domingo, 3 de setembro de 2017

SOBREVIVENDO, SURPREENDENDO E SE SUPERANDO SEM OS PROTAGONISTAS ORIGINAIS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Narcos - 3ª Temporada (Narcos - Season 3).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Andi Baiz, Gabriel Ripstein, Josef Wladyka e Fernando Coimbra.

Elenco: Pedro Pascal, Damián Alcázár, Alberto Ammann, Francisco Denis, Pêpê Rapazote, Matias Varela, Javier Cámara, Arturo Castro, Eric Lange, Andrea Londo, Kerry Bishé, Francisco Denis, Edward James Olmos, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Netflix) em 01, 02 e 03 de setembro de 2017.

Cotação: 

Nota: 8,5.

Sinopse: Série baseada em fatos. Após Pablo Escobar (Wagner Moura nas temporadas anteriores) ser morto pelo DEA e a polícia colombiana, o Cartel de Cali, liderado pelos irmãos Gilberto (Alcázár) e Miguel (Denis) Rodriguez, por Pacho Herrera (Ammann) e Chepe (Rapazote), toma conta do rentável comércio ilegal do tráfico de drogas. Com êxito na operação que acabou com Escobar e o Cartel de Medellín,  o agente Peña (Pascal), volta com tudo à ativa, agora como chefe da unidade do DEA  na Colômbia que tenta acabar com o novo reinado das drogas.

Comentários: Tão logo tive as primeiras informações sobre a nova temporada de Narcos, uma pergunta não quis calar: como a série iria sobreviver sem seus protagonistas originais. Não falo apenas do nosso Wagner Moura, que arrebentou com Pablo Escobar, até porque o círculo do personagem foi encerrado na série, mas, principalmente pela ausência de Boyd Holbrook, cabendo ao seu parceiro coadjuvante, Pedro Pascal, assumir o posto de protagonista. E para nossa agradável surpresa, a série não somente conseguiu sobreviver sem os protagonistas originais, mas, também teve uma considerável melhora com episódios bem escritos, com muita ação e suspense, num ritmo ágil a ponto de ser uma exceção a regra das produções originais Netflix de se arrastarem. Em suma, surpreendente e agradabilíssima volta por cima, com direito a melhora de qualidade. E que venha a quarta temporada! 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

RECORDAR É REVER: SIMÃO, O FANTASMA TRAPALHÃO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Simão, O Fantasma Trapalhão.
Produção brasileira de 1998.

Direção: Paulo Aragão.

Elenco: Renato Aragão, Dedé Santana, Roberto Guilherme, Fernanda Rodrigues, Marcelo Augusto, Dirce Migliaccio, Heloísa Mafalda, Oswaldo Loureiro, Debby, Pedro Kling, Daniel Ávila, Ivete Sangalo, Luciano Szafir, Angélica, André Mattos, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 1 do extinto Cine Iguatemi Maceió, na TV por assinatura (Canal Brasil) e no notebook.

Cotação: 

Nota: 6,5.

Sinopse: Claramente inspirado no conto O Fantasma de Cantville de Oscar Wilde. Didi (Aragão) e Dedé (Santana) são funcionários faz-tudo de uma família rica, cujo o avô (Loureiro), comprou um castelo assombrado e leva sua esposa (Mafalda) e netos (Rodrigues, Debby, Kling e Ávila) para passar lá. Lá eles conhecem o fantasma Simão (Guilherme), que a princípio assusta a todos, mas, depois fica amigo e pede arrego para que a turma ajude a encontrar um tesouro.

Comentários: Com o estouro de bilheterias de O Noviço Rebelde, a dupla remanescente do saudoso Os Trapalhões volta mais uma vez as telonas, levando mais de um milhão e trezentos expectadores, um numero que superou ligeiramente ao citado filme anterior. Segundo aventura com fantasmas das três encaradas por Didi Mocó (a primeira foi com os companheiros em Os Fantasmas Trapalhões e a última foi em Didi, O Caçador de Tesouros), Simão, O Fantasma Trapalhão é um filminho bobinho, exageradamente infantil com roteiro simples e sem nenhuma novidade, engraçadinho e bonitinho. Não é um filme ruim, muito pelo contrário, mas, por feito sob medida apenas para agradar as crianças pequenas acaba deixando as demais faixas etárias entediada (só conseguir rever para para comentar nesta postagem utilizando várias vezes a tecla fast foward). Vale apenas pela curiosidade de ver Ivete Sangalo, debutando nas telonas, numa péssima atuação canastrona (hilária mas não irritante como Luciano Szafir  e Marcelo Augusto, que como se não bastasse, ainda solta a voz e canta uma das suas esquecíveis músicas) e de rir com o então pirralho Pedro Kling falando "Simão, fantasma bundão!".

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

sábado, 2 de setembro de 2017

THERON CADA VEZ MAIS FODONA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Atômica (Atomic Blonde).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: David Leitich.

Elenco: Charlize Theron, James McAvoy, John Goodman, Eddie Marsan, Sofia Boutella, Toby Jones, Bill Skarsgård, James Faulkner, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 6 do complexo Kinoplex Maceió em 02 de setembro de 2017.

Cotação: 

Nota: 7,0.
Sinopse: Adaptação de uma graphic novel. A trama se passa em 1980, finalzinho da Guerra Fria, quando a agente fodona do M16 Lorraine Broughton (Theron) é enviada a Berlim, ainda dividida pelo muro, para recuperar uma lista de agentes duplos.

Comentários: Charlize Theron está cada vez mais se firmando no gênero de ação, principalmente, após ter roubado a cena com sua brilhante atuação em Mad Max: Estrada da Fúria. Sua nova empreitada no gênero é essa adaptação de uma graphic novel que conta com um roteiro satisfatório que dosa perfeitamente ação e uma boa trama de espionagem. As sequências de ação e a trilha oitentista são a cereja do bolo deste eficiente filme de ação que serve como mais um veículo para Theron se firmar como musa fodona do gênero.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.