sábado, 4 de janeiro de 2014

O JOVEM DRAGÃO.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

Bruce Lee, My Brother (Bruce Lee, My Brother).
Produção honconguesa de 2010.

Direção: Manfred Wong e Wai Man Yip.

Elenco: Aarif Rahman, Tony Leung Ka Fai, Jim Auyeng, entre outros.

Blogueiro assistiu na TV por assinatura (Space) em 04 de Janeiro de 2014.

Cotação: 

Nota: 10,0.  

Sinopse: Cinebiografia produzida por um dos irmãos do lendário Bruce Lee. O filme conta sua história, iniciando com seu nascimento, o esforço do seu pai Lee Hoi-Chuen (Fai) em sustentar uma família numerosa, a entrada de Lee precocemente no mundo artístico, ainda criança, suas peraltices nesta fase  e sua adolescência, onde continuou atuando, teve o contato com as artes marciais, viveu o primeiro amor e todos os dilemas e  conflitos típicos desta fase da vida.

Comentários: Produzido com a intenção de se fazer uma trilogia para celebrar o aniversário de setenta anos do saudoso astro marcial e também, de acordo com o irmão, para consertar alguns erros e equívocos da cinebiografia hollywoodiana, Dragão -  A História de Bruce Lee,  (no começo do filme, desnecessariamente, fazem questão de dizer que nem a esposa, nem a filha do astro forneceram material para a realização deste filme) o filme tem um ótimo roteiro, que de forma leve, bem humorada e muito, mas muito mesmo, mais realista que a versão hollywoodiana mostra a infância e a adolescência do ícone. O elenco afiadíssimo, com ótimas atuações, é outro ponto marcante do filme, com destaque para Aarif Rahman, ótimo como o jovem dragão. Apesar de cair em exageros típicos de uma cinebiografia, algo comum e compreensível devido a tal da liberdade poética, que, inclusive, em alguns momentos beneficia o filme, como nas claríssimas homenagens aos clássicos O Voo do Dragão e Operação Dragão, Bruce Lee, My Brother (sem tradução para o português, mas, tá na cara que significa Bruce Lee, Meu Irmão) é uma emocionante e excelente cinebiografia. Uma justa homenagem ao um ícone da sétima arte e das artes marciais. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo. 



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

ENFIM, ASSISTIDO!

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

Red Scorpion (Red Scorpion).
Produção estadunidense de 1988.

Direção: Joseph Zito.

Elenco: Dolph Lundgren, M. Emmet Walsh, Al White, T.P. McKenna, Brion James, entre outros.

Blogueiro assistiu online (Youtube) em 03 de janeiro de 2014.

Cotação: 

Nota: 6,5.  

Sinopse: O fodão agente russo tenente Nikolai Rachenko (Lundgren) recebe a missão de ir a um país africano dominado pelo regime comunista cubano, para detonar com um líder rebelde local. Ele se infiltra, fica amiguinho do cara e até tenta cumprir a  missão, mas acaba sendo pego no flagra. Seus superiores não perdoam a falha e botam para lascar em Rachenko, que consegue escapar, fugindo para o deserto, onde terá uma experiência que mudará sua vida e o fará trocar de lado, passando a atuar ao lado dos rebeldes, botando para foder nos comunas malvados.

Comentários: O ditado popular nos ensina que "antes tarde do que nunca!". Desde do final dos anos 80, quando fez um tremendo sucesso nas locadoras, tento assistir Red Scorpion, segundo filme estrelado pelo brucutu sueco Dolph Lundgren (antes, o ator tinha estrelado Mestres do Universo). Depois de mais de duas décadas de procura, achei acidentalmente no Youtube, o filme completo e, o melhor, legendado. Não perdi tempo e fui logo conferir.


Dirigido pelo especialista em ótimos filmes de ação B (o cara dirigiu Braddock - O Super Comando e Invasão U.S.A., dois fodásticos clássicos do gênero estrelado pelo fodão Chuck Norris), o filme é um veículo para emplacar Lundgren, após sua marcante participação em Rocky IV, como astro do cinemão de ação, na época, vivendo a melhor fase que o gênero nunca mais teve. Com um roteiro regular, que arrasta filme desnecessariamente, Red Scorpion é um típico filme de ação B, cujo o enredo é só mera desculpa para a ação correr solta. A grande surpresa é uma atuação de Lundgren bem acima da média da canastrice habitual, isso se deu, provavelmente, pelo brucutu sueco está em começo de carreira e querer mostrar serviço. Fora isso, o resultado final é um filme tão tosco que chega a ser bastante divertido, principalmente, no clímax, onde provoca gargalhadas. Um clássico do cinemão testosterona trash. 


Curiosamente, Red Scorpion ganhou uma continuação, sem Lundgren, estrelada pelo ilustre desconhecido Matt McColm, contando no elenco com o eterno coadjuvante Michael Ironside (Top Gun - Ases Indomáveis, O Vingador do Futuro, seriado Smallville), que foi lançada diretamente em home vídeo e sem a mesma badalação, facilmente encontrado em DVD nas Americanas, com um preço bastante acessível. Obviamente, aparenta que não estamos perdendo grande coisa, já que, 99% das continuações de filmes B, principalmente, sem o astro principal, são totalmente descartáveis e sem nenhuma relação com o original (O Grande Dragão Branco 2, 3 e 4, Cyborg 2 e 3, Comando Delta 3, são alguns exemplos que comprovam esta teoria). 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo. 


 
Bastante disputado na época em que foi lançado
em VHS, filme que não parava nas locadoras,
finalmente, foi assistido pelo blogueiro.

 
Trailer.

 
Depois de mais de duas décadas de espera, finalmente,
assistido e agora compartilhado para você ver ou rever.

MAIS UMA BOMBA DE LUNDGREN.

 = Excepcional. /  = Muito bom. /  = Bom./  = Regular. / = Fraco.  

Agente Vermelho (Agent Red).
Produção estadunidense de 2000.

Direção: Damian Lee.

Elenco: Dolph Lundgren, Mailani Paul, Randolph Mantooth, Natalie Radford, Alexander Kuznetsov, entre outros.

Blogueiro assistiu em home vídeo (DVD) no dia 01 de Janeiro de 2014.

Cotação: 

Nota: 3,5.  

Sinopse: Depois de mais uma missão cumprida, o fodão Matt Hendricks (Lundgren) só quer tirar férias e correr atrás da ex-noiva Linda (Paul) e reatar com ela. Mas, o cara recebe a missão de ir até a Rússia para escoltar o letal vírus Agente Vermelho. Seria tarefa simples se um grupo de terroristas não invadisse o submarino, pegasse o tal vírus letal e quisesse lançá-lo em Nova Iorque e Moscou simultaneamente. Peidado, pois além da humanidade está em risco, Linda está no submarino, Matt corre contra o tempo e parte com tudo para cima dos malvadões. 

Comentários: Entro numa farmácia para comprar um remédio e saio também com um DVD original a preço popular. É o mundo capitalista. Tudo bem que não temos nenhum grande título sendo vendido na farmácia Permanente aqui do bairro da Jatiúca, todos filminhos classe Z, como esta produção medíocre estrelada por Lundgren, que mais uma vez comprova que alto Q.I, não significa porra nenhuma quando se trata das escolhas que ele faz. Agente Vermelho é mais um filminho de ação classe C bastante padrão, com enredo fraquinho e previsível, só como desculpa para a ação correr solta e atuações canastronas ao extremo. Não chega a ser um dos piores trabalhos de Lundgren, mas, também passa longe dos seus melhores filmes. Dar para o gasto, para os fãs de filmes de ação classe Z, obviamente, não muito exigentes. 

Rick Pinheiro.
Cinéfilo.