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quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

APAIXONADO E PISTOLA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Legado Explosivo (Honest Thief).
Produção estadunidense de 2020.

Direção: Mark Williams.

Elenco: Liam Neeson, Kate Walsh, Robert Patrick, Anthony Ramos, Jeffrey Donovan, Jai Courtney, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 12 de janeiro de 2023.

Sinopse
: Tom Dolan (Neeson) é um ladrão experiente, impecável na arte de roubalheira a ponto de ser um pacato cidadão acima de qualquer suspeita. Após seu último roubo, ele acaba conhecendo e se apaixonando por Annie (Walsh). Um ano depois, com peso na consciência por esconder da mulher da sua vida o seu passado de larápio, ele resolve se entregar ao F.B.I. Mas, os agentes (Courtney e Ramos) encarregados de averiguar se de fato ele é o tal ladrão misterioso iriam armar para cima dele. Emputecido, Tom parte com sangue nos olhos para detonar os caras e volta

Comentários
: Você pode até não gostar da atual fase de astro de ação casca grossa do veterano Liam Neeson, mas é inegável que ele tem uma legião de fãs que, como nos bons e saudosos tempos das videolocadoras e seus filmes de ação B, só esperam chegar um novo filme com ele posando de fodão no poster para correr para conferir. Um bom exemplo é este Legado Explosivo, filme que passou despercebido nos cinemas por ter sido lançado justamente quando eles estavam começando a reabrir, mas que atualmente na Netflix está na nona colocação dos filmes mais assistidos da plataforma. No geral, temos aqui mais do mesmo (se bem que o ritmo de ação é um pouquinho mais lento que boa parte dos filmes atuais do cara), ou seja, um filme de ação B, com roteiro regular que praticamente existe para Neeson ligar o piloto automático, ficar pistola e partir com tudo para cima da bandidagem. Se você, assim como eu, não tiver problemas com mais um filme genérico do "Neesonverse" vai encontrar aqui entretenimento satisfatório e descartável. 
CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

INOCÊNCIA INFANTIL EM TEMPO DE GUERRA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Jojo Rabbit.
Produção estadunidense, neozelandesa e checa de 2019.

Direção: Taika Waititi.

Elenco: Roman Griffin Davis, Thomasin McKenzie, Taika Waititi, Rebel Wilson, Stephen Merchant, Alfie Allen, Sam Rockwell, Scarlett Johansson, Archie Yates, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do complexo Kinoplex Maceió em 31 de janeiro de 2020.

Sinopse: Baseado no livro escrito por Christine Leunens. Numa pequena cidade da Alemanha Nazista, vive Jojo (Davis), um garotinho de dez anos, um tanto precoce para a sua idade, que é tão fã de Adolf Hitler (Waititi), que tem o sanguinário ditador filho de uma puta como amigo imaginário. Um belo dia, Jojo acaba descobrindo algo aterrorizante para a cabecinha de um pirralho nazista: que em sua casa reside escondidinha uma adolescente judia, Elsa (McKenzie).

Comentários: Por mais que goste do trabalho do diretor e ator Taika Waititi, graças ao toque de Midas em que resgatou e deu identidade ao Thor dentro do UCM, não estava nem um pouco a fim de assistir esse Jojo Rabbit, seja por esse título ridículo (que até deixou de ser para mim por ser explicado no filme, e ainda bem que por aqui, não inventaram de traduzir para Jojo Coelho), pelo trailer que realmente não me agradou, e principalmente, por trazer um pirralho nazista que tem o asqueroso demoníaco Hitler como amigo imaginário. Mas, como aconteceu com Adoráveis Mulheres, tive que encara esse filme por ser um dos indicados deste ano ao Oscar de Melhor Filme. E mais uma vez, fui surpreendido por um bom filme, que conta com um roteiro bem desenvolvido, que traz uma trama divertida e ao mesmo tempo emocionante, dosado perfeitamente humor fantasiosa com o drama real de uma guerra. Enfim, um filme interessante e indiscutivelmente criativo, que vale a conferida, mas, que na minha humilde opinião, não é essa coisa toda a ponto de ser indicado a Melhor Filme. Cotação / Nota: 7,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.



domingo, 19 de janeiro de 2020

CORRIDA CONTRA O TEMPO EM TERRITÓRIO INIMIGO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

1917.
Produção britânica e estadunidense de 2019.

Direção: Sam Mendes.

Elenco:  Deah-Charles Chapman, George MacKay, Daniel Mays, Colin Firth, Pip Carter, Andy Apollo, Andrew Scott, Richard Madden, Mark Strong, Benedict Cumberbatch, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Kinoplex Maceió em 18 de janeiro de 2020.

Sinopse: Durante a Primeira Guerra Mundial, os cabos britânicos Blake (Chapman) e Schofield (MacKay) recebem uma dificílima missão: atravessar o campo de batalha inimigo no meio do fogo cruzado, a fim de levar uma mensagem importantíssima que pode salvar um pelotão inteiro com cerca de 1.600 homens.        

Comentários: Como se não bastasse se passar na Primeira Guerra Mundial, conflito que tem um número consideravelmente menor de produções em relação a Segunda Guerra, 1917 é a grande surpresa das premiações deste ano, levando o Globo de Ouro de Melhor Filme na categoria Drama, e com dez indicações ao Oscar. Dirigido pelo competentíssimo Sam Mendes (curiosamente, apesar de ser premiado por Beleza Americana, é anunciado como o cara que dirigiu 007 - Operação Skyfall, simplesmente, até agora, o melhor filme da franquia do agente secreto), temos um filmaço espetacular, empolgante e tenso do começo ao fim, com uma parte técnica impecável (destaque especialíssimo para a edição impercebível que causa a sensação que o filme foi todo feito num plano sequência), que junto com a direção primorosa de Mendes e as ótimas atuações, nos conduzem para dentro da trama bem simples, porém, muito cativante e envolvente Simplesmente, um espetáculo que já nasce uma obra-prima. portanto, obrigatoriamente para ser visto numa sala de cinema (de preferência, a mais bem equipada). Cotação / Nota: 9,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.