domingo, 9 de julho de 2017

RECORDAR É REVER: ALI BABÁ E OS QUARENTA LADRÕES (1972).

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Ali Babá e os Quarenta Ladrões.
Produção brasileira de 1972.

Direção: Victor Lima.

Elenco: Renato Aragão, Dedé Santana, Luiz Delfino, Neila Tavares, Elza de Castro, Ângelo Antônio, Elisa Fernandes, Mariel Mariscot, Wilson Grey, Fernando José, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV aberta (Globo) e no notebook.

Cotação: 

Nota: 8,5.


Sinopse: Inspirado na célebre narrativa do livro das Mil e uma noites. Numa pequena cidade praiana, um grupo de contrabandistas, liderado por Dr. Ezequiel (Delfino), atua na região, guardando seus produtos numa caverna. O que eles não esperavam era que um belo dia, o local fosse descoberto pelo humilde e folgadão Ali (Aragão), que passa ao descobrir o esconderijo, passa a frequentá-lo e a pegar a grana que é guardada lá, para ajudar seus amigos necessitados.

Comentários: Filme que foi percursor das adaptações de clássicos da literatura nos filmes da dupla Renato Aragão e Dedé Santana e dos Os Trapalhões. Como acabou sendo costumeiro, aproveita-se do clássico apenas o essencial, com a trama se passando no Brasil dos dias contemporâneos. O filme conta com um bom roteiro que traz uma história bobinha mais divertida a ponto de perdoamos alguns furos e o fato da adaptação passa longe das Arábias. Enfim, um divertido clássico do nosso cinema nacional que merece ser descoberto.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.


MISTUREBA DE SOBRENATURAL E MATRIX EM NOVA TEMPORADA DOS AGENTES FODÕES DA MARVEL.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Agentes da S.H.I.E.L.D. - 4ª Temporada (Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. - Season 4).
Produção estadunidense de 2016 e 2017.

Direção: Billy Gierhart, Vincent Misiano, Magnus Martens, Brad Turner, Kate Woods, Jesse Bochco, Kevin Tacharoen, Garry A. Brown, Nina Lopez-Corrado, Wendey Stanzler, Jed Whedon, Oz Scott e Eric Laneuville.

Elenco: Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Ian De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, John Hannah, Gabriel Luna, Natalia Cordova-Buckley, Mallory Jansen, Jason O'Mara, Adrian Pasdar, Patton Oswalt, Brett Dalton, entre outros.

Blogueiro assistiu online (site Seu Seriado) em janeiro, fevereiro, 07 e 08 de julho de 2017.

Cotação: 

Nota: 8,0.

Sinopse: Após os eventos da temporada anterior, o agente Colson (Gregg) e sua equipe estão à procura de Daisy (Bennet), que agora atua independente com o codinome Quaker, caçando o grupo anti-inumanos intitulado cães de guerra. Com a amiga encontrada e reintegrada a equipe, eles tem que encarar fatos sobrenaturais do além, em especial, a misteriosa presença de um motorista cabeça de fogo, Ghost Rider (Luna), que está atacando a bandidagem e mandando para a terra do pé-junto. Como se isso não fosse bastante, eles passam a ser substituídos por androides pela androide AIDA (Jansen), que arquiteta um plano misterioso, que até seu criador, Holden Radcliffe (Hannah) não se safa. Descobrindo o ocorrido da substituição, as agentes Daisy e Jemma Simmons (Henstridge) entram no mundo virtual criado por AIDA para salvar seus companheiros.

Comentários: Anunciado como grande novidade da temporada ainda inédita aqui no Brasil (o canal fechado Sony passou a exibir apenas no último dia 27, enquanto que na Netflix, nem sinal de quando estará disponibilizada), Ghost Rider - para nós brasileiros, Motoqueiro Fantasma - é o grande acerto da temporada. Os oito primeiros episódios com o personagem, interpretado de forma competente e sem exageros canastros a la Nicolas Cage por Gabriel Luna são disparados o melhores desta temporada, que teve uma disparada queda de qualidade, se arrastando por mais sete episódios, voltando a melhorar apenas no décimo sexto episódio prosseguindo até o final. Com uma trama que faz uma mistureba de sobrenatural com Matrix, que foram eficientes, mas, deixaram de lado questões bacanas estabelecidas nas outras temporadas, boa parte dos episódios trazem bons roteiros e conseguem empolgar e prender atenção. O resultado final é uma boa temporada, pois, os citados acertos salvaram o seriado, e seria bem melhor, se não houvesse a xaropada de encher linguiça durante o período citado. Mas, fica o sinal de alerta para ter um cuidado melhor com o enredo ou quem sabe, até pensar na possibilidade de diminuir o número de episódios. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.



sexta-feira, 7 de julho de 2017

O MAIS HILÁRIO CABEÇA DE TEIA DAS TELONAS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (Spider-Man: Homecoming).
Produção estadunidense de 2017.

Direção: Jon Watts.

Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Jon Favreau, Zendaya, Martin Starr, Jacob Batalon, Laura Harrier, Marisa Tomei, Robert Downey Jr., Jennifer Connelly, Gwyneth Paltrow, Chris Evans, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Cinesystem Maceió em 07 de julho de 2017.

Cotação: 

Nota: 9,5.

Sinopse: Após se envolver na treta entre Os Vingadores, convidado pelo próprio Tony Stark (Downey Jr.), Peter Parker (Holland) volta a sua rotina de conciliar sua vidinha de adolescente com a de  herói amigo da vizinhança, encarando pequenos delitos, na esperança de ser convidado para fazer parte do grupo de super-heróis fodões. Sua chance de encarar um desafio maior acontece quando numa ocorrência de rotina, ele descobre a bandidagem está usando armas feitas da mistura das tecnologias alienígena e humana. O responsável é o Abutre (Keaton), que não gosta nadinha da interferência do cabeça de teia em seus negócios.

Comentários: Quinze anos é o tempo entre a primeira aparição nas telonas do cabeça de teia para este segundo reboot. Se um reboot num intervalo tão curto de tempo já é uma cartada arriscadíssima, imagina um segundo. Mas, após a roubada de cena espetacular em Capitão América: Guerra Civil, impossível não ficar empolgado e ignorar o fato tão curioso e preocupante. Enfim, a espera acabou, e o nosso querido amigo da vizinhança está de volta em um filme solo, desta vez com o selo do padrão Marvel de qualidade nos telonas, que firmou uma interessantíssima parceria com a Sony, detentora dos direitos do personagem nas telonas. E somos presenteados com um filmaço divertido do começo ao fim, daqueles que provocam gargalhadas fáceis e ao mesmo tempo nos empolga. Isso graças a um ótimo roteiro, que acerta em cheio em nos poupar da origem do cabeça de teia e em inseri-lo de forma criativa e convincente no Universo Marvel. O elenco é outro ponto alto do filme, com destaque para Tom Holland, que se encaminha para ser o melhor Peter Parker/Homem-Aranha das telonas, e Jacob Batalon, que rouba a cena como o figuraça melhor amigo de Parker Pode não ser o melhor filme do personagem (Homem-Aranha 2 ainda é insuperável), mas, sem sombra de dúvida, é o mais divertido e engraçado do começo ao fim (literalmente falando, já que a segunda cena pós-crédito é hilária). Imperdível!

Rick Pinheiro
Cinéfilo alagoano.