quinta-feira, 24 de outubro de 2024

A CAGADA FINAL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Venom: A Última Rodada (Venom: The Last Dance).
Produção estadunidense, britânica e mexicana de 2024.

Direção: Kelly Marcel.

Elenco: Tom Hardy, Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Stephen Graham, Peggy Lu, Clark Backo, Alanna Ubach, Cristo Fernández, Hala Finley, Dash McCloud, Andy Serkis, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Cinesystem Maceió em 24 de outubro de 2024.

Sinopse
: Baseado em personagens das HQs da Marvel Comics. Após os eventos do filme anterior, Eddie Brock (Hardy) está sendo procurado como principal suspeito da morte do policial Mulligan (Graham). Tentando ir se refugiar em Nova Iorque, ele e seu simbionte parça sequer chegam lá, já que uma grande ameaça do planeta natal dele, chega com tudo por aqui e passa a persegui-los.

Comentários
: Quem diria que justamente no terceiro (e provavelmente, último) filme da franquia do simbionte, finalmente, teríamos o tom mais sério, com as piadinhas infames que tanto rechearam os filmes anteriores reduzidas drasticamente, algo que gostaríamos de ver desde o primeiro filme. Infelizmente, esta agradável surpresa acaba dando lugar a frustração. O grande responsável por isso é o roteiro, escrito pelo próprio Hardy em parceria com a diretora, que é muito fraco e preguiçoso, com tudo rolando simples e somente apenas porque ele quer que role, não despertando em nós nenhum tipo de empatia e envolvimento com a trama. Nem mesmo a impecável parte técnica conseguiu salvar o filme, que tinha tudo para ser o melhor da franquia, realizando sua grande redenção, mas, ao invés disso, resolveram fazer a grande cagada final (ou não, já que rolam duas cenas no meio e no finalzinho dos créditos finais, que dão deixar para um novo filme). Lamentável! 
CotaçãoNota: 4,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


RECORDAR É REVER: O SERESTEIRO DE ACAPULCO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Seresteiro de Acapulco (Fun in Acapulco).
Produção estadunidense de 1963.

Direção: Richard Thorpe.

Elenco: Elvis Presley, Ursula Andress, Elsa Cardenas, Paul Lukas, Larry Domasin, Alejandro Rey, Robert Carricart, Teri Hope, Mariachi Los Vaqueros, Mariachi Aguila, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo), em home vídeo (VHS) e no streaming (Oldflix).

Sinopse
: Após uma tragédia pessoal, o trapezista Mike Windgren (Presley) cai no mundo e e acaba indo parar na paradisíaca Acapulco, no México, onde passa a trabalhar num hotel. Por lá, ele tenta superar seu trauma causado pela tragédia, e de quebra, se ver envolvido entre duas mulheres: a famosa toureira local Dolores Gomes (Cardenas) e a funcionária do hotel, Marguerita Dauphin (Andress).

Comentários
: De tanto filmes estrelados pelo saudoso Rei do Rock Elvis Presley que assisti durante minha infância e adolescência, provavelmente O Seresteiro de Acapulco seja o que mais eu vi, devido as incontáveis reprises na TV (acredito que tenha sido o filme do rei mais exibido nos bons e saudosos tempos da Sessão da Tarde e do Corujão). Trazendo no elenco a estrela Ursula Andress, que tinha acabado de estourar com sua participação no primeiro filme do James Bond, 007 contra o Satânico Dr. No, o filme sai um pouco da mesmice das produções estreladas por Presley, tanto por trazê-lo num personagem um pouco mais dramático (algo que, aliás, ele mandou muito bem na atuação), seja pelo bom roteiro que traz uma trama um pouco mais bem elaborada que o costume. Marcando o reencontro do rei com o diretor do ótimo O Prisioneiro do Rock, a tímida saída da mesmice foi o suficiente para  que O Seresteiro de Acapulco seja um filme que mereça destaque na filmografia do eterno Rei do Rock. 
CotaçãoNota: 7,5.

VOCÊ SABIA?

Um dos grandes sucessos da carreira cinematográfica de Elvis Presley, O Seresteiro de Acapulco se passa totalmente na cidade mexicana que nós lembramos muito mais do inesquecível episódio do Chaves. Mas, ao contrário dos adoráveis atores da sitcom mexicana, o Rei do Rock não pisou os pés em Acapulco, já que o filme foi rodado totalmente em estúdio. Uma decisão tomada provavelmente por causa do seu empresário, Tom Parker, que tinha um cagaço para ter entrando ilegalmente na Terra do Tio Sam, e por isso não poderia sair do país.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

RECORDAR É REVER: SEIS DIAS, SETE NOITES.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Seis Dias, Sete Noites (Six Days, Seven Nights).
Produção estadunidense de 1998.

Direção: Ivan Reitman.

Elenco: Harrison Ford, Anne Heche, David Schwimmer, Jacqueline Obradors, Temuera Morrison, Allison Janney, Douglas Weston, Cliff Curtis, Danny Trejo, entre outros.

Blogueiro assistiu em home vídeo (VHS) e no streaming (Disney Plus).

Sinopse
: Robin Monroe (Heche) está de boa passando uma semana romântica com seu love (Schwimmer) numa ilha paradisíaca. Porém, o clima é interrompido quando ela é incumbida para ir ao Taiti, a fim de assumir um compromisso para a revista que trabalha. Para chegar ao local, ela contrata o serviço de um piloto mala (Ford), o mesmo que levou os pombinhos para a semana romântica. Mas, uma tempestade acaba provocando um acidente e Robin e o piloto vão parar numa ilha deserta, onde têm que fazer de tudo para sobreviver.

Comentários
: Na segunda metade da década de 1990, a saudosa Anne Heche estava com a carreira em ascensão, e com esta comédia romântica com pitadas de aventura ganha a chance de estrelar ao lado de ninguém menos que o veterano Harrison Ford. A dupla até se esforça e esbanja carisma e uma boa química, mas, infelizmente, o roteiro não ajudou, já que a trama simples, redondinha e bem clichê, deveria ter sido mais enxuto. Algo que até poderia ser contornado pelo inegável talento do também saudoso Ivan Reitman, mas, que aqui dirige de forma ligeiramente burocrática, não imprimindo um bom ritmo de ação, entregando muitos desnecessários momentos paradíssimos, que atrapalham bastante o nosso engajamento. Mas, mesmo sendo um filme inferior ao talento de todos os envolvidos, principalmente o citado trio, Seis Dias, Sete Noites não é ruim, pois é típica sessão da tarde bobinha, que dá para passar o tempo, graças ao carisma do casal de protagonistas. 
CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.