domingo, 27 de agosto de 2017

O START DE STATHAM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and Two Smoking Barreis).
Produção britânica e estadunidense de 1998.

Direção: Guy Ritchie.

Elenco: Jason Flemyng, Dexter Fletcher, Nick Moran, Jason Statham, Steven Mackintosh, Nicholas Rowe, Nick Marcq, Charlie Forbes, Vinnie Jones, Sting, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 26 de agosto de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,0.

Sinopse: Eddy (Moran), Tom (Flemyng), Bacon (Statham) e Sapão (Fletcher) são amigos trambiqueiros que vivem de pequenos golpes. Com a grana em mãos de um último golpe, Eddy convence os parças a emprestar grana para uma disputa de cartas com Hatched Harry (P.H. Moriaty) poderoso chefão do submundo. Só que Eddy não apenas perde todo grana mas também fica em dívida com Harry que lhe dar uma semana para pagar ou irá mandar ele, seus amigos e seu pai (Sting) para a terra do pé-junto. Enrascados na roubada que se meteram os quatros amigos precisam correr contra o tempo para arrumar a grana.

Comentários: Jason Statham é um dos poucos astros do gênero de ação que iniciou a carreira com chave de ouro. O pouca-telha debutou como ator simplesmente sob a batuta do mestre Guy Ritchie, numa produção bastante aclamada pela crítica. Trata-se de um filme interessante, com um bom e criativo roteiro, que mescla perfeitamente ação e humor sarcástico. Pisa na bola apenas pelo excesso de personagens, que acaba deixando a trama um pouco confusa. Mas, não chega a compromete o resultado final de um filme criativo, competente e divertido.

Curiosamente, dois anos depois, a parceria com o diretor é retomada em Snatch - Porcos e Diamantes, outra produção aclamadíssima que traz Statham ainda com mais destaque, vivendo Turco (Statham), um promotor de lutas ilegais, que se ver numa roubada, após seu principal lutador, George Bonitão (Adam Fogerty), ir para no hospital quando sai na porrada com o cigano Mickey O' Neil (Pitt).

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

BOBAGEM QUE NÃO FAZ JUS AO MESTRE KING.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

A Torre Negra (The Dark Tower).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Nikolaj Arcel.

Elenco: Idris Elba, Mathew McConaughey, Tom Taylor, Claudia Kim, Fran Kranz, Abbey Lee, Jackie Earle Haley, Katheryn Winnick, Dennis Haysbert, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 1 do complexo Kinoplex Maceió em 25 de agosto de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,0.
Sinopse: Baseado no livro O Pistoleiro, da série literária A Torre Negra, escrita pelo mestre Stephen King. O pirralho Jake Chambers (Taylor) vive tendo pesadelos muito realistas sobre um mundo paralelo, onde o malvadão Homem de Preto (McConaughey) tenta derrubar a Torre Negra, última linha de defesa entre o mundo das trevas e os demais, incluindo o nosso, tendo o destemido e último Pistoleiro (Elba) em seu encalço para evitar que isso ocorra e acertar as contas com ele. Um belo dia, Jake acaba descobrindo que o sonho é bastante real, e que também é alvo do Homem de Preto, e para sobreviver, une forças com o fodão Pistoleiro.

Comentários: Mais um filme baseado numa obra do mestre Stephen King chega as telonas. Desta vez, é esta aventura/ficção juvenil, estrelada pelo competentíssimo Idris Elba e trazendo como antagonista o também Mathew McConaughey. Trata-se de um filme que frustra e passa longe de ser uma boa adaptação de uma obra do mestre King. Não chega ser um filminho ruim, pois, até diverte e envolve ligeiramente. Mas, a trama muito boba, num roteiro recheado de clichês e alguns furos, que acaba prejudicando bastante. O resultado é só um filminho bobinho, legalzinho, bem padrão, sem nenhuma novidade ao gênero, que não lembra em nada que se trata de uma adaptação de uma obra do mestre. Se a intenção era inaugurar uma franquia, com certeza, iniciaram com o pé esquerdo e dificilmente a intenção se concretize.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

E O PALHAÇO O QUE É? MUITO PORRA-LOUCA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Bingo - O Rei das Manhãs.
Produção brasileira de 2015.

Direção: Daniel Rezende.

Elenco: Vladimir Brichta, Leandra Leal, Cacá Martins, Augusto Madeira, Tainá Müller, Fernando Sampaio, Soren Hellerup, Domingos Montagner, Ana Lúcia Torres, Pedro Bial, Emanuelle Araújo, Raul Barreto, Ricardo Cicilliano, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Kinoplex Maceió em 24 de agosto de 2017.

Cotação: 

Nota: 9,0.

Sinopse: Inspirado em fatos da carreira de Arlindo Barreto, que ficou conhecido como o mais polêmico interprete do palhaço Bozo no programa infantil do SBT A trama se passa nos anos 1980 e gira em torno de Augusto Mendes (Brichta), ator do cinema nacional que tenta um lugar ao sol na televisão. Sua chance aparece quando é convidado para interpretar o palhaço Bingo, Augusto chuta o pau da barraca e de cara, improvisar, o que acaba fazendo do programa um enorme sucesso. Com a fama, vem as drogas e uma vida desregrada, e também o afastamento dele do seu filho, Gabriel (Martins).

Comentários: De cara esse filme me despertou o interesse pela honestidade, já que ao contrário da maioria das cinebiografias tupiniquins, que vendem algo que nem sempre é, mas assume que é uma obra ficcional inspirada. O bom trailer, que fui bombardeado nas últimas semanas (especificamente o trailer oficial 2), só aumentou ainda mais o meu interesse a ponto de não perder tempo e fui logo conferir na estreia. E fui ainda mais surpreendido já que o filme é uma agradabilíssima surpresa, que traz uma divertida e ao mesmo tempo emocionante história num roteiro muito bem elaborado que dosa perfeitamente os dois gêneros (inclusive, na parte cômica, é engraçadíssima a ponto de ser de humilhar a maioria dos comédias tupiniquins), que ganha força com um elenco afiado e entrosadíssimo, com destaque para o protagonista Vladimir Brichta, inspiradíssimo, nos presenteando com uma das melhores atuações de sua carreira. A deliciosa e empolgante trilha sonora oitentista é a cereja do bolo deste filmaço que marca a estreia com chave de ouro na direção do montador de Cidade de Deus e Tropa de Elite 1 e 2, já mostrando talento criativo e que tem tudo para ser um dos grandes diretores do nosso cinema.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.