segunda-feira, 24 de março de 2014

COMÉDIAS E AÇÃO EM SESSÃO TRIPLA DE CINEMA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

S.O.S. Mulheres ao Mar.
Produção brasileira de 2013.

Direção: Cris D' Amato.

Elenco: Giovanna Antonelli, Fabíula Nascimento, Thalita Carauta, Reynaldo Gianecchini, Emanuelle Araújo, Marcelo Airoldi, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 1 do Complexo Kinoplex Maceió em 24 de Março de 2014.

Cotação

Nota: 7,0.  

Sinopse: Adriana (Antonielli) está numa fase nada boa de sua vida, ganhando dinheiro legendando filmes pornôs. Para complicar, seu marido Eduardo (Airoldi) resolve se separar e embarcar num cruzeiro com a nova namorada, Beatriz (Araújo). Ao descobri deste fato, Adriana resolve tentar reconquistar seu ex, embarcando no mesmo cruzeiro, arrastando com ela sua irmã Luíza (Nascimento) e sua empregada fiel Dialinda (Carauta).

Comentários: E a modinha continua e parece que sem prazo para acabar. No nosso cinema nacional, para cada filme de outro gênero pipocam dez vezes mais comédias bobas e furteis. Fazer o que se o público corre aos cinemas para conferir filminhos assim e ainda o dão um prestígio exagerado que, na maioria das vezes, não são merecidos. No caso deste S.O.S Mulheres ao Mar novidade nenhuma, tudo é como de costume. É mais uma comédia boba, com roteiro recheado de clichês que vai das piadas que todo mundo já conhece, passando pela patética visão feminista. A grande vantagem do filme é sem dúvida o seu elenco que claramente demonstra que embarcou numa boa na brincadeira, estando bem a vontade, sem querer forçar a gargalhada, defeito da maioria das comédias atuais tanto brasileiras como hollywoodianos. E por esse motivo, o filme consegue a proeza de ser mais divertido do que promete. Enfim, quem não foi muito exigente, pode embarcar numa boa nesta comédia boba e leve (sem pressa de sair pois no começo dos créditos finais há uma sequência extra) que a diversão e a risada gratuita, mesmo que seja das mesmas piadas bobinhas, está garantida.



O Grande Herói (Lone Survivor).
Produção estadunidense de 2013.

Direção: Peter Berg.

Elenco: Mark Wahlberg, Taylor Kitsch, Emile Hirsch, Ben Foster, All Suliman, Eric Bana, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do Complexo Kinoplex Maceió em 24 de Março de 2014.

Cotação

Nota: 8,5.  

Sinopse: Baseado numa história real, Na trama, um grupo bem treinado da marinha estadunidense recebe a missão de ir ao Afeganistão e eliminar um fodão perigosíssimo do Talibã. Mas, a equipe é descoberta pelos inimigos, que armados até os dentes, partem para  ferrar com os inimigos ianques.

Comentários: Depois de cinquenta minutos de espera que passaram rapidinho, foi a vez de entrar no cinema e encarar o lançamento da última quinta que eu mais aguardava. Para início de conversa, ignore esse tosco título nacional que remete a um filme de ação. É bem verdade que ação é o que não falta, mas não se trata de filme do gênero, descerebrado, mas, de um thirlley de guerra muito bem conduzido, com um roteiro muito bem escrito que dosa perfeitamente ação e suspense. Empolgante e envolvente, um ótimo filme de guerra. Vale a pena conferir.


Namoro ou Liberdade (That Awkward Moment).
Produção estadunidense de 2014.

Direção: Tom Gormican.

Elenco: Zac Efron, Miles Teller, Michael B. Jordan, Imogen Poots, Mackenzie Davis, Jessica Lucas, Mackenzie Davis, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do Complexo Kinoplex Maceió em 24 de Março de 2014.

Cotação

Nota: 4,5.  

Sinopse: Os amigos de longa data Jason (Efron), Daniel (Teller) e Mikey (Jordan) fazem um pacto de curtir a solterice, pegando o maior número possível de mulher e sem se amarrar a nenhuma, após o último ter levado gaia da sua esposa (Lucas). Mas, a promessa será difícil de ser cumprida pois, além de Mikey está disposto a perdoar a gaia e reconquistar a ex, Jason conhece Ellie (Poots) e aos poucos vai se amarrando nela, enquanto Daniel começa a se interessar por Chelsea (Davis), sua amiga.

Comentários:  Mais cinquenta minutos de espera e completei a sessão tripla com os lançamentos da última quinta assistindo mais um comédia fútil e que eu não estava nem um pouco interessado, principalmente pela presença do canastrão e ídolo teen da franquia lixo High School Musical, Efron que, até onde eu me lembre, não atuou (força de expressão, obviamente) em nada que preste e mereça destaque (os fãs da franquia ridícula da Disney nem venham encher o saco!). Modinha hollywoodiana dos últimos anos, em produzir comédias românticas para macho ver, o filme é mais uma tentativa frustrada somado ao pecado mortal de qualquer comédia, ou seja, não ter graça. Roteiro regular que se perde bastante da segunda metade para o final, sem falar que os personagens são desinteressantes demais. Não chega a ser uma merda total, mas, chega perto. Filminho bobo e chatinho. Só vá para agradar a patroa.



Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 23 de março de 2014

REALISMO BÍBLICO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

Moisés (Moses).
Produção estadunidense, italiana, francesa, do Reino Unido, alemã, espanhola e checa de 1995.

Direção: Roger Young.

Elenco: Ben Kingsley, Frank Langella, Christopher Lee, Anna Galiera, Enrico Lo Verso, Sônia Braga, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV por assinatura (TNT) e em home vídeo (VHS e DVD).

Cotação

Nota: 9,5.  

Sinopse: Salvo do massacre dos bebês hebreus ordenado pelo faraó Ramsés (Lee), Moisés (Kingsley) é criado por Ptira (Galiera), filha do faraó. Infeliz, se sentindo um inútil, principalmente pela clara preferência do faraó pelo seu filho Mermefta (Langella), Moisés ver sua vida sofrer uma reviravolta quando num momento de ira, mata acidentalmente um guarda egípcio que estava prestes a meter porrada em Arão (David Suchet), que ele desconfia que seja seu irmão. Diante do fato, Moisés chuta o pau da barraca e se manda no Egito, indo se refugiar em Mediã, casando com Séfora (Braga), a filha mais velha do sacerdote local. Moisés, finalmente, encontra a felicidade, na simplicidade da vida de um pastor de ovelhas, até que o belo dia, Deus lhe aparece e lhe dar a missão de ir ao Egito e libertar o povo judeu da escravidão.

Comentários: Posso está errado, mas, tenho quase certeza que ao lado de Jesus Cristo, Moisés é a personalidade bíblica que mais ganhou versão para as telonas e telinhas, dos clássicos com tom carnavalesco promovido por Cecil B. DeMille à produções mais modestas de produtoras de filmes gospeis. Particularmente, gosto muito desta versão televisiva que faz parte da coleção Bíblia Sagrada lançada por aqui pela Flashstar, por trazer um Moisés bem mais humano e parecido com os relatos bíblicos. O filme conta com um ótimo roteiro que só peca um pouco por inserir a desnecessária xaropada típica dos filmes desta série, que torna o filme um pouco enfadonho após a sequência da descida de Moisés do monte com os Dez Mandamentos e encontrado o povo na farra profana. Mas, até este pecado leve é perdoado graças a um elenco afiado, com destaque para Ben Kingsley dando um show como Moisés, numa das melhores atuações de sua carreira. Em síntese, das milhares produções sobre Moisés, disparada está é uma das melhores, e de quebra, um dos melhores filmes da série.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


 
Como todos os filme da coleção recentemente
Moisés ganhou capa nova e um sub-título.

 
Filme completo na versão dublada.