terça-feira, 6 de setembro de 2016

PAGANDO PRA SER CORNO - VERSÃO TUPINIQUIM.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

Um Namorado Para Minha Mulher.
Produção brasileira de 2014.

Direção: Julia  Rezende.

Elenco: Ingrid Guimarães, Caco Ciocler, Domingos Montagner, Paulo Vilhena, Marcos Veras, Miá Mello, Paulinho Serra, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 2 do complexo Kinoplex Maceió em 06 de setembro de 2016.

Cotação: 

Nota: 7,5.  

Sinopse: Refilmagem da comédia romântica argentina Um Namorado Para Minha Esposa. Após quinze anos de casamento, Chico (Ciocler) não aguenta mais a mala da esposa, Nena (Guimarães). Como é um cuzão frouxo, ao invés de mandar a real para a patroa e pedir o divórcio, ele pede arrego ao fodão pica-doce Corvo (Montagner), para seduzir Nena e ela mesma, dá um pé na bunda de Chico. O problema é que cai a ficha que na verdade Chico gosta da moça e resolve voltar atrás. Só que o pica-doce acabou levando o serviço à sério demais e acabou sem apaixonando pela "beldade" xota doce.

Comentários: Tava bom demais para ser verdade. Após um primeiro semestre com poucos lançamentos no gênero, as comédias bobocas nacionais voltaram com tudo. Só este mês, estão previstas chegar aos cinemas pelo menos mais dois filmes. E agora não basta copiar descaradamente as fórmulas do gênero, mas, também tem que refilmar produções gringas como esta aqui. Não assistir ainda o original, mas, fiquei curioso para saber o que tem de especial uma comédia romântica padrão para ganhar tanta atenção a ponto de ganhar um remake tupiniquim. Enfim, sobre a versão brasileira, temos um agradabilíssima surpresa já que trata-se de um filme engraçado, graças ao bom roteiro e ao elenco, com destaque ao trio de protagonistas, bem à vontade em seus respectivos personagens e aparentemente se divertindo. Em síntese, um filme bobinho, mas divertido, bem acima da média nacional e também do sub-gênero comédia romântica. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

ENGAIOLADO E AVULSO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

Missão na Ilha do Fogo / O Prisioneiro (Huo Shao  Dao / Island of Fire / Jackie Chan is The Prisioner).
Produção honconguesa de 1990.

Direção: Chu Yen Ping.

Elenco: Jackie Chan, Andy Lau, Samo Hung, Tony Leung, Jimmy Wang Yu, Ko Chuen Hsiung, Tao Chung Hwa, entre outros.

Blogueiro assistiu no notebook em 04 de setembro de 2016.

Cotação: 

Nota: 6,0.  

Sinopse: Após a morte de seus amigos e mestres, o policial Andy (Leung), descobre que ele foi assassinado por pessoas que, oficialmente, foram executadas na prisão. Ele então resolve se infiltrar no local e passa a viver o dia-a-dia da prisão, acompanhando a rotina de outros presos, como John (Hung), um prisioneiro que sempre escapa para ver o filho e é recapturado, e de Steve (Chan), cara que foi parar no xilindró, por ter matado acidentalmente um irmão de um poderoso chefão criminoso.

Comentários: Desde que Clint Eastwood estrelou Alcatraz - Fuga Impossível no final dos anos 1970, que praticamente virou regra que astros de filmes de ação deveriam fazer um filme que se passasse dentro de uma prisão. Pouquíssimos foram os que não seguiram essa regra. Jackie Chan não foi um deles. Uma pena que a escolha do personagem não foi satisfatória, já que optou em ser um coadjuvante, totalmente avulso, apesar do seu nome ser o primeiro a aparecer nos créditos e está em um dos títulos internacionais do filme. Não que o filme seja ruim. Muito pelo contrário, tem uma ótimo enredo, premissa e personagens interessantes, mas, o que fodeu tudo foi justamente o roteiro mal elaborado, com histórias pessimamente desenvolvidas, deixando o filme ligeiramente confuso. O resultado final é um filminho regular, com alguns momentinhos legais, mas, com a clara sensação que poderia ser muito melhor. Desperdiço de uma boa história e um puta elenco. Mas não chega a ser uma bomba total. Vale a pena assistir para ver um elenco estrelar das artes marciais, desde que não crie nenhuma expectativa e, principalmente, já fique sabendo que Jackie é um coadjuvante de luxo.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 

 
Disponível em DVD. 

domingo, 4 de setembro de 2016

SONHOS MORTAIS.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco. / Coco do Cachorrão= Preciso mesmo dizer?.  

O Sono da Morte (Before I Walker).
Produção estadunidense de 2016.

Direção: Mike Flanagan.

Elenco: Kate Bosworth, Thomas Jane, Jacob Tremblay, Annabeth Gish, Scottie Thompson, Dash Mihok, Hunter Wenzel, entre outros.

Blogueiro assistiu online (site Filmes Online Grátis) em 04 de setembro de 2016.

Cotação: 

Nota: 7,0.  

Sinopse: Um tempinho depois de perder o filho único e ainda traumatizados com a tragédia, o casal Mark (Jane) e Jessie (Bosworth) resolve adotar Cody (Tremblay), um garoto quase na mesma idade do filho falecido. A convivência é das melhores e para surpresa do casal, descobre que Cody tem o misterioso dom de materializar os sonhos quando está tirando uma soneca. Até aí tudo bem já que o garoto sonha com o finado filho do casal, o que empolga principalmente Jessie, que faz de tudo para o pirralho continuar tirando suas sonecas. A porra fica séria quando Cody tem pesadelos, principalmente, com uma figura misteriosa que toca o terror não somente nos sonhos do pirralho, mas, na realidade de quem tiver perto dele.

Comentários: Estava desanimado achando que não iria assistir esse filme já que as duas grandes redes de cinemas dos shoppings da parte baixa aqui de Maceió só estão exibindo o filme na versão dublada. Para minha surpresa, descobrir que o Centerplex, que deixei de ir há mais de dois anos por só exibir filmes dublados, ofertar uma sessão deste filme legendado. Mas, ainda não foi desta vez que voltei a uma sala do Centerplex, já que acabei encontrando o filme disponível online e a preguiça de pegar um busão e atravessar a cidade falou mais alto. Sobre o filme, é mais um que confirma que 2016 está sendo o ano da virada do gênero do terror, que há anos vem capengando com filminhos modinhas ruins pra caralho. Com um ótimo roteiro, o filme envolve e prende a atenção do começo ao fim, com alguns bons sustos na medida certa, trazendo uma ideia original somada com toques de O Sexto Sentido e A Hora do Pesadelo.  que ganha forças com as atuações de um elenco competente. O filme ia segurando bem, rumo para ser um dos melhores não somente do ano mas do gênero do terror até o clímax e o desfecho, onde desanda e acaba optando por um final breguinha e insosso, sem nenhum impacto, o que acaba frustrando e fazendo o filme cair consideravelmente de qualidade. Uma pena, pois tinha tudo para gerar uma interessante franquia. Mesmo assim, vale a pena conferir, principalmente, pela primeira metade.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.