quinta-feira, 28 de março de 2013

CLÁSSICO TRASHÃO REPLETO DE FUTUROS ASTROS.

= Excepcional. / = Muito bom. / = Bom./ = Regular. / = Fraco.     

Amanhecer Violento (Red Dawn).
Produção estadunidense de 1984.

Direção: John Milius.

Elenco: Patrick Swayze, Charlie Sheen, C. Thomas Howell, Lea Thompson, Jennifer Grey, Harry Dean Stanton, Powers Boothe, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (globo) e em home vídeo (VHS e DVD).

Conceito:

Nota: 1,0.

Sinopse: Um belo dia, a União Soviética e Cuba se unem, e resolvem invadir os Estados Unidos, iniciando a invasão justamente no pátio de uma escola numa cidadezinha no feofó do país. Um grupo de jovens consegue escapar e foge para a montanha. Após passar um mês escondidos no meio do mato, os jovens resolvem criar uma milícia intitulada Wolverine, nome do time da cidade, para contra-atacar os vilões comunistas.

Comentários: Existem filmes que apesar de serem tão ruins, tão mal feitos, uma merda total, conseguem a façanha de atrai atenção e divertir, a tal ponto de ganhar um remake. Um desses casos raros é essa merda, que tem um dos piores roteiros da história do cinema, que chega a provocar risadas involuntárias, muito mal realizado, com sequências patéticas e toscas, mas, que entrou para a história do cinema por contar com um elenco estrelar de jovens promissores. 

O filme é muito tosco, péssimo mesmo, mas, que, em contrapartida, atrai justamente por reunir um elenco fodástico, trazendo, inclusive, o primeiro encontro de um dos casais fictícios mais famosos das telonas, Swayze e Grey, de Dirty Dancing, sem falar no impagável Charlie Harper... ops... digo, Charlie Sheen. C. Thomas Howell (estrelou Admiradora Secreta e A Morte Pede Carona) e a musa teen dos anos 80, Lea Thompson (a mãe de Marty McFly na trilogia De Volta para o Futuro) são outros jovens promissores da época presente neste clássico trashão. Seria nota 10,0 só por este elenco tão fodástico, mas, com um roteiro e uma qualidade tão ruim, fica muito longe desta nota. Mas, vale assistir para matar a curiosidade de ver um elenco tão bom reunido e, principalmente, para rir bastante de tão ruim e tosco que é essa merda de filme.  

Rick Pinheiro.
Cinéfilo. 

 
Capa do DVD deste clássico trashão.

 
Trailer desta merda curiosa.

quarta-feira, 27 de março de 2013

LIXO PERNAMBUCANO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.   

Era uma Vez Eu, Verônica.
Produção brasileira de 2012.

Direção: Marcelo Gomes. 

Elenco: Hermila Guedes, W.J.Solha, João Miguel, Renata Roberta, Inaê Veríssimo, entre outros.

Blogueiro assistiu no Cine SESI Pajuçara em 27 de Março de 2013. 

Conceito

Nota: 0,5.   

Sinopse: A trama se passa em Recife e a personagem título, Verônica (Guedes), acaba de se formar em Medicina e vai trabalhar no ambulatório de um hospital público. Diante do caos estressante em que vive, Verônica passa a questionar sua vidinha rotineira que é merda, passando a duvidar da escolha profissional, suas relações íntimas com o seu peguete Gustava (Miguel) e a velhice e doença do seu pai Zé Maria (Solha). 

Comentários: Nosso cinema vem produzindo como nunca e cada vez mais ganhando moral junto a crítica e ao grande público. Evidente que quantidade não quer dizer qualidade. Se por um lado os grandes centros do país, de olho na bufunfa, investe em comédias toscas  e  bobinhas, a produção pernambucana investe num cinema mais cabeça, arrastando prêmios em festivais pelo mundo e elogios rasgados da crítica especializada e de um público mais intelectualizado. Particularmente e com toda sinceridade, minha "ignorância" sobre cinema não me permite sequer esboçar uma compreensão como um filme horrendo como este Era uma Vez Eu, Verônica consegue agradar tanto a essa galera especializada e intelectualizada. 


Triste, melancólico, exagerando grosseiramente nas cenas de nudez e sexo (pô, nosso cinema lutou tanto para tirar o péssimo sinônimo de putaria, para vim esse lixo pernambucano e jogar logo na sequência inicial uma tosca suruba numa praia e depois, praticamente a cada dois a cinco minutos de projeção, mais nudez e sexo, com direito até um desnecessário nu frontal masculino.) com uma  personagem central chatíssima e desagradável ao extremo, apesar da ótima atuação da sempre competente Guedes, que veio aqui a Maceió, para lançar e debater com o público sobre essa merda de filme. Tudo isso somado ao desperdiço de Guedes e João Miguel, mais perdido que cego em tiroteio, várias sequências sem trilha e um péssimo roteiro torna o filme tão entediante a ponto dos menos de 90 minutos de duração se tornar uma longa tortura que parece ser mais longa que a duração do excepcionais hollywoodianos Ben-Hur e Titanic. Enfim, que se dane a crítica e os cinéfilos intelectualizados. Gosto não se discute, se curte. Amo cinema do meu jeito, e, com esse meu jeito simples e ignorante , digo com todas as letras que nosso cinema nacional não precisa de lixos como esse, que só servem para espantar o público e fortalecer velhos preconceitos. Ah, só p justificar: a note 0,5 é apenas por retratar com fidelidade à triste realidade da agonizante saúde pública do nosso país. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

ATRAPALHADOS GOLPISTAS TUPINIQUINS .

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.    


Vai que Dá Certo.
Produção brasileira de 2012.

Direção: Maurício Farias. 

Elenco: Danton Mello, Lúcio Mauro Filho, Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Felipe Abib, Natalia Lage, Bruno Mazzeo, Lúcio Mauro,  entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 06 do Complexo Kinoplex Maceió em 25 de Março de 2013. 

Conceito

Nota6,5.   

Sinopse: Rodrigo (Mello), Amaral (Porchat), Vaguinho (Duvivier) e Tonico (Abib) são uatro amigos de longas datas  que se reencontram e percebem que suas respectivas vidas não são como sonhavam na adolescência, pois todos estão na merda. A situação tem chance de mudar quando  Danilo (Mauro Filho), primo de Rodrigo, que trabalha numa transportadora de valores, tem a ideia de  aplicar um golpe, onde todos saíram milionários. Sem experiência no ofício da bandidagem, os caras se metem numa roubada atrás da outra, complicando ainda mais a merda em que se meteram.

Comentários: De doze filmes atualmente em cartaz nos cinemas alagoanos, quatro são produções nacionais, o que mostra que o nosso cinema está cada vez mais se firmando junto ao grande público. Seguindo a tendência que o público gosta mesmo de ver no escurinho do cinema nossas comédias, este filme de Maurício Farias reúne alguns rostos conhecidos do gênero que pintaram nas telonas nos últimos dois anos. Esta produção tem um roteiro razoável, com algumas piadas engraçadinhas e uma ótima química entre os protagonistas que, se não tem grandes atuações, ao menos cumpre direitinho seus respectivos personagens.  Não espere uma grande comédia, muito menos um filme ruim. Vai que Dá Certo até que surpreende por ser melhor e muito mais divertido do que aparenta. Enfim, uma comédia boba, despretensiosa (apesar do final aberto a uma continuação) que, com perdão do tosco trocadilho, até que deu certo. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.