quarta-feira, 29 de julho de 2020

E.T - O EXTRA-TERRÍVEL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Abdução (Abduction).
Produção chinesa de 2019.

Direção: Ernie Barbarash.

Elenco: Scott Adkins, Andy On, Trương Ngọc Ánh, Lily Ji, Paul W. He, Daniel Whyte, Qin Chuan, Andrew Ng, Leonard Gonzales, Aki Aleong, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Telecine Play) em 28 de julho de 2020.

Sinopse: Tentando salvar sua filha raptada por extra-terrestres de uma suposta misteriosa dimensão, o britânico Quinn (Adkins) acaba indo parar no Vietnã dos dias de hoje. É lá que o assassino profissional Conner (On) faz seu último serviço para a máfia local, e pretende pendular a pistola. Quando a esposa de Conner, Maya (Ji) é raptada pelos E.Ts, seu caminho acaba cruzando com o de Quinn, através da psicóloga Anna (Ánh),que o está tratando.

Comentários: Acredito se tivesse na batuta no final dos anos 1980 e primeira metade dos anos 1990, Scott Adkins teria mais destaque e com certeza, seria uma fenômeno das videolocadoras (quem sabe até estampado a capa embandeirada da distribuidora cujo os filmes explodem como dinamites). Mas, como é um astro marcial dos nossos tempos, Adkins luta o máximo para manter sua carreira, emendando um trabalho atrás de outro, de diversas nacionalidades. Como quantidade está longe de ser sinônimo de qualidade, ele acaba atuando em algumas tranqueiras, como este filminho chinês, que traz uma trama confusa. Não por ser algo complexo ou bem desenvolvida, mas, simplesmente, por ser muito mal elaborada, uma verdadeira colagem de conveniências apenas porque o roteiro quer. O  filme, que só não é uma merda total por trazer ótimas cenas de ação, em especial, as de lutas bem coreografadas. Mas, infelizmente, não são o o suficiente para salvar o pretensioso filme (tem a audácia de dar uma deixa no final para uma continuação) de ser muito ruim. Cotação / Nota: 0,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

terça-feira, 28 de julho de 2020

RECORDAR É REVER: O SEGREDO DO ABISMO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Segredo do Abismo (The Abyss).
Produção estadunidense de 1989.

Direção: James Cameron.

Elenco: Ed Harris, Mary Elizabeth Mastrantonio, Michael Biehn, Leo Burmester, Tedd Graff, John Bedford Lloyd, J.C. Quinn, Kimberly Scott, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e no streaming (Telecine Play).

Sinopse: Um submarino nuclear estadunidense sofre um gravíssimo acidente e uma equipe que atua numa plataforma de petróleo próxima ao local é designada para uma operação de resgate. No fundo do oceano, eles acabam tendo um encontro com o desconhecido.

Comentários: Mais do que um grande diretor e roteirista, James Cameron é um cara fera na parte técnica, onde geralmente, sempre faz algo revolucionário. Um bom exemplo é este O Segredo do Abismo, filme do finalzinho dos anos 1980, que merecidamente levou o Oscar de Melhor Efeito Visual. Além de dirigir, Cameron escreveu o ótimo roteiro que traz uma trama tensa e envolvente do começo  ao fim. O resultado é mais um filmaço do diretor, que até hoje impressiona e encanta.  Cotação / Nota: 9,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


RECORDAR É REVER: O OTÁRIO (1964).

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Otário (The Patsy).
Produção estadunidense de 1964.

Direção: Jerry Lewis.

Elenco: Jerry Lewis, Ina Balin, Everett Sloane, Phil Harris, Keenan Wynn, Peter Lorre, John Carradine, Hans Conried, Richard Deacon, Scat Man Crothers, Del Moore, Neil Hamilton, Buddy Lester, Nancy Kulp, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e no streaming (Telecine Play).

Sinopse: Após a morte trágica de um grande astro da TV. os membros da sua equipe com receio de ficarem desempregados, resolvem lançar um novo astro. No desespero do imediatismo, eles acabam escolhendo o primeiro que aparece na frente deles, no caso, o atrapalhado mensageiro Stanley Belt (Lewis), e passam a trabalhar na difícil empreitada para lançá-lo ao estrelato.

Comentários: Não canso de dizer que sou grato a Deus por ter crescido numa época que éramos felizes e sabíamos muito bem disso, Época em que a Sessão da Tarde era palco de grandes clássicos do cinema, em especial, do humor os filmes dos nosso estimado quarteto Os Trapalhões, do trio Os Três Patetas e do impagável Jerry Lewis. Sobre ele, se não me falha a memória, O Otário foi um dos seus filmes mais exibidos nos bons tempos da sessão vespertina da Globo. Como de costume, aqui temos o saudoso comediante mostrando toda sua versatilidade talentosa em frente e por trás das câmeras, entregando um filme divertido e engraçado, que conta com um  bom roteiro, que traz uma trama simples, ligeiramente inverossímil, o suficiente para Lewis brilha com seu ótimo humor leve e bobo, com direito a nos presentear com a inesquecível sequência das backing vocals. Um clássico da comédia que vale a pena ser visto e revisto infinitas vezes, sem deixar  de ser engraçado. Cotação / Nota: 8,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.