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domingo, 22 de junho de 2025

INJUSTIÇA DE GÊNERO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Vida de Oração (Prayer Life).
Produção estadunidense de 2008.

Direção: Frank E. Jackson Jr.

Elenco: Walter Maxfield Jones, Diana Villamonte, Nitin S. Adsul, Eric Richardson, Chanté Bowser, Lynn Katchmark, Danielle Davy, Juan Pablo Veizaga, Sallie Beckner, Darrel E. Cox, entre outros.

Blogueiro assistiu no Facebook em 22 de junho de 2025.

Sinopse
: A vida de Mary Dupree (Villamonte) vira ao avesso quando, contadora de uma empresa, descobre algo errado e acaba sendo acusada de ter desviado grana alta. Convencido pela sua esposa cristã (Bowser), que frequenta a mesma igreja que Mary, um advogado ateu (Jones) resolve defendê-la.
 
Comentários
: De fato, é cada vez maior o número de produções gospels que todos os anos são lançadas, Mas, como sabemos quantidade não necessariamente significa qualidade e infelizmente são poucas a que são realmente boas. Vida de Oração não é uma delas. Do título praticamente enganoso (a vida de oração se limita a esposa do protagonista enchendo o saco dele e o nosso) ao roteiro fraco, que traz uma trama rasa, nada funciona nesse filme, que não consegue ser nem um filme com uma mensagem cristã forte, muito menos um drama de tribunal. Como repito exaustivamente, o gênero gospel não pode se sustentar apenas boas intenções. E filminhos insossos como este acabam sedo uma grande injustiça ao gênero, que tanto ralou e vem ralando para conseguir espaço. 
CotaçãoNota: 0,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 22 de março de 2025

ESPIADINHA ARRISCADA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Vitória.
Produção brasileira de 2025.

Direção: Andrucha Waddington.

Elenco: Fernanda Montenegro, Alan Rocha, Linn da Quebrada, Thelmo Fernandes, Laila Garin, Thawan Lucas, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Kinoplex Maceió em 15 de março de 2025.

Sinopse
: Baseado em fatos narrados no livro Dona Vitória da Paz escrito por Fábio Gusmão. Cansada do clima de terror provocado pelas violentas ações de traficantes e da ineficácia das autoridades em acabar com isso, uma senhora (Montenegro) compra uma câmera e passa a registrar em vídeos as ações da bandidagem.

Comentários
: No embalo da vitória no Oscar de Ainda Estou Aqui, chega aos cinemas mais um filme original Globoplay, baseado em fatos, estrelado pela veterana Fernanda Montenegro, que também está no elenco do filme que trouxe pela primeira vez a estatueta careca. O filme conta com um roteiro satisfatório, que traz uma trama interessante, que ganha forças com a excelente atuação de Fernanda Montenegro, que até nos faz esquecer, pelo menos durante a projeção, a polêmica que alguns levantaram, dela sequer ter a mesma etnia da corajosa e saudosa senhora real. Enfim, polêmicas à parte, o fato é que Vitória é um drama satisfatório, que vale a conferida. 
CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 8 de dezembro de 2024

A ESCOLHIDA EM ESCOLHAS ERRADAS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Virgem Maria (Mary).
Produção estadunidense e britânica de 2024.

Direção: D.J. Caruso.

Elenco: Noa Cohen, Ido Tako, Stephanie Nur, Susan Brown, Ori Pfeffer, Eamon Farren, Hilla Vidor, Mili Avital, Gudmundur Thorvaldsson, Dudley O'Shaughnessy, Keren Tzur, Mehmet Kurtulus, Mila Harris, Anthony Hopkins, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 07 de dezembro de 2024.

Sinopse
: Inspirado em fatos narrados na Bíblia e em textos apócrifos. Escolhida por Deus para uma grande missão, Maria (Cohen) foi servir no templo ainda criança (Harris). Na adolescência, ao noivar com o jovem José (Tako), ela inicia sua missão de cumprir uma antiga profecia. Algo que o tirano rei Herodes (Hopkins) fará de tudo para impedir.

Comentários
: Com as produções de temáticas cristãs cada vez mais em alta, era inevitável que a Netflix não pegasse carona e não lançasse uma produção do gênero para chamar de sua. E em grande estilo, com uma produção luxuosa e caprichada, e contando com o ganhador de dois Oscar Anthony Hopkins como o nome mais famoso do elenco. Obviamente que os realizadores não iriam se contentar em trazer o ator apenas para uma pequena participação, esticando seu personagem além da conta, o que acaba sendo um dos problemas do filme. E acaba nem sendo o maior deles.

Com um roteiro que se inspira nos relatos evangélicos e também nos apócrifos (livros que não entraram no cânone da Bíblia por trazerem narrativas que levantam dúvida de sua autenticidade), não aproveitando bem nenhuma das duas fontes, errando grosseiramente na liberdade poética, inclusive indo de encontro aos fatos narrados na Bíblia. Os vários absurdos apresentados somado a trama rasinha e furos e conveniências acabam afetando consideravelmente o nosso envolvimento. O resultado final acaba sendo frustrante, nos deixando com o gostinho amago de um potencial totalmente desperdiçado. Uma pena! 
CotaçãoNota: 5,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.