenco: Daniel Day-Lewis, Lesley Manville, Vicky Krieps, Harriet Sansom Harris, Camila Rutherford, Brian Gleeson, Julia Davis, Gina McKee, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Kinoplex Maceió em 02 de março de 2018.

Cotação

Nota: 5,0.

Sinopse: Na década de 1950, Reynolds Woodcock (Day-Lewis) é um renomado estilista, egocêntrico, boçal, metido à bosta, cheio de frescura e chato pra caralho, que tem um atelie junto com a irmã, Cyrill (Manville), onde cria seus vestidos usado pela realeza e pela elite. Sua nova musa inspiradora é Alma (Krieps), que ao contrário das mulheres que está acostumado, é uma mulher inteligente, de caráter forte, mas, sem nenhuma fineza, quase uma brucutu de saias, que mudará para sempre sua vidinha rotineira.

Comentários: Com um currículo quase impecável, o excelente Daniel Day-Lewis bem que poderia continuar sua carreira, pois, é bem criterioso nas suas escolhas, mas, anunciou que este filme - outro concorrente deste ano ao Oscar de Melhor Filme com um título esquisito -, é sua despedida. Uma pena, já que indiscutivelmente, o cara tem um puta talento, com muitas memoráveis atuações, e tinha tudo para contribuir. Mais lamentável é que sua despedida - caso ele não volte atrás - tenha sido num filminho tão morgadão, com história paradona num roteiro fraquinho que quase não sai do lugar, que com as atuações do ator e suas duas colegas de cena, tornam o filme interessante, mas, não a ponto de nos salvar do tédio. É um daqueles filmes que só vale a pena conferir pelas atuações, que, inexplicavelmente não entra na minha cabeça, como a crítica e os cinéfilos mais intelectualizados amam chatices como essas. Não é uma grande despedida para Day-Lewis, mas, se for para fazer outro troço chatinho e entediante como esse, é melhor que se aposente mesmo e seja feliz de rabo para cima. Agradecemos suas valiosas contribuições para a sétima arte, algo que este filminho esquecível não é.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

MÃE CORAGEM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Três Anúncios para um Crime (Three Billboards Outside Ebbing, Missouri).
Produção britânica e estadunidense de 2017.

Direção: Martin McDonagh.

Elenco: France McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell, John Hawkes, Peter Dinklage, Lucas Hedges, Caleb Landry Jones, Amanda Warren, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do complexo Kinoplex Maceió em 19 de fevereiro de 2018.

Cotação

Nota: 8,5.

Sinopse: Após sete meses do estupro e assassinato da sua filha, inconformada com a ineficácia da polícia local nas investigações, sob o comando do xerife Bill Willoughby (Harrelson), Mildred Hayes (McDormand), chuta o pau da barraca, e aluga três outdoors expondo o caso e cobrando que a polícia o solucione, o que acaba gerando uma inesperada repercussão e uma grande saia justa entre Mildred com a polícia local e alguns populares.

Comentários: Mais um indicado ao Oscar deste ano chega aos nossos cinemas. Agora é a vez deste drama com uma premissa interessante, que está bombando com sete indicações. E merecidamente, já que trata-se de um filme com um roteiro bem escrito e desenvolvido, que traz uma ótima história, com algumas reviravoltas, e personagens fortes e cativantes, que ganham força pelas excelentes atuações. Único ponto fraco é o final abertíssimo, fraquinho e sem impacto que não condiz com toda altíssima qualidade de todo enredo. Mas, não o suficiente para tirar o brilho deste que é um dos pouquíssimos da lista de indicados que realmente merecem a indicação de Melhor Filme. Cativante, envolvente, uma pequena obra-prima que vale a pena conferir, obrigatoriamente no idioma original pelas excelentes atuações.    

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.