domingo, 5 de julho de 2020

AS FORMIGUINHAS DA DISNEY/PIXAR.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Vida de Inseto (A Bug's Life).
Produção estadunidense de 1998.

Direção: John Lasseter e Andrew Staton (co-diretor).

Elenco: Dave Foley, Kevin Spacey, Julia Louis-Dreyfus, Hayden Panettiere, Phyllis Diller, Richard Kind, David Hyde Pierce, Joe Ranft, Denis Leary, Jonathan Harris, Madeline Kahn, Bonnie Hunt, Michael McShane, John Ratzbenger, entre outros.

Blogueiro assistiu on-line (YouTube) em 05 de julho de 2020.

Sinopse: Flik (Foley) é uma formiga que sempre está se metendo em confusões. E ele passa dos limites quando acidentalmente detona com os alimentos que estavam separados para a doação anual aos gafanhotos, liderados por Hooper (Spacey), assim colocando todo formigueiro em risco. Diante dessa situação, Flik parte do formigueiro em busca de tentar reunir o maior número de formigas para proteger do ataque dos gafanhotos.

Comentários: De tempos em tempos, por coincidência ou não, Hollywood lançar filmes com temáticas idênticas. O Inferno de Dante e Volcano - A Fúria, Impacto Profundo e Armageddon, Invasão à Casa Branca e O Ataque, são bons exemplos desses "irmãos de pais diferentes" que chegaram na mesma época, confundindo a cabeça de alguns. Em 1998, foi a vez do público infantil (e por tabela o adulto) entrar nessa onda as animações FormiguinhaZ e este Vida de Inseto, filme da bem sucedida parceria Disney e Pixar. Se aquele tem um pegada ligeiramente para agradar ao público adulto, aqui temos uma típica aventura família, com um bom roteiro, que traz uma trama simples, porém, o suficiente para nos encantar e nos divertir bastante. Com uma parte técnica também costumeira do padrão de qualidade Disney/Pixar, o resultado final é uma ótima animação que vale a pena ser conferida. Cotação:  / Nota: 9,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 4 de julho de 2020

RECORDAR É REVER: FORMIGUINHAZ.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

FormiguinhaZ (Antz).
Produção estadunidense de 1998.

Direção: Eric Darnell e Tim Johnson.

Elenco: Woody Allen, Dan Aykoyd, Anne Bancroft, Jane Curtin, Danny Glover, Gene Hackman, Jennifer Lopez, John Mahoney, Paul Mazursky, Grant Shaud, Sylvester Stallone, Sharon Stone, Christopher Walker, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV por assinatura (Telecine Premium), em home vídeo (VHS) e no streaming (Telecine Play).

Sinopse: Num formigueiro no Central Park em Nova Iorque, a formiga operária Z (Allen), que tem suas neuras, está inconformada com a sua função. Sua vidinha deprê e desanimada ganha uma injeção de ânimo quando numa bela noite, ele conhece e se apaixona pela Princesa Bala (Stone). Querendo rever sua crush, Z troca de função com seu melhor amigo, Weaver (Stallone), que é um soldado, indo parar no exército, comandado pelo General Mandible (Hackman). A partir de então, Z acaba se metendo numa roubada atrás da outra, e descobrindo que o General tem um plano para tomar o poder da colônia.

Comentários: Animação da Dreamworks, que muitos confundem como a animação da Disney, Vida de Inseto, lançada no mesmo ano, com temática parecida. Trazendo um elenco estrelar emprestando vozes aos personagens, (alguns até sua fisionomia, como é o caso de Christopher Walker, Gene Hackman, e principalmente Sylvester Stallone), FormiguinhaZ conta com um ótimo roteiro que valoriza bastante os dubladores estrelares, que traz uma história simples, porém, muito boa e divertida para todas as idades, apesar que, os adultos se divertem um pouco mais, seja pelo elenco estrelar, como também por alguns piadas que só eles entendem. Além disso, o filme conta com uma parte técnica impecável, que consegue ser bastante atual. O resultado é um filmaço, um dos melhores do gênero e da Dreamworks, para ser visto e revisto infinitas, sem deixar de ser engraçado e divertido. Cotação:  / Nota: 9,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

RECORDAR É REVER: NASCIDO EM 4 DE JULHO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Nascido em 4 de Julho (Born on the Fourth of July).
Produção estadunidense de 1989.

Direção: Oliver Stone.

Elenco: Tom Cruise, Willem Dafoe, Kyra Sedgwick, Raymond J. Barry, Jerry Levine, Frank Whaley, Caroline Kava, Cordelia Gonzalez, Ed Lauter, John Getz, Michael Wincott, Edith Diaz, Tom Sizemore, Tom Berenger, entre outros.

Blogueiro assistiu no extinto Cinema Iguatemi - Maceió, na TV aberta (Globo), em home vídeo (VHS) e no streaming (Netflix).

Sinopse: Baseado em fatos da vida de Ron Kovic, narrados em sua autobiografia homônima. Nascido no dia da independência dos Estados Unidos, Ron Kovic (Cruise) é um patriota convicto apaixonadíssimo pelo seu país, que desde criança (Bryan Larkin) sonhava em servir o seu país. Algo que acaba acontecendo quando, ao terminar o ensino médio, se alista voluntariamente nos fuzileiros, indo servir na Guerra do Vietnã. Ele se depara com os horrores da guerra e acaba sendo vítima dela, mudando sua vida para sempre.

Comentários: Após o oscarizado Platoon, o diretor Oliver Stone volta a tocar bem fundo na ferida estadunidense da participação na Guerra do Vietnã neste drama autobiográfico, já que o próprio Kovic assina o roteiro junto com o diretor. Stone voltaria ainda ao tema no esquecidinho Entre o Céu e a Terra. Sobre seu segundo filme da "trilogia da Guerra do Vietnã",  que lhe rendeu um Oscar por sua competentíssima direção, Stone dar um soco no estômago ainda maior, com um bom roteiro, que joga na cara de forma dura e realista as consequências de um conflito armado, que acabou favorecendo Cruise, na primeira grande chance de comprovar que é bom ator, chance tão bem aproveitada que foi indicado ao Oscar por sua excelente atuação.

Com uma parte técnica impecável que rendeu quatro indicações ao Oscar, levando na categoria de Melhor Montagem, o tropeço é apenas no próprio roteiro, principalmente, por não aprofundar a mudança radical de posicionamento ideológico e político do protagonista, e pela a que chamamos hoje lacração, puxando a sardinha para o lado esquerdo e do partido democrata. Mas, nada que atrapalhe Stone de entrega um bom drama cru e realista, que vale a pena ser conferido, tanto pela relevância histórica, como por trazer Cruise fora do habitual com uma grande atuação. Cotação:  / Nota: 7,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.