sexta-feira, 9 de outubro de 2015

RECORDAR É REVER: AVENTURA MUSICAL EM CHICAGO OU DANÇANDO NA TV.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?. 

Aventura Musical em Chicago OU Dançando na TV (Girls Just Want to Have Fun).
Produção estadunidense de 1985.

Direção: Alan Metter.

Elenco: Sarah Jessica Parker, Lee Montgomery, Helen Hunt, Jonathan Silverman, Shannen Doherty, Ed Lauter, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (SBT) e em home vídeo (VHS).

Cotação

Nota: 8,0.  

Sinopse: A adolescente Janey (Parker) se muda para Chicago com a família. Na escola, fica amiga de Lynne (Hunt).  Ambas amam um programa de TV e ao descobrirem que o mesmo irá realizar um concurso para novos dançarinos, Lynne incentiva Janey a se inscrever. De cara, a moça arruma logo um parceiro (Montgomery) por quem se apaixona. Mas, até o concurso Janey e o love vão ter que enfrentar o pai durão (Lauter) dela, que não quer que ela perca tempo com o rebolado.

Comentários: Sem sombra de dúvida, os saudosos anos 80 foi a época dos filmes musicais mais pop de todos os tempos, Clássicos como Flashdance, Footloose e Dirty Dancing arrebentaram nas bilheterias motivaram a produções de filmes menores e inexpressivos, mas, que mesmo assim, tão divertidos e bons quanto os colegas de gênero famosíssimos. É o clássico das produções da saudosa Cannon Breakdance 2 (o primeiro, que traz a curiosa participação de Van Damme, em comecinho de carreira, soltando a franga num rebolado frenético, até hoje ainda não assistir) e Salsa - O Filme Quente, e desse filminho esquecido pelas emissoras televisivas e pelas distribuidoras brasileiras de home vídeo, que traz a curiosa presença de duas estrelas hollywoodianas. Exibido no SBT exaustivamente com o tosco título de Aventura Musical em Chicago, e que  no original leva o título de uma clássica canção da diva Cindy Lauper (na minha opinião, a melhor canção dela), é um filminho leve, simples, com roteiro redondinho, uma trilha bacana e hoje nostálgica (curiosamente, a canção na versão original da música cantada pela mítica cantora só aparece no final do filme), coreografias razoáveis. Não posso avaliar as interpretações do elenco já que, infelizmente, até hoje, só assistir o filme na versão dublada. Mesmo assim, percebe-se claramente que a oscarizada e atualmente sumidinha Helen Hunt, rouba a cena com sua personagem maluquinha. Em síntese, nostálgico e divertido, um filminho pequeno, bobinho ao extremo, mas, que dá uma surra em muitas super-produções atuais do gênero. 

VOCÊ SABIA? 

Conhecida hoje por ter uma das estrelas do horrível para mim mas cultuadíssimo seriado televisivo Sex and the City, a Sra. Ferris Buller... Ops! Digo, Sra. Matthew Broderick, atuou também em outro clássico musical oitentista. Antes de estrelar esse Girls Just Want to Have Fun, um ano antes foi coadjuvante no mega-sucesso Footloose - Ritmo Louco. No filme, até que sua personagem tinha um destaque legal, como a amiga da mocinha da trama, interpretada pela atualmente sumida Lori Singer. De rebolado oitentista a Sra. Broderick entende muito bem. Pense na moral da moça!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


 
VHS do filme.
Mais tosco que o título dado pelo SBT, 
só mesmo essa capinha ridícula.  

 
Trailer.

Clipe original da clássica música que dá titulo ao filme.

domingo, 4 de outubro de 2015

HOUSTON, TEMOS UM PROBLEMÃO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?. 

Perdido em Marte (The Martian).
Produção estadunidense de 2015.

Direção: Ridley Scott.

Elenco: Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Jeff Daniels, Michael Peña, Sean Bean, Kate Mara, Sebastian Stan, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Kinoplex Maceió em 04 de outubro de 2015.

Cotação

Nota: 8,5.  

Sinopse: Astronautas estão numa missão de reconhecimento em Marte, quando são surpreendidos com uma tempestade. Um deles, Mark Watney (Damon) é dado como morto pelos colegas, que se mandam do planeta vermelho. Só que o cara está vivinho da Silva, e acorda sozinho no desértico planeta, tendo que se virar nos trinta para sobreviver, enquanto na Terra, a galera da NASA corre contra o tempo para tentar enviar o resgate que durará cerca de quatro anos para chegar em Marte.

Comentários: Já tinha passado da hora do mestre Ridley Scott fazer um filme responsa no gênero da ficção. Afinal, o cara simplesmente presenteou a sétima arte com dois puta clássicos do gêneros, Alien, O 8º Passageiro e Blade Runner, O Caçador de Androides. Custou e finalmente o mestre acerta a mão e nos presenteia com um ótimo filme, com um roteiro muito bem elaborado, que dosa o tom de suspense, com um humor, dose generosa de dramaticidade e realismo. O elenco estrelar é outro ponto alto do filme, com destaque para Damon, que segura bem como o protagonista encrencado. A cereja do bolo é a parte técnica, com destaque para os efeitos e a fotografia que em 3D é um deleite para os olhos. O resultado é um filmaço tenso, eletrizante, mas, ao mesmo tempo divertido e inteligente. Quem é rei nunca perde a majestade, e o mestre Ridley Scott mais uma vez mostra que o porquê é um dos gênios da sétima arte 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 




sábado, 3 de outubro de 2015

ASSUSTADORAMENTE RIDÍCULO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?. 

A Possessão do Mal (The Possession of Michael King).
Produção estadunidense de 2014.

Direção: David Jung.

Elenco: Shane Johnson, Ella Anderson, Cara Pifko, Tomas Arana, Dale Dickey, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 1 do complexo Cinesystem Maceió em 03 de outubro de 2015.

CotaçãoCoco do Cachorrão

Nota: 1,0.  

Sinopse: Michael King (Johnson) é um cara que não acredita em porra nenhuma quando o assunto é o sobrenatural. Quando sua esposa parte para a terra do pé-junto, sem ter o que fazer, o cara inventa de encher a casa de câmeras para provar que está certo e que não existe o sobrenatural. Para isso, ele entrevista meia dúzia de malas que mexem com ocultismo e ainda inventa de invocar o chifrudo. Obviamente, como diz o ditado popular quem procura acha, algo sobrenatural vai provar que King está erradíssimo.

Comentários: Não foi por falta de aviso que este blogueiro saiu de casa em pleno sábado à noite, para assistir essa merda do filme. Além do próprio trailer que já mostrava que o filme tinha tudo para ser uma merda, ainda tem a resenha feita pelo crítico Lucas Salgado  do site Adoro Cinema que alertou para a bomba. Como não encontrei o filme online e assim como o protagonista do filme, fui arrumar algo para fazer na falta de uma companheira, resolvi gastar uma grana encarando essa merda. Seguindo a patética modinha found footage, A Possessão do Mal é um filme com roteiro fraquinho, recheadão de clichês, que de tão ridículo, em algumas sequências provoca gargalhadas, único motivo que não recebeu o nosso zero bem redondinho. Se tivesse sido anunciado como comédia, uma paródia, até que convencia e não seria tão ruim. Mas, como teima de reunir todas as fórmulas do gênero do terror, e ser vendido como tal, o resultado é mais uma merda que só garante o gênero, já no começo do mês, como a nossa merda do mês. Lamentável!

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


 
Uma imagem, com um conhecido gesto, vale mais até mesmo
que uma palavra com duas letras, para definir esse filme.