segunda-feira, 21 de novembro de 2022

ROMANCINHO ALÉM DO TEMPO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

A Casa do Lago (The Lake House).
Produção estadunidense de 2006.

Direção: Alejandro Agresti.

Elenco: Keanu Reeves, Sandra Bullock, Dylan Walsh, Shohreh Aghdashloo, Ebon Moss-Bachrach, Lynn Collins, Willeke Van Ammelrooy, Christopher Plummer, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (HBO Max) em 20 de novembro de 2022.

Sinopse
: Remake do filme sul-coreano Siworae. A médica Kate Forster (Bullock) e o arquiteto Alex Wyler (Reeves) têm em comum terem habitado uma casa ao redor de um lago. Quando eles começam a se comunicar através de cartas, são surpreendidos em saber que misteriosamente eles estão em época diferentes. À medida em que a comunicação intertemporal entre eles vai rolando, eles acabam se apaixonando, logo, terão que buscar um meio de se encontrarem ao vivo na mesma época.

Comentários
: Sinceramente, esperava muito mais do reencontro nas telonas dos astros de Velocidade Máxima Keanu Reeves e Sandra Bullock. E não precisava ser num filmão de ação em ritmo frenético como o fodástico clássico noventista (se bem que é preferível), portanto, problema nenhum em ser um filme do romance. O problema deste filme que possui elogios rasgados de boa parte da crítica é o seu fraco roteiro, que estraga uma boa e interessante premissa, arrastando a trama de forma preguiçosa a ponto de nos entediar bastante. O estrago só não é pior, pois o carisma de Reeves e Bullock, somada a química perfeita entre eles, acabam salvando o filme. Enfim, um romancinho adocicado, bem Sessão da Tarde, feito na medida certa para agradar os fãs de filminhos assim, logo, se você ao contrário de mim curte o gênero, tem tudo para amar o filme. 
CotaçãoNota: 4,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 20 de novembro de 2022

PECADO IMPERDOÁVEL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Um Coração que Perdoa (A Heart That Forgives).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: M. Legend Brown.

Elenco: Charles Malik Whtifield, Mario Mims, Carl Anthony Payneh, Kelly O'Neill Jackson, Nikki Dixon, Irma P. Hall,  entre outros.

Blogueiro assistiu on-line (YouTube) em 18 de novembro de 2022.

Sinopse
: Um pastor protestante (Mims) tem um relacionamento complicadíssimo com o seu irmão (Whifield), que ao contrário dele, vive no crime, mas cada vez mais compelido a mudar de vida e voltar à igreja. A rotina de ambos está prestes a mudar drasticamente, com o desenrolar de alguns acontecimentos inesperados.

Comentários
: Não basta apenas ter boa intenção numa produção gospel. Mesmo sem o destaque midiático e sendo ignorado pelos críticos, o gênero tem um público cativo, que a cada ano recebe um número maior de produções. Mas, assim como todos os gêneros, deve-se ter um cuidado melhor, principalmente em relação ao roteiro, evitando que decepcione o público com um filminho ruim como este Um Coração que Perdoa. Mesmo com a já citada boa intenção, o problema aqui está no péssimo roteiro, que até tem uma trama central e subtramas que poderiam render um bom filme, mas, que por ser jogadas de qualquer, como se não houvesse roteiro e as ideias fosse surgindo instantes antes de ligar a câmera, jogam no lixo todas as elas, entregando um dramalhão insosso, que não despertar em nós nenhuma empatia, que faz corar de vergonha a pior das novelas mexicanas, e que leva uma surra homérica de boa parte das peças armadoras encenadas nas igrejas (modestamente, falo com conhecimento de causa pelos vinte anos que passei evangelizando através do teatro). O gênero gospel, seu público fidelíssimo e, principalmente, a mensagem de Deus não merecem constrangimentos com este filminho. 
CotaçãoNota: 0,5 (Obs: só pela boa intenção).

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 19 de novembro de 2022

FANTOCHES MORTOS-VIVOS IMPLACÁVEIS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

A Maldição: Despertar dos Mortos (Bangbeob: Jaechaui).
Produção sul-coreana e britânica de 2021.

Direção: Kim Yong-wan.

Elenco: Uhm Ji-won, Jeong Ji-so, Jeong Moon Sung,Kim In-Kwon, Lee Seol, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 18 de novembro de 2022.

Sinopse
: Baseada/sequência na/da série televisiva sul-coreana The Cursed. Durante a divulgação do seu livro, uma jornalista (Ji-won), desacreditada pelos colegas por suas matérias sobre o sobrenatural, recebe uma ligação misteriosa, afirmando ser o responsável por um assassinato na noite anterior. O problema é que quem cometeu o crime é justamente um cara que morreu meses atrás.

Comentários
: Apesar de ter zumbis fodões em boa forma e implacáveis, o novo filme do roteirista do fenômeno Invasão Zumbi não é um genérico ou continuação extraoficial deste. A Maldição: Despertar dos Mortos tem vida própria, com uma mitologia interessante, que claramente deve ser ampliada em sequências, com direito a uma cena no comecinho dos créditos finais, que dar uma deixa para isso. A criatividade aqui vai até certo ponto, já que o roteiro traz vários clichês do gênero de ação, que inclusive, rolam em ritmo frenético em eficientes sequências, boa parte empolgantes. Em síntese, um bom entretenimento descompromissado que diverte, portanto, relax e encare numa boa, sem nenhuma expectativa. 
CotaçãoNota: 7,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.