sexta-feira, 31 de maio de 2019

RECORDAR É REVER: ADVOGADO DO DIABO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Advogado do Diabo (The Devil's Advocate).
Produção estadunidense de 1997.

Direção: Taylor Hackford.

Elenco: Keanu Reeves, Al Pacino, Charlize Theron, Jeffrey Jones, Judith Ivey, Craig T. Nelson, Connie Nielsen, Tamara Tunie, Delroy Lindo, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (SBT) e em home vídeo (VHS e DVD).

Cotação

Nota: 9,0.
Sinopse: Baseado no livro escrito por Andrew Neiderman. Kevin Lomax (Reeves) é um competente e muito ambicioso advogado da Flórida, a ponto de passar por cima de sua consciência e defender um pedófilo. Seu prestígio de nunca ter perdido uma causa, chama atenção de John Milton (Pacino), poderoso chefão de uma renomada firma de Nova Iorque, que acaba contratando-o. Empolgadíssimo, Kevin se muda com a esposa (Theron) para a metrópole e passa a trabalhar para Milton, sem saber que o mesmo é o próprio capeta.

Comentários: No final dos anos 1990, o chifrudo foi foco de filmes que o trazia em forma humana como Fim dos Dias e este Advogado do Diabo, onde é vivido por ninguém menos por Al Pacino. Com um um roteiro bem desenvolvido, que adapta muito bem uma interessante premissa exposta em um livro, temos aqui um filme envolvente, que prende a nossa atenção do começo ao fim. Muito bem dirigido, que não tem medo em ousar e trazer algumas cenas ligeiramente mais picantes, sem apelação, dentro do contexto da trama, o grande destaque aqui são as ótimas atuações, com destaque especial para Pacino e, principalmente, Charlize Theron, que rouba a cena em um dos primeiros papéis de destaque de sua carreira. Enfim, um filmaço noventista que está entre os melhores filmes de terror e suspense de todos os tempos. Imperdível.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

TIAZONA MÁ.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Ma.
Produção estadunidense de 2019.

Direção: Tate Taylor.

Elenco: Octavia Spencer, Diana Silvers, Juliette Lewis, McKaley Miller, Corey Fogelmanis, Gianni Paolo, Dante Brown, Tanyell Waivers, Dominic Burgess, Tate Taylor, Luke Evans, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do complexo Cinesystem Maceió em 30 de maio de 2019.

Cotação

Nota: 3,5.

Sinopse: Adolescentes de uma cidadezinha no feofó estadunidense ficam na porta de uma mercadinho esperando alguém com maioridade para comprar bebidas por eles. Depois de várias tentativas, eis que surge a suposta boa samaritana, Sue Ann (Spencer), que não apenas os ajuda, mas, oferece o porão da sua casa para que eles e os demais colegas de escola utilizem para fazer festinhas, tornando o local um point da galera local. O que eles não imaginam é que a suposta tiazona legal e descolada, na verdade, é uma psicopata determinada a pôr em prática um plano de vingança.

Comentários: Não basta ganhar o Oscar e outros prêmios por sua atuação no ótimo Histórias Cruzadas. Tem que continuar trabalhando, ralando muito, aceitando fazer qualquer porcaria para pagar as contas de final de mês. Acredito que essa seja a desculpa para que a talentosíssima Octavia Spencer tenha topado fazer essa bomba. E o mais incrível, é que o filme é dirigido pelo mesmo cara do filme que rendeu a atriz, além da estatueta careca, o Globo de Ouro, o BAFTA e SAG Awards. Anunciado como terror, na verdade, o filme acaba sendo involuntariamente uma comédia de humor negro. Isso por causa do seu péssimo roteiro, com uma trama que até poderia render um bom terror, mas, é tão mal escrito, repleto de furos e incoerências, que acaba provocando gargalhadas involuntárias. Corta o coração dar uma nota baixa para um filme que me divertiu e me fez rir demais, mas, não pelos motivos certos, mas, por ser tão ruim. E por nos fazer desligar um pouco dos problemas da vida real, é que não leva um zero redondinho.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

UM VERDADEIRO COOL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Anos 90 (Mid90s).
Produção estadunidense de 2018.

Direção: Jonah Hill.

Elenco: Sunny Suljic, Lucas Hedges, Na-Kel Smith, Olan Prenatt, Gio Galicia, Ryder McLaughlin, Katherine Waterston, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 1 do complexo Cinesystem Maceió em 30 de maio de 2019.

Cotação

Nota: 0,5.


Sinopse: A trama se passa na década de 1990 e gira em torno de Stevie (Sujic), adolescente de treze anos, que sofre nas mãos do irmão mais velho (Hedges), metido à valentão pra cima dele, que admira um quarteto de amigos skatistas (Smit, Prenatt, Galicia e McLaughlin), adolescentes e pouquinhos mais velhos. Ele se aproxima deles e passa andar com eles, buscando ser tão descolado como eles.

Comentários: A nostalgia com os anos 1980 e 1990 está cada vez mais em alta. Acredito que não seja a toa que o ator Jonah Hill tenha escolhido escrever uma trama que se passa nos bons e saudosos tempos noventistas no filme que marca seu debute na direção, que vem arrancando elogios por parte da crítica. E realmente fico sem entender o porquê que esse filminho independente vem agradando tanto. Meu estudo e formação acadêmica cinematográfica é nenhum. Na minha cabeça de um cinéfilo simples do povão, que até tenta e consegue várias vezes curtir produções alternativas fora das comerciais, Anos 90 é uma bosta de filme, com péssimo roteiro que traz uma trama arrastadíssima e morgadona que provoca bocejo e entediar mesmo que o filme tenha duração aproximada de uma hora e vinte minutos, personagens chatos e irritantes, diálogos horríveis. Só não é uma merda total pela criatividade de Hill na batuta, principalmente, por optar pelo formato de imagem e textura da época que o filme se passa. Fora isso, com perdão do tosco trocadilho por causa da pronúncia, mas, o filme é um verdadeiro cool.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.