domingo, 1 de junho de 2025

NOVO BANDIDINHO, VELHA ROUBADA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Confinado (Locked).
Produção estadunidense e canadense de 2025.

Direção: David Yarovesky.

Elenco: Bill Skarsgård, Anthony Hopkins, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 31 de maio de 2025.

Sinopse
: Remake do filme 4x4. Eddie Barrish (Skarsgård) é um jovem pai na pindaíba, que desesperado para arrumar grande, encontra um carro de luxo de bobeira e inventa de roubá-lo. Mas, ele acaba ficando preso no veículo, que na verdade é uma armadilha feito por um misterioso cara endinheirado (Hopkins), que passa a tocar o terror psicológico nele.

Comentários
: Não é por falta de tentativas que o eterno Pennywise Bill Skarsgård busca se firmar com um grande astro, já que vem emendando um filme atrás do outro. Mas, aparentemente, o cara ou tem um dedo podre para escolhas ou está mal agenciado, já que até agora ainda não emplacou. Sua nova tentativa é este interessante suspense, que por ser o terceiro remake de um filme argentino (inclusive um das refilmagens é o brasileiro A Jaula), provavelmente não será ainda a tentada grande guinada na carreira. Tendo como um dos vários produtores o mestre Sam Raimi (são tantas produtoras envolvidas, que começava achar que seria um filme brasileiro), o filme é um suspense bem dirigido, com roteiro satisfatório, com Skarsgård segurando bem o protagonismo, tendo com coadjuvante de luxo Anthony Hopkins, que claramente está de boa, se divertindo. Apesar de para mim o filme não ter impactado tanto (provavelmente por eu ter assistido uma das versões anteriores), Confinado é um bom suspense, que envolve e prende atenção satisfatoriamente. Vale a pena uma chance e conferir o confronto psicológico entre Pennywise e Hannibal Lecter. 
Cotação Nota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

O COMEÇO DO FIM CAPENGA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

O Refúgio (Homestead).
Produção estadunidense de 2024.

Direção: Ben Smallbone.

Elenco: Dawn Olivieri, Kearran Giovanni, Tyler Lofton, Olivia Sanabia, Susan Misner, Currie Graham, Jesse Hutch, Manny McCord, Bailey Chase, Neal McDonough, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 30 de maio de 2025.

Sinopse
: Baseado no livro escrito por Jeff Kirkham e Jason Ross. Após um atentado nuclear nos Estados Unidos, um milionário (MdDonough) que reside numa montanha isolada, reúne sua família no local, fortemente protegido por um grupo de ex-militares de elite, liderados por Jeff Erikson (Chase). À medida em que o tempo passa e aumenta o clima externo de tensão, aumenta também o desentendimento entre os dois sobre a forma de administrar o local.

Comentários
: Aparentemente toda produtora gringa de filmes de temáticas cristãs é obrigada a fazer um do subgênero escatológico, ou seja, que se passe nos finais dos tempos. Chegou a vez da badaladíssima Angel Studios com O Refúgio, que não esconde em nenhum momento que se trata na verdade de um piloto de uma série. E esse acaba sendo o menor dos problemas, já que temos aqui um dramalhão chatíssimo, morgadão, que traz um roteiro ruinzinho, com personagens chatos e uma trama rasa e insossa. Sequer cumpre a missão primordial de uma adaptação literária de despertar interesse em nós em ler o livro em que se baseia, muito menos pela série. Para piorar, parece que tem vergonha de se assumir como um filme/série de temática cristã, já que a menções religiosas são bem tímidas. Uma pena que um estúdio gospel que vem ganhando cada vez mais espaço, vindo de grandes sucessos, se queime lançando um telefilme tão ruinzinho nos cinemas. Esquecível, se tiver curiosidade em assisti, fica a dica que espere chega em streaming. 
CotaçãoNota: 2,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

domingo, 25 de maio de 2025

MISSÃO DADA, MISSÃO BEM CUMPRIDA MAIS UMA VEZ!

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Missão: Impossível - O Acerto Final (Mission: Impossible - The Final Reckoning).
Produção britânica e estadunidense de 2025.

Direção: Christopher McQuarrie.

Elenco: Tom Cruise, Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Henry Czerny, Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Tramell Tillman, Angela Bassett, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell, Mark Gatiss, Rolf Saxon, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 5 do complexo Cinesystem Maceió em 22 de maio de 2025.

Sinopse
: Oitavo filme da franquia baseada na série televisiva homônima. Após os eventos mostrados nos filme anterior, a poderosíssima inteligência artificial conhecida como A Entidade, está tomando conta do mundo e prestes a ter acesso a todo arsenal do mundo e ferrar tudo. Para evitar isso, Ethan Hunt (Cruise) e sua equipe correm contra arrumar um modo de detê-la.

Comentários
: Após quase trinta anos, a franquia de ação e espionagem estrelada pelo astro Tom Cruise supostamente chega ao seu final. E com toda sinceridade, espero que realmente seja, pois Missão: Impossível - O Acerto Final fecha com chave de ouro a franquia, que consegue a proeza digna de Ethan Hunt e companhia de manter o altíssimo padrão de qualidade em todos os oito filmes, o que a torna sem sombra de dúvida uma das melhores da história do cinema. O novo filme presta um tributo à franquia, o que só reforça minha opinião de realmente encerrar por aqui, pois, como nos ensina a sabedoria popular, "é bom parar quando se está por cima da carne seca".

Missão: Impossível - O Acerto Final
tem a dosagem perfeita de clima de suspense e ação frenética, a ponto de sequer percebemos em nenhum momento sua longa duração de quase três horas. Mérito do diretor Christopher McQuarrie, que se firmou como o grande condutor da franquia desde Missão: Impossível - Nação Secreta, e ao carisma do elenco encabeçado por Cruise, que deita e rola no entrosamento perfeito entre eles. O filme conta com um bom roteiro, que traz uma trama envolvente do começo ao fim, e de quebra, traz ligações interessantíssimas com outros filmes da franquia, além obviamente do anterior, Missão: Impossível - O Acerto de Contas - Parte Um, já que é uma sequência direta deste, principalmente o primeiro (conseguiram dar relevância a uma personagem que praticamente era um figurante neste), e uma revelação em relação ao terceiro. O curioso é que não precisa ninguém ter assistido aos outros filmes anteriores, já que é bem expositivo, principalmente na primeira parte.

É bem verdade que o oitavo filme não é melhor da franquia, inclusive, na minha humilde opinião, é o mais fraco. Mesmo assim, é um filmão empolgante, envolvente e divertido do começo ao fim, não ficando tão atrás dos demais, mantendo firme e forte o altíssimo padrão de qualidade da franquia. Cruise mais uma vez comprova que é apaixonadíssimo no cinema e nos entrega mais um filmão que obrigatoriamente deve se visto na sala de cinema, se possível, na mais bem equipada. Um fechamento épico e digno da franquia. Assim espero. 
CotaçãoNota: 8,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.