Blogueiro assistiu na sala 3 do complexo Kinoplex Maceió em 23 de janeiro de 2015.
Cotação:
Nota:8,0.
Sinopse: Finalmente, o ex-agente fodão Bryan Mills (Neeson) parece que finalmente conseguiu sossego. De boa, o cara passa o tempo mimando a filha (Grace), sendo amigo da sua ex-esposa (Janssen), que demonstra está a fim de dar um pé na bunda no atual marido (Scott) e reatar com ele, e ainda jogando golfe com seu amigos. Mas, a calmaria dura pouco, pois a bandidagem inventa de mandar a ex-patroa do cara para a terra do pé-junto. Principal suspeito do crime, Bryan precisa fugir da polícia e ainda correr atrás dos caras que mataram sua amada, para o merecido ajuste de contas.
Comentários: De ator de filmes sérios, que a crítica ama babar, Liam Neeson deu uma reviravolta aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, se notabilizando como astro de filmes de ação. O tiozão mais fodão do cinema da atualidade está de volta à ação, justamente no terceiro filme da franquia, produzida e roteirizada pelo mestre Luc Besson, que promete ser o último da franquia. Depois de contribuir para essa mudança radical na carreira de Neeson, desta vez o roteiro valoriza bem mais o lado dramático do ator, pisando consideravelmente no freio do ritmo frenético. Mas, não se preocupe, que mesmo com essa diminuição, a porradaria corre solta e Neeson está cada vez mais firme como astro de ação. Em síntese, um desfecho em grande estilo da saga do papai fodão.
Elenco: Jean-Claude Van Damme, Robert Guillaume, Cynthia Gibb, George Dickerson, Art LaFleur, Patrick Killpatrick, entre outros.
Blogueiro assistiu no extinto cinema São Luiz Maceió, em home vídeo (VHS e DVD) e na TV aberta (Globo).
Cotação:
Nota:7,0.
Sinopse: O policial canadense fodão Louis Burke (Van Damme) persegue até Los Angeles e prende o assassino psicótico que se auto-intitula Sandman (Killpatrick). Dezesseis meses depois do feito heroico, Burke volta à cidade e recebe a proposta do procurador geral (Dickerson) em se infiltrar num presídio como prisioneiro, e investigar as constantes misteriosas mortes de detentos no local. Infiltrado no local, o cara tem apoio externo da assistente do promotor, Amanda Beckett (Gibb), e engaiolado tenta se aproximar de Hawkins (Guillaurme). À medida em que avança nas investigação, Burke descobre que há um esquema milionário de tráfico de órgãos humanos rolando no local. Quando está prestes a descobrir todo esquema, propositalmente, Sandman é transferido para o presídio, o que acaba deixando Burke em mal lençóis com os outros presos.
Comentários: Desde quando o lendário Clint Eastwood estrelou Alcatraz - Fuga Impossível lá nos anos de 1970, praticamente virou regra que um astro de ação obrigatoriamente tem que estrelar um filme passado numa prisão. O baixinho belga não perdeu tempo e logo no começo de sua carreira como astro estrelou este filme que estamos comentando. Lembrando que, posteriormente, ele voltaria a estrelar um filme engaiolado, já na fase decadente, o cultuado por boa parte dos fãs (particularmente, não gosto) Hell. Sobre Garantia de Morte é um filme com um roteiro regular, repleto de clichês, que traz como novidade o lance do tráfico de órgãos. A produção é claramente de orçamento limitado, mas, sem comprometer, muito pelo contrário, chega até convencer. As atuações do baixinho e do elenco são medianas, nem fedem, nem cheiram, exceto Patrick Killpatrick que, mesmo aparecendo pouco, rouba a cena como o vilão perverso e pentelho, difícil de morrer. Merece destaque também as sequências de lutas, bem coreografadas, com Van Damme em excelente forma, num dos embates mais demorados da sua carreira, no caso, a luta do clímax com Sandman. Enfim, mesmo sendo um dos filmes mais fracos do começo do estrelato do ícone tampinha, Garantia de Morte é um filme satisfatório e dar uma pisa na maioria dos filmes da sua carreira, produzidos após a decadência.
Blogueiro assistiu na sala do complexo Cinesystem Maceió em 18 de janeiro de 2015.
Cotação:
Nota:8,0.
Sinopse: O filme se passa durante doze anos na vida de Mason (Coltrane), filho de pais separados, que vive com a mãe (Arquette) e a irmã (Linklater), lidando, além das transformações da infância à adolescência, com a ausência do pai (Hawke), que só ver esporadicamente, com as relações amorosas que a mãe se envolve e acaba arrastando os filhos.
Comentários: Uma ideia inegavelmente interessante na cabeça, uma câmera na mão e muita paciência para rodar um filme em pedaços durante doze anos. O resultado foi muito além do esperado já que além de ser um filme interessado, é um dos mais elogiados pela crítica dos últimos tempos, dando nota máxima. Hoje, finalmente, fui conferir se tanta bajulação ao filme é merecida. Sinceramente, achei um exagero tanta bajulação. Tudo bem que o filme tem um roteiro muito bem elaborado, que ganha força com um elenco afiadíssimo. Mas, com exceção da interessantíssima ideia de gravar o filme em etapas, durante pacientes doze anos, o filme não traz nenhuma novidade, sendo apenas um ótimo drama familiar bem acima da média. Mais do que é isso, é exagero por parte da crítica que anda confundindo uma ideia interessantíssima numa obra-prima. Affffffff...