sexta-feira, 3 de julho de 2020

RECORDAR É REVER: CLUBE DOS CINCO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Clube dos Cinco (The Breakfast Club).
Produção estadunidense de 1985.

Direção: John Hughes.

Elenco: Emilio Estevez, Paul Gleason, Anthony Michael Hall, John Kapelos, Judd Nelson, Molly Ringwald, Ally Sheedy,  entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo), em home vídeo (VHS) e no streaming (Netflix).

Sinopse: No sábado ensolarado de 24 de março de 1984, os adolescentes Andrew (Estevez), Brian (Hall), Claire (Ringwald), Allison (Sheedy) e John (Nelson) vão para uma detenção de oito horas na escola que estudam, cada um por ter aprontado algo. Apesar de estudarem na mesma escola, eles nunca sequer trocaram cumprimentos nos corredores, e sendo totalmente diferentes uns dos outros, precisarão aprender a conviver juntos.

Comentários: Sem sombra de dúvida, ainda está para surgir na sétima arte alguém que compreendeu e retratou tão bem a complicadíssima fase da adolescência que o saudoso diretor e roteirista John Hughes. E Clube dos Cinco é seu ápice desse seu talento tão peculiar. Trazendo uma premissa simples que poderia render um filme chato e morgadão, Hughes entrega uma verdadeira obra-prima do sub-gênero teen. Elaborando um excelente roteiro, traz cinco personagens representando os maiores esteriótipos teens, e faz uma gradual e prazerosa desconstrução de cada um, humanizando. Isso tudo contando com um elenco jovem talentoso que simplesmente brilham tanto individualmente como no entrosamento perfeito entre eles. O resultado final não poderia ser outro que não fosse um filmaço excepcional, atemporal, e como já foi dito, uma verdadeira obra-prima do sub-gênero. Cotação:  / Nota: 10,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

RECORDAR É REVER: MERCENÁRIOS DAS GALÁXIAS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Mercenários das Galáxias (Battle Beyond the Stars).
Produção estadunidense de 1980.

Direção: Jimmy T. Murakami e Roger Corman (não creditado).

Elenco: Richard Thomas, Robert Vaughn, John Saxon, George Peppard, Darlanne Fluegel, Sybil Danning, Sam Jaffe, Jeff Corey, Morgan Woodward, Marta Kristen, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo e SBT) e no streaming (Netflix).

Sinopse: Os pacíficos habitantes do planeta Akir têm sua rotina tranquilona interrompida quando o malvadão Sador (Saxon) invade, tocando o terror. Para combatê-los, o jovem Shad (Thomas) viaja pelas galáxias a fim de contratar mercenários fodões.

Comentários: Quando Guerra nas Estrelas estourou pipocaram filmes querendo pegar carona. E o mestre dos filmes B Roger Corman não poderia ficar de fora e lançou esta tranqueira assumidamente trash, que caiu no esquecimento, mas, era presença constante nos saudosos bons tempos da Sessão da Tarde e do Cinema em Casa (algo impossível de imaginar hoje em dia, já que o filme traz alguns diálogos duplo sentido com claríssima conotação sexual). Anunciado como uma mistureba da saga criada pelo mestre George Lucas com o clássico Sete Homens e um Destino, Mercenários das Galáxias é um típico filme ruim, com roteiro fraco, atuações canastronas, produção paupérrima, que por ter tudo isso, acaba sendo um filme divertido e engraçado. Um clássico trash, atualmente escondidinho no catálogo da Netflix, que vale a pena ser descoberto. Cotação:  / Nota: 6,0.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

ESTRELA INJUSTAMENTE OFUSCADA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. /  = (Preciso mesmo dizer?).

Ninguém Sabe que Estou Aqui (Nadie Sabe Que Estoy Aquí).
Produção chilena de 2020.

Direção: Gaspar Antillo.

Elenco: Jorge Garcia, Millaray Lobos, Luís Gnecco, Roberto Vander, Gaston Pauls, Alejandro Goic, Solange Lackington, Eduardo Paxeco, entre outros.

Blogueiro assistiu no streaming (Netflix) em 30 de junho de 2020.

Sinopse: Memo (Garcia) é um homem traumatizado, solitário, anti-social, que vive isolado com o tio (Gnecco) numa ilhota. O motivo de seu trauma é que no passado, mesmo sendo um talentoso cantor mirim, acabou apenas dando voz a um outro pirralho ganha a fama, algo que na época lhe deixou puto da vida, e motivou fazer um ato impensado que o deixou mal com o público.

Comentários: É bom menciona logo de cara que este drama intimista, que marca o debute de uma produção chilena original Netflix, pode não agradar ao público geral pelo seu ritmo lentíssimo no ponto morto. Particularmente, mesmo não gostando de filmes paradões assim, somado ao fato de ser baixo-astral, outra característica que também abomino, nada disso me incomodou, o que acabou sendo uma boa exceção a regra. Isso porque conta com um bom roteiro, que traz uma trama cativante e envolvente, que é fortalecida pela ótima atuação de um elenco competente, em  especial, o protagonista Jorge Garcia (o Hurley do seriado Lost), que simplesmente dar um show à parte. Tudo isso, somado a competente direção do estreante Gaspar Antillo, que entrega um bom drama, ligeiramente acima da média, que merece uma chance de ser conferido. Cotação:  / Nota: 7,5.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.