domingo, 22 de junho de 2025

TERAPIA EM GRUPO GOSPEL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Círculo de Oração (The Prayer Circle).
Produção estadunidense de 2013.

Direção: Jason Horton.

Elenco: Christian Keyes, J. Teddy Garces, Kathryn Taylor, Romel Rose e Yetide Badaki.

Blogueiro assistiu no YouTube (canal Deep C Digital) em 22 de junho de 2025.

Sinopse
: Semanas depois de ter saído do xilindró após cumpri pena, Woody (Keyes) finalmente aceita o convite de visitar um pequeno grupo de terapia e de oração de uma igreja, formado justamente por vítimas da ação criminosa que participou. A lavagem de roupa e animosidade são inevitáveis, assim como o esforço de todos para colocar em prática perdão.

Comentários
: A fortíssima mensagem cristã do perdão, uma ideia na cabeça e uma câmera na mão são os ingredientes deste pequeno filme gospel, tanto na duração (apenas um pouco mais de uma hora e quinze minutos) quanto no elenco, por contar com apenas cinco atores. Com potencial para ser bem melhor, o roteiro regular, que traz uma trama rasinha, acaba sendo o ponto fraco do filme. Mesmo assim, O Círculo de Oração é um drama satisfatório, que consegue envolver, passar de forma simples e direta a mensagem do perdão, e até arrancar tímidos risos com os alívios cômicos pontuais. Vale a conferida! 
CotaçãoNota: 5,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

INJUSTIÇA DE GÊNERO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Vida de Oração (Prayer Life).
Produção estadunidense de 2008.

Direção: Frank E. Jackson Jr.

Elenco: Walter Maxfield Jones, Diana Villamonte, Nitin S. Adsul, Eric Richardson, Chanté Bowser, Lynn Katchmark, Danielle Davy, Juan Pablo Veizaga, Sallie Beckner, Darrel E. Cox, entre outros.

Blogueiro assistiu no Facebook em 22 de junho de 2025.

Sinopse
: A vida de Mary Dupree (Villamonte) vira ao avesso quando, contadora de uma empresa, descobre algo errado e acaba sendo acusada de ter desviado grana alta. Convencido pela sua esposa cristã (Bowser), que frequenta a mesma igreja que Mary, um advogado ateu (Jones) resolve defendê-la.
 
Comentários
: De fato, é cada vez maior o número de produções gospels que todos os anos são lançadas, Mas, como sabemos quantidade não necessariamente significa qualidade e infelizmente são poucas a que são realmente boas. Vida de Oração não é uma delas. Do título praticamente enganoso (a vida de oração se limita a esposa do protagonista enchendo o saco dele e o nosso) ao roteiro fraco, que traz uma trama rasa, nada funciona nesse filme, que não consegue ser nem um filme com uma mensagem cristã forte, muito menos um drama de tribunal. Como repito exaustivamente, o gênero gospel não pode se sustentar apenas boas intenções. E filminhos insossos como este acabam sedo uma grande injustiça ao gênero, que tanto ralou e vem ralando para conseguir espaço. 
CotaçãoNota: 0,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 19 de junho de 2025

RECORDAR É REVER: S.O.S. - TEM UM LOUCO SOLTO NO ESPAÇO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

S.O.S. - Tem um Louco Solto no Espaço / Spaceballs: S.O.S. - Tem um Louco Solto no Espaço (Spaceballs).
Produção estadunidense de 1987.

Direção: Mel Brooks.

Elenco: Mel Brooks, John Candy, Rick Moranis, Bill Pullman, Daphne Zuniga, Dick Van Patten, George Wyner, Michael Winslow, Joan Rivers (voz), Lorene Yarnell, John Hurt, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo), em home vídeo (VHS) e no streaming (Prime Video).

Sinopse
: Paródia com a clássica trilogia Star Wars. Há muito tempo, numa galáxia muito, muito, muito, muito distante, uma raça malvadona chamada Spacaballs deseja roubar todo ar do planeta vizinha, Druidia. Para isso, eles resolvem sequestrar a princesa deste planeta, Vespa (Zuniga). Para impedir que isso ocorra, o pai dela (Van Patten) contrata os serviços da dupla de mercenários intergalácticos Lone Starr (Pullman) e seu fiel amigo, Barf (Candy).

Comentários
: Aproveitando o surpreendente anúncio da sequência desta paródia oitentista do mestre Mel Brooks (que prestes a completar 98 anos no próximo dia 28, também estará de volta), tratei logo de conferi o original, que minha memória traíra me fazia acreditar que já tinha começado. De fato, Brooks é um pioneiro da comédia besteirol que parodia sucessos da telonas, e aqui entrega mais uma divertida, com um roteiro satisfatório, que tira sarro da primeira trilogia Star Wars. Zoeira que o talentoso e carismático elenco abraçou de boa junto com Brooks, o que acaba sendo mais um motivo que torna este clássico oitentista e da comédia besteirol ainda mais divertido. 
CotaçãoNota: 7,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.