domingo, 8 de dezembro de 2024

A ESCOLHIDA EM ESCOLHAS ERRADAS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Virgem Maria (Mary).
Produção estadunidense e britânica de 2024.

Direção: D.J. Caruso.

Elenco: Noa Cohen, Ido Tako, Stephanie Nur, Susan Brown, Ori Pfeffer, Eamon Farren, Hilla Vidor, Mili Avital, Gudmundur Thorvaldsson, Dudley O'Shaughnessy, Keren Tzur, Mehmet Kurtulus, Mila Harris, Anthony Hopkins, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 07 de dezembro de 2024.

Sinopse
: Inspirado em fatos narrados na Bíblia e em textos apócrifos. Escolhida por Deus para uma grande missão, Maria (Cohen) foi servir no templo ainda criança (Harris). Na adolescência, ao noivar com o jovem José (Tako), ela inicia sua missão de cumprir uma antiga profecia. Algo que o tirano rei Herodes (Hopkins) fará de tudo para impedir.

Comentários
: Com as produções de temáticas cristãs cada vez mais em alta, era inevitável que a Netflix não pegasse carona e não lançasse uma produção do gênero para chamar de sua. E em grande estilo, com uma produção luxuosa e caprichada, e contando com o ganhador de dois Oscar Anthony Hopkins como o nome mais famoso do elenco. Obviamente que os realizadores não iriam se contentar em trazer o ator apenas para uma pequena participação, esticando seu personagem além da conta, o que acaba sendo um dos problemas do filme. E acaba nem sendo o maior deles.

Com um roteiro que se inspira nos relatos evangélicos e também nos apócrifos (livros que não entraram no cânone da Bíblia por trazerem narrativas que levantam dúvida de sua autenticidade), não aproveitando bem nenhuma das duas fontes, errando grosseiramente na liberdade poética, inclusive indo de encontro aos fatos narrados na Bíblia. Os vários absurdos apresentados somado a trama rasinha e furos e conveniências acabam afetando consideravelmente o nosso envolvimento. O resultado final acaba sendo frustrante, nos deixando com o gostinho amago de um potencial totalmente desperdiçado. Uma pena! 
CotaçãoNota: 5,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 7 de dezembro de 2024

HISTÓRIA REAL DE FÉ E SUPERAÇÃO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Inexplicável.
Produção brasileira de 2024.

Direção: Fabrício Bittar.

Elenco: Letícia Spiller, Eriberto Leão, Adriana Lessa, André Ramiro, Victor Lamoglia, Leonardo Miggiorin, Camila Camargo, Cynthia Falabella, Miguel Venerabile, Bernardo Vasconcelos, Sueli Franco, Walter Breda, Moacyr Franco, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 4 do complexo Kinoplex Maceió em 07 de dezembro de 2024.

Sinopse
: Baseado em fatos, narrados no livro O Menino que Queria Jogar Futebol: Uma História de Fé e Superação, escrito por Phelipe Caldas. A rotina do casal Marcus (Leão) e Yanna (Spiller) é abalada quando seu filho Gabriel (Venerabile) sofre um gravíssimo problema de saúde, que o coloca entre a vida e a morte.

Comentários: Uma comovente história real ganha às telonas neste filme, que tem um objetivo nobre, em doar parte da renda das bilheterias doada para o Hospital do GRAACC, que trata crianças com câncer. Com um elenco estrelar competente, encabeçado por Letícia Spiller e Eriberto Leão, que entregam boas atuações, mas, que são prejudicados pelo seu roteiro regular, que até traz uma trama emocionante e envolvente, mas, um pouco rasa e arrastada. Claramente bem intencionado, Inexplicável é um drama satisfatório, que pelo menos despertar em nós a vontade em buscar saber mais sobre a história real em que se baseia, em especial, pela leitura do livro que a conta. Vale a conferida nos cinemas, até pelo ato solidário que promove. CotaçãoNota: 6,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

RECORDAR É REVER: LEGIONÁRIO (1998).

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Legionário (Legionnaire).
Produção estadunidense de 1998.

Direção: Peter MacDonald.

Elenco: Jean-Claude Van Damme, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Steven Berkoff, Nicholas Farrell, Jim Carter, Ana Sofrenovic, Daniel Caltagirone, entre outros.

Blogueiro assistiu em home vídeo (VHS e DVD) e no streaming (Oldflix).

Sinopse
: Marselha, 1925. Tendo que fugir após quebrar um acordo com um poderoso mafioso (Carter). o lutador Alain Fevre (Van Damme) acaba se alistando na Legião Estrangeira, indo servir no Marrocos. Lá, ele acaba fazendo grandes amizades, mas, também encara novos e velhos inimigos.

Comentários
: Admito que tinha uma antipatia por este filme noventista, que marca o começo do fim da Era Van Damme nos cinemas (ao menos nos brasileiros, já que, se não me falha a minha memória, foi o primeiro filme que chegou por aqui diretamente em home vídeo), pois o achava chatinho e entediante. Mas, ao rever nesta semana, entendendo a intenção do baixinho belga, que também é um dos roteiristas ao lado do parceirão Sheldon Lettich (O Grande Dragão Branco, Leão Branco: O Lutador Sem Lei, entre outros), em entregar uma performance muito mais dramática. 

Dirigido pelo mesmo cara que dez anos antes tinha entregue o clássico Rambo III, o problema acaba sendo o roteiro regular que não traz uma trama mais elaborada e sem aprofundamento, ficando na superficialidade. Mesmo assim, não é o filme chato que eu achava quando assisti quando era jovem (provavelmente, o ranço foi por não trazer o baixinho belga distribuindo porrada como de costume) e até consegue se sobressair sobre muitos filmes do astro belga, principalmente, os que vieram a partir de então. Mas, também passa longe de ser um filme memorável. 
CotaçãoNota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.