domingo, 9 de março de 2014

DESENCANTO DISNEY.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks).
Produção estadunidense, do Reino Unido e australiana de 2013.

Direção:John Lee Hancock.

Elenco: Tom Hanks, Emma Thompson, Paul Giamatti, Jason Schwartzman, Bradley Whitford, B. J. Novak, Colin Farrell, Ruth Wilson, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 04 do Complexo Kinoplex Maceió em 09 de março de 2014.

Cotação: 

Nota: 6,0.  

Sinopse: Desde que suas filhas lhe apresentaram o livro Mary Poppins, Walt Disney (Hawks) tentava em vão convence a autora P.L. Travers (Thompson) a ceder os direitos para uma adaptação para as telonas. Foram vinte anos de tentativa até que a autora, em crise financeira  e aconselhada por seu advogado resolve aceitar a proposta de Disney. Mas, não irá ceder tão fácil, pois ela quer controle total sobre a obra. Antes da assinar o contrato, a escritora vai aos Estados Unidos, para ver a adaptação da sua obra, criando dor de cabeça tanto para o chefão do estúdio do Mickey Mouse, como para os profissionais envolvidos no projeto.

Comentários: Era uma vez um filme que este blogueiro sequer sabia que existia. Um belo dia, ele assistiu ao trailer muito bem elaborado, sem empolgou a ponto de colocá-lo na lista dos vinte filmes mais aguardados por ele. O resultado final foi frustrante já que Walt nos Bastidores de Mary Poppins tem um roteiro regular, arrastado demais, que não emociona e empolga em nenhum momento, Não chega a ser totalmente uma bomba, pois, tem bons momentos, graças, principalmente, ao carisma de Emma Thompson que arrebenta como a antipática e anti-social escritora, que não tem língua presa e solta o verbo mesmo. Hawks, também não fica atrás, e também se sai bem como o saudoso criador de Mickey e companhia. Em síntese, não chega a ser um bomba, muito menos um filme ruim, mas, em comparação ao que prometia no trailer, decepciona consideravelmente. Ah, sem presa de sair, pois, no começo dos créditos iniciais, aparecem imagens dos bastidores do clássico Disney.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.

quinta-feira, 6 de março de 2014

A VOLTA DA TESTOSTERONA ÉPICA.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

300 - A Ascensão do Império (300: Rise of An Empire).
Produção estadunidense de 2014.

Direção: Noam Murro.

Elenco: Sullivan Stapleton, Eva Green, Lena Headey, Rodrigo Santoro, Hans Matheson, entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 03 do Complexo Kinoplex Maceió em 06 de março de 2014.

Cotação: 

Nota: 8,5.  

Sinopse: Lutando na batalha de Maratona, entre gregos e persas, o ateniense Temistocles (Stapleton) leva a melhor, tornando-se herói por mandar para a terra do pé junto o rei persa Dário. O filho de Dário, Xerxes (Santoro), não somente herda o trono, mas, torna-se um espécie de rei-deus, por influencia de Artemísia (Green), líder dos guerreiros persas. Dez anos depois, os  persas  estão mais poderosos e secos para irem a forrar contra os gregos. Enquanto Leônidas (Gerard Butler, no filme original) e os 300 espartanos vão ao encontro de Xerxes, Temistocles organiza os atenienses e outros gregos para combater o exército persa pelo mar.

Comentários: Depois de quase oito anos, a adaptação para as telonas da graphic novel de Frank Miller, dirigida pelo genial Zack Snyder ganha a inevitável sequência. Snyder passa a batuta para um ilustre desconhecido e fica na produção. E o cara simplesmente seguiu à risca a cartilha de Snyder, sem nenhuma inovação, exceto pela dosagem maior de violência e um formato 3-D totalmente desnecessário, já que 99% das sequências são escuras. Mas, o filme surpreende por um ótimo roteiro, muito bem escrito, principalmente, por ao mesmo tempo fazer uma ligação com o enredo original e trazer a origem do Rei Xerxes interpretado mais uma vez pelo nosso Rodrigo Santoro, infelizmente, mais avulso que no filme original, mesmo tendo um pouco mais de destaque. Num filme 100% testosterona, curiosamente, o grande destaque é uma mulher, no caso, Eva Green, que dar um show e arrebenta como a vilã fodona do filme. Mantendo o mesmo clima e estilo do filme original, 300 - A Ascensão do Império é um ótimo filme, empolgante e divertido, que consegue a proeza de mesmo sendo ligeiramente inferior ser uma continuação tão boa quanto o original. Ah, e o final aberto deixa uma dúvida no ar de um possível terceiro filme. Caso haja, que nosso Santoro, finalmente, possa brilhar, já que não foi desta vez.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano. 


 
Rá, rú, rá.. rá rú rá..
Não é Isadora Ribeiro na abertura do Fantástico no final dos anos 80,
mas o nosso compatriota Rodrigo Santoro voltando com Rei Xerxes. 

 
Trailer 1. 

 
Trailer 2.

 
Trailer 3.

PASSEIO INFANTIL ATRAVÉS DO TEMPO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

As Aventuras de Peabody e Sherman (Mr. Peabody & Sherman).
Produção estadunidense de 2014.

Direção: Rob Minkoff.

Elenco: Ty Burrell, Max Charles, Ariel Winter (dublagem original), Alexandre Borges (dublagem brasileira), entre outros.

Blogueiro assistiu na sala 9 do Complexo Cinesystem Maceió em 06 de Março de 2014.

Cotação: 

Nota: 8,5.  

Sinopse: O cãozinho Peabody (voz de Burrell na dublagem original e de Borges na dublagem brasileira) é bem mais inteligente que o normal. Com Q.I. dos grandes gênios da humanidade é responsável por vários feitos, com direito até ganhar o prêmio nobre. Seu maior feito é o mais secreto, a criação de uma máquina do tempo. Solitário, Peabody adotou Sherman (Charles na dublagem original), um garoto humano também inteligente, mas, muito atrapalhado. Os dois sempre fazem passeios pelo tempo, com direito a fazer amizade com figuras históricas e até se se metendo em algumas roubadas. Quando Sherman começa a frequentar a escola, arruma um desafeto com Penny (Winter, na dublagem original).  Querendo apaziguar, Peabody convida a menina e os pais para um jantar em sua casa. Só que Sherman acaba revelando a menina sobre a existência da máquina de tempo e a manda para o Egito Antigo. Peabody e Sherman partem em busca de resgate da menina, iniciando uma inesperada aventura através do tempo.

Comentários: Na tarde de hoje, fiz as honras de levar minha amiga Aninha para conhecer o novo shopping aqui de Maceió. Como ambos somos cinéfilos, uma sessão no confortável e moderníssimo Cinesystem era obrigatória. Como já havia assistido todos os filmes adultos em cartaz, sobrou para nós assistimos esta divertidíssima animação, que conta com um ótimo roteiro que dosa perfeitamente aventura e humor, com ótimas sequências que ganham força com 3D, provando que, com raríssimas exceções, é o gênero que melhor produz no formato. Bobinho, leve e bastante divertido, uma ótima animação que agrada crianças de todas as idades. Vale a pena leva a garotada e cai na diversão.

Rick Pinheiro.
Cinéfilo alagoano.